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Dia Mundial da Arquitetura

Na primeira segunda-feira do mês de Outubro comemora-se o Dia Mundial da Arquitetura e não posso deixar de assinalar então este 6 de Outubro de 2014 e refletir um pouco sobre o papel do Arquiteto no desenho das nossas cidades e das nossas casas, não fosse o tema deste ano "Cidades saudáveis, cidades felizes".

 

Sei que para a maior parte de vós será talvez uma questão sem importância, um assunto que vos passa ao lado e sobre o qual nunca se debruçaram... Também sei que sou suspeita em abordar aqui este tema mas efetivamente penso e defendo que a Arquitetura e o Arquiteto são fundamentais para o bem-estar das nossas cidades e cidadãos. E também tenho a certeza que nunca foi mais pertinente discutir a profissão como nos dias de hoje, com a crise ainda instalada e o setor da construção em colapso.

 

Durante anos praticou-se a construção desregulada e sem travão, era o tempo das "vacas gordas", cada um queria uma casa, os bancos emprestavam dinheiro a torto e a direito e as imobiliárias e promotores serviram-se disso para promoverem um crescimento no mundo imobiliário que não foi de modo algum sustentável. Por outro lado, as maiores cidades viram a população mudar-se para uma periferia povoada de novos empreendimentos com mais valias em relação à construção mais antiga dos centros históricos, o que deu origem à desertificação e degradação destes espaços e imóveis. A antiga lei do arrendamento também não promovia condições para que os senhorios reabilitassem os seus imóveis, já que muitas vezes os inquilinos pagavam rendas irrisórias e desadequadas aos tempos atuais. Este boom da construção civil, este modelo de construção desenfreada e a torto e a direito, sem respeitar muitas vezes as leis urbanísticas e o meio ambiente não poderia de modo algum ser sustentável a longo prazo e por isso mesmo, com a crise instalada, os bancos individados, o desemprego a aumentar, assistimos agora a uma grave crise no setor, que afeta não só as empresas de construção mas também todos os profissionais ligados à área - Arquitetos, Engenheiros, Agentes Imobiliários e Empresas de Materiais.

 

Felizmente, temos vindo a assistir a uma mudança de mentalidade nos últimos anos, a reabilitação urbana passou a ser vista com outros olhos e os centros históricos têm vindo a assumir-se cada vez mais como fulcrais para o desenvolvimento económico e social das cidades, autênticos centros de empreendorismo e aposta no turismo. Com o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) houve a possibilidade de atualizar rendas congeladas há décadas, mediante as possibilidades económicas dos inquilinos, dinamizando o mercado do arrendamento e incentivando a aposta neste setor.

 


Por outro lado, o Arquiteto continua a ser uma figura um pouco abstrata para a maioria da população. Afinal, para que serve um Arquiteto? É só mais um a levar-nos dinheiro, sai-me mais barato ficar pelo empreiteiro ou por aquele desenhador que até trabalha numa câmara e me desenrasca todo o processo. Mas às vezes o barato sai caro e afinal de contas, regra geral, um projeto de arquitetura corresponde a uma percentagem de entre 5 a 7 % do custo total da obra. Para não me estar a alargar muito, deixo-vos este artigo que resume bem porque devem efetivamente contratar um Arquiteto. 

 

 

E como se não bastasse a crise e todas as suas implicações, há ainda debate aceso sobre o enquandramento da profissão. Depois da aprovação do decreto-lei 31/2009 que regulava a profissão, vem agora o mesmo ser revisto e não é para melhor. Estão em causa não só as qualificações profissionais dos técnicos responsáveis pela elaboração de projetos, como o direito a vermos a nossa profissão salvaguardada perante a lei. Podem inclusivé ver a petição online sobre o assunto.

 

O texto já vai longo e muito haveria ainda a dizer, mas gostava de saber a vossa opinião.

 

xoxo

cindy

 

Uma pessoa vai de férias...

