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Beauty & Lifestyle

A culpa

Às vezes leio artigos como este e fico a pensar no efeito que estas notícias, teorias e afins têm nos pais.

 

Nos pais que trabalham a tempo inteiro, que cumprem as 8h diárias muitas vezes prolongadas sem a compreensão dos patrões. Nas famílias em que os filhos só vêm os pais ao início e final do dia, entre pressas para sair de casa a tempo e horas, banhos, sopas e cama. Eu não estou a dizer que não seja verdade, mas é certo que nos dias que correm haverá certamente poucos pais com a possibilidade de irem buscar os filhos ao final de 6h na creche. Simplesmente tal não se coaduna com a nossa realidade laboral e social.

 

Decerto que seria melhor para qualquer criança passar mais horas com os pais mas enquanto não se alterarem as leis atuais por politícas pró-família, não se modernizarem as  mentalidades retrógradas das nossas entidades patronais e dermos um passo em frente em direção a uma lei laboral mais justa e amiga da vida familiar, infelizmente muitos pais não o conseguirão fazer.

 

É fácil lançar estas "postas de pescada" para o ar mas tenho cá para mim que a maior parte dos pais não se importaria em nada de deixar deixar os filhos na creche apenas as tais 6h por dia recomendadas. De poder ir dar um passeio pelo parque, fazer umas compras menos apressadas, chegar a casa e brincar sem pressa... se tal fosse exequível. Não o podendo fazer e ler estes artigos dos ditos "especialistas" só serve para agravar a "culpa".

 

Não sei se concordam...

 

xoxo

cindy

Abrir as asas e voar...

A emigração é, infelizmente, cada vez mais o retrato do nosso país. Acho que seremos sempre um povo de emigrantes, dos que vão para fora para terem mais e melhor. E se antes se assistia à emigração de pessoas com poucas qualificações, hoje em dia são mesmo os nossos quadros técnicos, os nossos licenciados, os nossos jovens que abrem asas e partem em busca de pelo menos um primeiro emprego, uma oportunidade na área de formação, que na maior parte das vezes lhes é negada no próprio país. Outros vão porque face ao desemprego têm mesmo de ir, deixando cá a família. E tantas famílias separadas, em que vai um dos pais e o outro fica com os filhos. Quanto é que isto deve custar?!

 

Nos últimos anos tenho visto partir alguns amigos. E agora em Dezembro lá vai mais um. As saudades vão apertar e muito, mas sei que para ele é o melhor e que vai feliz. É o que interessa, certo? Felizmente tem companhia por lá, um outro amigo nosso que já lá está. Assim fica mais fácil. E depois vêm as visitas, de lés a lés, em que se anda sempre a correr para atender às capelinhas todas.

 

E assim vou tendo laços espalhados pelo Mundo, as novas tecnologias fazem o longe bem mais perto mas sei que vou ter saudades dos abraços apertados que ainda nenhum computador permite sentir à distância. Bem, mas ao menos vou receber chocolates suiços.

 

xoxo

cindy

Má educação vs Hiperatividade

A semana passada andou uma grande polémica por tudo o que é baby blogs e facebook por causa deste texto.

 

Já deu para perceber que há pessoas que concordam com a postura deste senhor e que estão convencidas que efetivamente as crianças são todas umas mal educadas e que os pais são todos muito maus educadores. Geralmente são os que não têm filhos, mas enfim.

 

A meu ver há aqui duas grandes questões. Se por um lado, há muitos pais que se demitem do seu papel de educadores e esperam que os professores façam na escola o trabalho todo, por outro há que entender que uma criança não é um adulto em miniatura e que como tal, não se pode esperar que vá a um jantar e fique duas horas entado, mudo e quieto, como os pais tantas vezes parecem esperar.

