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Beauty & Lifestyle

Coisas que não entendo #20

Hoje de manhã recebo uma newsletter da Zippy com uma edição especial do Star Wars com o título "Espreite os artigos que temos para o seu pequeno Jedi".

 

Hummmm... vou espreitar e qual não é o meu espanto quando vejo que a coleção está incluída na secção de rapaz, com artigos disponíveis apenas para elementos do sexo masculino. Pois claro, onde já se viu as meninas gostarem de Star Wars? Ou os meninos gostarem da Barbie? Obviamente que nada me impede de ir à secção de rapaz e comprar uma das peças mas não gosto destas distinções... já antes tinha reparado que por exemplo a coleção dos Minions apenas estava disponível na secção masculina, deixando as Minnies e outras bonecadas para as meninas. Não gosto, mesmo.

 

Cá por casa brinca-se com bonecas e com carrinhos, joga-se à bola e fazem-se cozinhados dignos de masterchef na cozinha. Já a apanhei a brincar com um lápis a fazer de conta que era uma chave de fendas e a arranjar a cadeira. Nem me passa pela cabeça ensinar-lhe que há coisas para meninos e coisas para meninas. Eu sempre gostei de jogar futebol e no entanto sou bastante feminina. Estes estereótipos põem-me doente!!!

 

xoxo

cindy

 

 

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Coisas que não entendo #19

Um destes dias, diz-me o S. "ah não falas com X há imenso tempo." ao que eu respondo "cansei-me de ser sempre eu a ligar, a perguntar, a escrever.".

 

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E é esta a verdade - tenho-me cansado de ir atrás das pessoas. Mesmo quando não há vagar para os amigos se encontrarem - cada um tem a sua vida, o seu ritmo e rotina - uma chamada, um sms, uma conversa pelo chat cai sempre bem. Não pode é ser sempre iniciativa do mesmo! Nem se lembrarem que nós existimos apenas quando precisam de algum favor ou informação - esta dava para um post enormeeeeeeeee. O que tenho vindo a constatar é que uma das coisas que fazem as pessoas afastarem-se é quando sentem que estão em falta ou agiram mal contigo - em vez de tentarem esclarecer a situação, eventualmente pedir desculpa, não. Afastam-se e se tu preocupada tentas saber se está tudo bem, desconversam e despacham-te em dois tempos.

 

Já perdi a paciência para com estas atitudes e acabei por simplesmente deixar de me importar. Afinal, só faz falta quem cá está.

 

xoxo

cindy

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Coisas que não entendo #18

Pessoas que conduzem que nem umas loucas dentro da cidade.

 

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Um dia desta semana tinha eu ido buscar a Pinypon à escola e vinha a caminho de casa pela Avenida da Boavista. Estava algum movimento, o normal para aquela hora do dia, mas andava-se bem e sem ser a passo de caracol. Tinha um carro ao meu lado, carros à frente e nisto começo a ouvir um barulho de aceleração a fundo. Olho pelo retrovisor e vejo um maluquinho a tentar enfiar o carro entre o meu e o do lado. Ó meu senhor, só há duas faixas, está a ver alguma terceira? Nisto vejo um carro em segunda fila e dou sinal para me desviar. Pois que o homem tenta mais uma vez enfiar-se onde não cabe e não satisfeito começa a apitar que nem um doido! Mais uma vez olho pelo retrovisor e vejo o homem completamente passado. Finalmente, lá me ultrapassa e segue vida sem deixar de baixar o vidro do passageiro e vociferar qualquer coisa que não entendi mas algo me diz que não me estaria a chamar fofinha.

 

Sou só eu que fico assustadíssima com estas situações? Só me passa pela cabeça que efetivamente há pessoas com bastantes parafusos a menos e que um qualquer percaço no trânsito pode dar origem a uma tragédia. Ainda há uns tempos vi dois condutores pegados porque tinham batido e ninguém assumia a culpa. Não estiveram com meias medidas e começaram à batatada. Um deles tinha o filho no carro e eu só pensava, que raio de exemplo!

 

Devem ter todos lido esta pérola!

 

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Civismo na estrada precisa-se!!!

 

xoxo

cindy

 

 

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Coisas que não entendo #17

Já toda  agente deve ter ouvido falar da campanha do Super Gang dos Frescos do Lidl. Eu já tinha ouvido falar da campanha anterior e na última vez que fui ao Lidl fui confrontada com a campanha a decorrer da pior maneira. Caixas de peluches espalhadas pela loja inteira, uma Pinypon desejosa de trazer todos e sem perceber quando eu lhe explicava que nem um podia trazer porque era preciso uma caderneta, gastar 120€ em compras e ainda pagar mais 2.99€.

 

Agora façamos contas - 7 peluches, para trazer um é preciso gastar 120€ + 2.99€ - o que dá a módica quantia de 840€ em compras + 20.93€, perfazendo um total de 860.93€ para trazer o gang completo.

 

Whatttttttttttttttttt? Sou só eu que acho isto publicidade/campanha agressiva? Eu sei que nos cabe a nós pais não fazer as vontades todas aos meninos, nem habituá-los a terem tudo o que pedem mas senhores! Eram peluches na fruta, peluches nos iogurtes, peluches às resmas junto às caixas!!! Sim, sim, é mesmo para apelar a uma alimentação saudável... para isso, cobravam um preço simbólico e não este absurdo. Ou será que a mensagem é que a alimentação saudável é só acessível aos mais abastados?

 

Resultado: enquanto a campanha durar ( até meados de novembro) não ponho lá mais os pés.