E quando volta tem o país em polvorosa com os chumbos do tribunal constitucional.

 

Isto de ter estado uma semana a assistir ao telejornal em holandês não dá com nada, acho que das poucas vezes que falaram de Portugal foi mesmo por causa do Mundial. Mas enfim,sempre dava para saber as notícias através da internet e portanto foi com grande contentamento que recebemos a notícia de mais uma insconstitucionalidade do nosso querido governo (cutchi-cutchi) e da reposição dos cortes nos ordenados dos funcionários públicos - que é a parte que nos interessa enquanto família. E não é que o senhor Passos ficou zangado e toca a dizer que os "juízes do TC têm de ser melhor escolhidos"? Pois eu também acho que os primeiros-ministros deveriam ser melhor escolhidos. Porque não uma prova para avaliar (in)competências? Honestamente, nós portugueses temos mesmo de passar a escolher melhor quem nos governa.

 

E passada a euforia inicial, aguardam-se agora os novos cortes ou novas subidas de impostos. Não percam as cenas do próximo capítulo da novela " Cortes a torto e a direito e aumentos de impostos à boa moda portuguesa", numa tv portuguesa perto de si!

 

xoxo

cindy

Reflexo da Crise

Hoje em dia, e talvez reflexo da crise que atravessamos, é ver peditórios em casa esquina. Confesso que sempre me meteu impressão dar assim dinheiro. Fico sempre a pensar se o nosso dinheiro que tanto nos custa a ganhar irá realmente ajudar quem precisa ou se apenas irá engrossar o volume de notas nos bolsos de alguns. Mesmo para instituições ditas "sérias" evito porque infelizmente sei que nem sempre o dinheiro é aplicado onde deve. Prefiro por isso contribuir em géneros - roupa, alimentos, brinquedos, livros.

 

Mas falava eu dos peditórios em cada esquina. Vou ao shopping e por lá pululam as banquinhas solidárias seja para a luta concra o cancro infantil, seja para uma associação animal ou mesmo para um abrigo de crianças. Tudo causa meritórias. O Action Man se pudesse deixava uma moeda em cada uma delas. Já eu sou (muito) mais ponderada. Mas volta e meia lá contribuo. O desagradável é que quando dizemos "agora não posso", ou "já contribuí" e as pessoas insistem ou então mostram-nos (muito) má cara.

 

E há uns dias aconteceu-me um episódio para lá de surreal. Ia eu com a Pinypon quando sou interpelada por um rapaz para contribuir para a luta do cancro infantil. E eu respondo: " já contribuí", o que era verdade. Pois que o rapaz não se deixa ficar e sai-se com um" Ai hoje ainda não contribuiu!". Teve o azar de me apanhar má disposta! Fiquei fula e rapidamente lhe respondi alto e bom som com "Mas agora tenho de contribuir sempre que por aqui passar?! E o senhor, contribui todos os dias?!" Ai gente! Ficou tudo a olhar enquanto eu rodava a baiana! Mas vi muita gente a acenar em concordância, afinal de contas é extremamente desagradável ser-se assim abordado!Não acham?

 

xoxo

cindy

Quem me dera ser rica...

Ontem, enquanto a Pinypon dormia a sua sesta, resolvi relaxar um pouco e pegar na Vogue que tinha comprado no fim de semana. Já não lia a revista há séculos mas por esta altura do ano gosto sempre de deitar uns olhinhos ao que ai vem em termos de coleções e novidades e acabo sempre por comprar uma ou outra revista.

 

Ora dei por mim a folhear a revista e a pensar cá para os meus botões que não me parece muito viável nos dias que correm ver editoriais em que as peças mais baratas custam mais de 500€. Ou artigos daquele género "tendência" em que só desfilam marcas como Chanel, Louboutin e Louis Vuitton. Tudo bem que é uma revista de moda, tudo bem que é uma publicação internacional mas caramba, não poderiam mostrar na mesma as tendências da passerelle e adequá-las ao bolso dos comuns mortais?