 

Claro que depende muito da criança e da idade mas há que evitar certas situações que à partida os pais sabem que serão explosivas. Uma criança com sono é igual a uma bomba pronta a detonar. Já deu para perceber isso com a nossa Pinypon. Ainda há uns dias, assisti a uma cena entre pai e filho, com direito a lambada e tudo, porque o pai se lembrou de entrar numa loja de gomas para comprar uns bombons e ficou admirado por o pequenito querer umas gomitas. Claro que a coisa não resultou! De quem é a culpa?Quem fez birra? O pai ou a criança? Só faltava acenar-lhe com uma goma e dizer: querias, querias!

 

Por outro lado, as pessoas também se tornaram menos tolerantes aos comportamentos normais das crianças. É normal uma criança saltitar, brincar, cantar e por aí adiante. E testar limites também. Quantos de nós não olharam já de lado ao ver uma criança chorar em público e fizemos um olhar reprovador? Eu própria já o fiz mas agora com a minha experiência recente da maternidade passo-me quando sou eu o alvo desses olhares impúdicos! E já o fui, simplesmente porque a Pinypon tinha descoberto recentemente que sabia dar guinchinhos e resolver treinar enquanto passeávamos pelo shopping! TUDO A OLHAR!!! Porque ela estava a incomodar?!

 

Má educação para mim é o que vou relatar a seguir. Há uns tempos estava eu numa fila de uma loja à espera que chegasse a minha vez de pagar. Atrás de mim estava uma senhora com uma criança. Não é que a certa altura o infante começa a dar-me pontapés nas canelas?! E eu olhei para trás e fiz-lhe cara má. A mãe viu o que estava a fazer e acham que pediu desculpa?! Nada, não se passava nada de especial. Quem diz isto, diz aquelas crianças que se vêm a insultar pais e avós e que chegam mesmo a bater-lhes. Isto sim é muito má educação. E não se resolve com diagnósticos errados de hiperatividade e comprimidos. A minha mãe que é educadora de infância é a primeira a dizer que a maior parte dos miudos não são hiperativos mas sim simplesmente mal educados. Ou haveriamos agora de repente termos um surto de hiperatividade?!

 

Por tudo isto, até poderia concordar com o autor no que diz respeito ao exagero de diagnósticos de crianças hiperativas que há efetivamente hoje em dia. Mas concordar com o que ele reitera como má educação? Jamais. Há que deixar que as crianças sejam... crianças.

 

xoxo

cindy

 

 

 

A tanga é só para uns!

Ontem li uma notícia que embora não me tenha surpreendido me deixou mais que revoltada.

 

Podem lê-la aqui.

 

Num momento em que andamos todos a apertar os cordões à bolsa e a ouvir falar diariamente de sacrifícios e cortes e béubéubéu é revoltante sair-nos do bolso o dinheiro para pagar os 1000 euros diários que a Catarian Furtado ganha.

 

Sim, 1000 euros, leram bem. A apresentadora ganha 30 000 euros mensais. E eu pergunto, o que faz ela de maior importância que justifique ganhar num dia o que um outro trabalhador não ganha num mês. Ainda se fosse nos canais privados, ninguém tinha nada a ver com isso. Agora, na televisão pública? Acreditem que isto ainda me choca mais! Já todos sabemos que as figuras públicas, atores, apresentadores, músicos ganham balúrdios mas neste caso, o dinheiro sai-nos a nós do bolso!

 

Até quando esta pouca vergonha? Agora que vai ser levada a cabo a restruturação interna da rtp, quero ver o que esta malta vai dizer quando vir as regalias e o salário cortados.

 

xoxo

cindy

Haja esperança!

Ontem fui a uma conferência sobre reabilitação urbana na Concreta. Sobre este tema, já fui a não sei quantas, principalmente a partir do momento em que se começou a discutir mais este tema. E o palavreado era sempre o mesmo, tudo muito utópico e sem vias de sair do papel.

 

Mas ontem, pela primeira vez, assisti a uma tomada de posição onde foram comunicadas sugestões, vários pontos de vista por vários profissionais, opiniões bem estruturadas e válidas. Gostei de ver! Gostei sobretudo da intervenção de um dos speakers que foi de encontro a tudo aquilo que eu penso e que fez um bom resumo da encrenca em que estamos hoje. Mas também deu uma mensagem de esperança, essa é que é a verdade.

 

Numa altura em que vemos o dinheiro a fugir do bolso, em que só se fala em crise e mais crise, em estagnação na construção civil, em imensas empresas a fechar por dia, é necessário tomar consciência de que para isto andar em frente vai ser preciso trabalhar muito e pensar muito naquilo que se quer fazer.

 

Durante anos toda a gente quis ter casa. Chegou-se ao cúmulo de haver quem tivesse residência e casa de férias. Nunca se incentivou o arrendamento, muito por culpa da legislação sofrível que temos neste campo. Com os tempos menos bons, continuou-se a construir à grande e à francesa, principalmente nos subúrbios. O resultados? Milhares de imóveis devolutos, zonas fantasmas, zonas de risco, prédios abandonados e por acabar.

 

Temos de nos voltar para aquilo que já temos, ou seja, o que já existe e que está a precisar de obras, maiores ou menores. Deixar os subúrbios e voltar aos centros das nossas cidades. Deixar de querer ser proprietário de um imóvel que no fundo, nos é arrendado pelos bancos. No fundo, precisamos de mudar a nossa mentalidade.

 

É nas alturas mais complicadas que surgem as ideias que nos permitem dar a volta por cima. A história comprova-o.

 

Haja esperança!

 

xoxo

cindy

 

Dos escândalos deste país à beira mar plantado!

Anda a correr as bocas do Mundo, ok, vá lá, as bocas de Portugal, o caso da suposta participação do nosso casal de socialites, Castelo Branco e sua Betty, em orgias. O caso remonta a 2006 e parece que há fotos e vídeos “incriminadores”. Tudo terá sido descoberto porque uma das participantes apresentou queixa contra o marido por ser obrigada a praticar técnicas sadomasoquistas num desses “eventos”.

 

Dizem também que o Conde seria participante ativo e a sua Betty meramente mirone. Acho que estamos todos de acordo que isto é bastante verosímil. É que se dissessem que ela era participante ativa ninguém acreditava! Corria o risco de se desfazer com tanta plástica e botox. Tipo levantar um braço e a perna ir atrás!

 

Pois que o senhor Conde está muito indignado porque afinal de contas vai amiúde a Fátima, é muito religioso e é extremamente púdico. Púdico não seria o adjetivo que eu usaria para o caracterizar mas enfim… Quem dá guinchinhos histéricos, veste roupa de mulher e arma escândalo em todo o lado dificilmente pode ser apelidada de púdica.

 

Usualmente não sou muito de dar importância a estes “escândalos” dos nossos vips mas sinceramente nunca gostei da peça e acho que finalmente se lhe descobriu a careca.

 

Xoxo

cindy

Vivemos na pré-história, só pode! by Cindy

Isto já anda a correr pelos jornais, pelo mundo, pela blogosfera mas eu não podia deixar de escrever sobre o assunto. Para quem não sabe do que falo, leiam aqui a notícia.

 

desde que pus os olhos na notícia que estou enojada, chocada e com uma imensa vergonha de ser portuguesa. Um país onde a justiça é o que se sabe, mas mesmo assim consegui ficar completamente chocada.

 

Chocada pelo crime, chocada pelo facto de a senhora estar grávida, chocada por ter sido cometida a violação por um médico e num consultório, chocada pela decisão, ainda por cima sendo uma juíza.

 

Neste momento estou completamente enojada.

 

Só espero que com o recuso da procuradoria seja feita justiça e o senhor doutor prove na prisão um pouco da sua doutrina.

 

Nojo, nojo, nojo.

 

Das presidenciais! by Cindy

Eu ODEIO política. Mas infelizmente temos de levar com ela. E a verdade é que acabamos quase sempre a opinar sobre o governo do país, sobre o presidente e etc...

 

Sendo quase impossível disassociar o termo político do termo mentirosos (do C******) a verdade é que nos compete a nós eleger os nossos representantes.

 

Nunca fui votar, precisamente por causa do asco que as politiquices me causam. É nojo mesmo.