 

Porque tirando uma meia dúzia de sortudas que podem dar-se ao luxo de comprar uma mala de 1000€ todos os meses, o resto da malta consome fast fashion inspirada nas grandes marcas. E mesmo quem se pode dar ao luxo de gastar, até anda mais poupado. E não estamos nós em crise? Porque parece que não.

 

Sinceramente, achei a revista tão desadequada aos nossos dias e ao bolso dos portugueses em geral que tão cedo não volto a gastar o meu dinheiro. Quem sabe não começo a poupar para uma Louis Vuitton?

 

xoxo

cindy

 

Em modo low cost

Uma das coisas boas desta crise foi habituarmo-nos a viver com menos. Mas ganhámos tanto com isso!

 

Quantos de nós não passaram a aproveitar melhor a casa, convidando os amigos em vez de irmos todos jantar fora? E não é verdade que há programas bem giros e que não custam nada? Um passeio à beira-mar, uma ida ao parque, um piquenique no jardim? Vamos menos ao cinema mas vemos filmes em casa... Às vezes fazemos umas petiscadas e sabe tão bem! Sem falar da quantidade de gente que passou a ter hortas em casa... tivesse eu um quintal e era só couvinhas e alfaces!

 

Ainda no outro dia comentava com o Action Man que uma das coisas boas da crise foi ter ensinado às pessoas (bem, não a todas mas enfim...) que os domingos podiam ser passados noutros locais que não os centros comerciais. Nós que moramos perto do Parque da Cidade temos a percepção de como as pessoas começaram a aproveitar melhor os espaços livres. Vêm-se piqueniques, pessoas a jogar à bola, a andar de bicicleta com os miudos, a apanhar sol, a ler... E sabe tão bem! Num destes dias solarengos (quando resolverem aparecer de vez) quero mesmo aproveitar para fazer um belo de um piquenique. Só espero que a Pinypon não desate a gatinhar feita louca pela relva!

 

Sem falar de que compramos, pelo menos eu compro, mais conscientemente e não só por comprar. Sou adepta dos livros usados, volta e meia também despacho os meus, ando sempre em cima de promoções e acho que nunca andei com tantos cupões como hoje em dia!

 

E a verdade é que acho que vivemos melhor assim, não acham?

 

xoxo

cindy

Coisas que não percebo mas gostava de perceber...

Este sábado resolvemos ir à Baixa do Porto ver alguns artigos para o batismo da Pinypon que será em finais de Julho. Será uma cerimónia simples e por isso não quero nada de vestidos pomposos nem de rócócós. Não precisa de ser nada de exageradamente formal. Simplicidade acima de tudo.

 

Dizia eu que íamos em busca de algumas coisas - nomeadamente toalha e vela. Vestido ou fofo (ainda não decidi) será comprado ou mandado fazer mas repito, quero uma coisa simples. A minha ideia era recorrer ao comércio tradicional, já tinha visto algumas coisas online e até pedido preços mas mesmo assim, resolvi dar uma olhadela pelo que há nas lojas.

 

Entrei em 3 lojas com vestidos cheios de folhinhos e pérolas e coisas que tal e em todas elas se escandalizavam por só querer ver velas. E o vestido? Ah ainda estou a decidir. Mas não quer ver nenhum? Não, obrigada, só mesmo as velas.

 

Resultado, mostraram as velas de mau modo, disseram preços a correr, perguntei se gravavam o nome e data, ah mas fica mais caro. Sim, mas quanto? As velas custam entre 15 e 30€. Numa das lojas, chegaram mesmo a deixar-me a olhar para as elas e começaram a atender outra pessoa.

 

Pessoal, parece que não estamos em crise e que se podem da ao luxo de esbanjar clientes. Já nem perguntei pelas toalhas. E resolvi que vou comprar a vela online, já tinha visto este modelo da Mundo em Papel e gostado bastante, bem como da pronta resposta da loja. Fica em Lisboa, por isso terá de vir pelo correio mas prefiro do que andar a perder tempo.

 

Quanto à toalha, acho que vai ser mesmo a do meu batismo. E até acho engraçada a ideia da "reciclagem". Estou é a pensar em mandar bordar o nome da Pinypon...Mas às tantas até isso é problemático.

 

Fico fula com estas figuras, juro que fico.

 

xoxo

cindy

 

Agora sim, caí em mim!

E quando leio uma notícia onde falam dos cortes que os portugueses vão fazer nas compras de natal e que esses cortes equivalem a 8%, fico com a certeza que vivemos num manicómio à beia mar plantado e ainda não nos apercebemos.

 

Até agora.

 

Fico à espera dos vossos comentários.

 

xoxo

cindy

 

PS: o valor médio que os portugueses pretendem gastar, segundo uma sondagem qualquer, é de 575€.

 

A tanga é só para uns!

Ontem li uma notícia que embora não me tenha surpreendido me deixou mais que revoltada.

 

Podem lê-la aqui.

 

Num momento em que andamos todos a apertar os cordões à bolsa e a ouvir falar diariamente de sacrifícios e cortes e béubéubéu é revoltante sair-nos do bolso o dinheiro para pagar os 1000 euros diários que a Catarian Furtado ganha.

 

Sim, 1000 euros, leram bem. A apresentadora ganha 30 000 euros mensais. E eu pergunto, o que faz ela de maior importância que justifique ganhar num dia o que um outro trabalhador não ganha num mês. Ainda se fosse nos canais privados, ninguém tinha nada a ver com isso. Agora, na televisão pública? Acreditem que isto ainda me choca mais! Já todos sabemos que as figuras públicas, atores, apresentadores, músicos ganham balúrdios mas neste caso, o dinheiro sai-nos a nós do bolso!

 

Até quando esta pouca vergonha? Agora que vai ser levada a cabo a restruturação interna da rtp, quero ver o que esta malta vai dizer quando vir as regalias e o salário cortados.

 

xoxo

cindy

Disto e daquilo by barbie

Tenho andado desaparecida.

 

Quando eu e a Cindy criámos este blog, eu estava numa fase muito positiva da minha vida. Tinha sido mãe pela segunda vez há pouco tempo , o meu filho tinha acabado de entrar na escola e as coisas estavam muito estáveis.


Neste momento não estão e é só isso que quero aqui dizer.

 

Quando não estou bem não gosto de andar a dizê-lo. Não sou capaz de vir aqui ao blog diariamente queixar-me da minha vida. Prefiro ficar quietinha no meu canto , a lutar e a pedir que as coisas mudem e melhorem.

 

Mesmo assim achei que já vos devia uma explicação.

 

 

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E já que aqui estou, vou fazer a minha lista de tarefas semanais. Para ontem tinha como objectivo fazer a entrega do IRS, a matrícula escolar da minha filha e as compras semanais, e posso orgulhar-me de dizer que consegui fazer tudo.

 

Para hoje quero limpar e arrumar bem a cozinha , incluindo o frigorífico e os armários.

 

4ª feira é dia da criança, e tenciono passar a manhã a tratar da roupa e fazer uns bolinhos para os míudos à tarde.

 

5ª feira limpo os quartos e a casa de banho e na 6ª dedico-me a fazer mais alguns cortinados.

 

Pelo meio, claro que tenho que cozinhar (hoje ainda vou fazer o pão para colocar no frigorífico, umas sopas para congelar e uma panela de feijoada também para congelar em doses individuais). Diariamente faço as tarefas habituais e trato dos miúdos e das suas actividades, mas ainda me queria dedicar aos crafts que tenho em mãos: uma camisola em algodão para mim, acolchoar a manta para a Lu  e começar uns tapetes com t-shirts recicladas.

 

E vocês , têm tudo organizado para esta semana?

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