 

Mas desta vez lá vou eu. E vou votar em BRANCO.

 

Como forma de protesto em relação a esta palhaçada que se instalou naquilo que alguns ainda chamam de PAÌS. Eu cá acho que moramos todos é na República das Bananas!

 

Temos um 1º ministro que enfim, o nosso presidente é como se nem existisse. Mal por mal, mais valia nem termos nenhum e poupava-se um ordenado!

 

xoxo

cindy

&%&#$#&%/!!! by Cindy

Estamos a destruir o arquivo morto aqui do gabinete. São anos e anos de projectos, de pastas, de desenhos, de vegetais (ainda), de dossiers, de cadernos. Praticamente é tudo papel. Portanto o mais lógico é reciclar certo? Não sei se sabem mas a Lipor tem um serviço de recolha de papel a escritórios e afins, a ECOPHONE. Marca-se um dia da semana e lá vêm eles buscar a papelada toda. Assim, fica toda a gente contente e o ambiente agradece.

Agora vem a parte engraçada (!?)... Liga-se a marcar dia, ficou para terça passada, ninguém apareceu. Liga a minha colega e mostram-se muito surpreendidos por não terem aparecido! Ficaram de passar hoje de manhã e ninguém apareceu! Lá ligou ela outra vez e disseram que sim, eles tinham passado por cá! Não não passaram! Após uma investigação profunda lá se descobriu que foram bater à porta errada. E que só passam amanhã ou para a semana!

No meio desta brincadeira temos para aí 40 sacos a abarrotar de papel no meio da sala. Já quase que não nos conseguimos mexer. E o rasganço continua!

E eu pergunto:


Será que ninguém quer trabalhar neste país? Será que é tudo uma cambada de incompetentes? &/%&$$%&#""$

 

Já estou como a minha colega! Parece que falamos mandarim!!!

 

xoxo

cindy

Pais & filhos! by Cindy

No seguimento do post anterior venho aqui lançar uma discussão (salvo seja) sobre o que significa ser pai/mãe nestes tempos que correm.

 

Porque eu consigo entender perfeitamente que os pais se sintam à nora perante o dia-a-dia actual. Por outro lado, as crianças não nascem ensinadas e é até aos 7 anos ( idade em que a personalidade já se encontra moldada) que os pais devem ensinar a distinguir entre o certo e o errado e os prícipios da boa educação. È nesta idade que as crianças já devem saber que não mandam nos pais e que estes estão lá para os proteger, acarinhar, ensinar e acompanhar no percurso que é a vida. Não sendo ainda mãe só posso dissertar sobre esta temática socorrendo-me dos exemplos, bons ou maus, que observo à minha volta.

 

Eu própria não tive a mesma educação que os meus irmãos mais novos, sendo ainda que a diferença é ainda mais notória em relação à mais nova. Sempre tive os limites bem estipulados, no entanto não me lembro de os meus pais me proibirem algo, tal devesse talvez ao facto de eu saber o que podia ou não pedir e fazer. Nunca tive tudo aquilo que queria e pedia. Ensinaram-me a ser responsável e os bons valores que ainda hoje me guiam. Tive um óptimo percurso escolar e hoje se não estou totalmente satisfeita com a vida profissional é porque ainda não me decidi que rumo seguir. Mas está para breve. Sinto-me feliz e realizada na vida pessoal. Por isso acho que os meus pais fizeram um bom trabalho. No entanto, sei que em muitas coisas sou diferente deles e dos meus irmãos.

 

Se calhar já me alarguei mas a questão é que acho que ser pai/mãe é uma tarefa a tempo inteiro e tenho a sensação que os pais hoje em dia acham que ter filhos é giro e tal e não estão nem para aí virados para o que se lhe segue. E voltando à questão das roupas e afins, choca-me ver crianças de 12 e 13 anos a sair à noite para discotecas, jovens de 15 anos a embebedarem-se até não poderem mais e os pais a acharem normal ter de os ir buscar ao hospital.

 

Deixem aqui a vossa opinião!

 

xoxo

cindy

Meet the Blogger

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