 

xoxo

cindy

 

 

 

 

 

 

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Coisas que não entendo #16

Perguntava a Cláudia - perante as notícias de gastos acima dos 500€ por parte das famílias em material escolar - se não seria um exagero? Realmente, parece um valor exagerado mas infelizmente corresponde à realidade. Um agregado com dois filhos em idade escolar ultrapassa facilmente esse valor, entre livros e material. 

 

Mas se os gastos em livros não podem ser facilmente contornados (haveria tanto a dizer sobre o reaproveitamento dos livros entre anos letivos), gastos extra com mochilas, lápis, canetas e afins podem ser reduzidos! Mas o que eu vejo nas compras em cada arranque letivo são carrinhos a abarrotar com tudo o que é material novo!!! Não me digam que todos os anos são precisos lápis de cor, canetas de feltro, réguas, esquadros novos!? Onde andam os dos anos anteriores? E será realmente necessária uma mochila nova todos os anos?

 

Lembro-me que o início do ano letivo era sempre motivo para ir comprar material novo - uma alegria, para quem como eu adorava lápis de cores e canetas! - mas lembro-me da mochila dar para alguns anos  e de guardar muito material de um ano para o outro. Cabe aos pais conter este desperdício e ensinar aos filhos a reutilizar e a estimar as coisas que têm. Vivemos cada vez mais numa cultura de desperdício e de ânsia por coisas novas... E mesmos nós adultos nem sempre damos o exemplo.

 

Em relação aos livros, não deixem de espreitar aqui e já agora de assinar a petição.

 

xoxo

cindy

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Coisas que não entendo #15

Já vos contei que mudei de colchão de cama... fiquei com o antigo cá em casa com o objetivo de o doar a alguma instituição. A empresa que faz os colchões podia ter levado o antigo mas nesse caso ia mesmo para o lixo. E embora o colchão já tenha uns anitos decerto será preferível dormir nele que no chão por isso pensei que sempre servisse a mais alguém.

 

Pois que já contatei uma instituição nesse sentido, dei o contato para agendarem a recolha e nada! Já se passou uma semana e pelos vistos não devem estar muito interessados. Ligo e ninguém atende, e-mail nem respondem e ando nisto. É triste... Não tenho meios para transportar o colchão e neste momento a opção é deixá-lo na rua a ver se alguém lhe pega. Mas aqui na zona duvido...

 

Portanto, se souberem de alguma instituição aqui no Porto que faça recolhas ao domicílio e esteja de fato interessada, deixem aí nos comentários!

 

xoxo

cindy

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Dias assim

O dia de ontem foi simplesmente desgastante. Eu até sou uma pessoa positiva mas há dias que acabam com qualquer otimismo...

 

Pensei que tinha adjudicado uma obra, afinal a empresa de construção não aceitou o método de pagamento da empresa cliente e fiquei a ver navios. Eu sei que cada empresa tem as suas poíticas mas também acho que quem tem um negócio não se deve dar ao luxo de ser intransigente. Claro que fiquei de rastos... Sei que foi uma coisa entre cliente e empresa mas eu é que andei a "perder" tempo com um processo que depois não deu em nada, não por falta de liquidez mas por incompatibilidade. Ainda por cima, seria uma boa parceria para o futuro. Para cúmulo, a outra visita a uma obra que tinha agendada para o final do dia e que me tinha obrigado a cancelar a consulta de dentista... foi desmarcada!

 

Entretanto, vou ligar o portátil e sinto um cheiro a queimado... reparo que não está a carregar e que o transformador está a fazer curo-circuito. Lembram-se disto? Pois na altura acabei por comprar um universal na Fnac que pelos vistos não durou muito... 10 meses? Já que estava com a neura resolvi ir ao serviço pós-venda da Fnac e como sempre são super atenciosos e prestáveis (ler em modo irónico sff). A &%$"# do transformador vai para "arranjar" e eu vou esperar 30 dias sem poder ligar o portátil. Para cúmulo, mesmo que eu comprasse outro entretanto, caso se viesse a comprovar que o entregue não tinha arranjo, era trocado por um igual... Nem podia escolher marca ou pagar mais, ou até receber em vale, já que tinha comprado outro. Olhem, é para esquecer. Na Fnac só compro livros e por este andar, nem isso! É que depois de coisas destas, não há quem consiga confiar na marca. E isso lembra-me agora que nem vos contei como esse filme acabou... Só vos posso dizer que acabou mal, muito mal.

 

Só espero que hoje o dia corra melhor porque senão acho que me dá uma coisinha má...

 

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xoxo

cindy

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Coisas que não entendo #14

Acho que esta se vai tornar uma rubrica semanal, tal a quantidade de coisas que não entendo neste Mundo. Mas a notícia que hoje venho comentar deixou-me para além de perplexa... fiquei mesmo revoltada.

 

Parece que há funcionárias que estão a ser chamadas aqui no Centro Hospitalar do Porto para comprovarem in loco se estão a amamentar ou não. O título da notícia "Mulheres forçadas a espremer mamas para comprovar que amamentam" poderia ser sensacionalista mas infelizmente resume mesmo a perseguição que estas mulheres estão a sofrer.

 

Saliento que isto se passa no meio hospitalar - os supostos hospitais amigos do bébé e consequentemente a favor da amamentação. Pelos vistos, deve ser só fomentada a amamentação das utentes e não das funcionárias. E ainda digo mais, a OMS aconselha a amamentação até aos 2 anos pelo menos, logo não é de admirar que muitas mulheres hoje em dia cumpram esta meta ou vão além dela. Se a partir do ano de idade é necessária apresentar uma declaração médica mensal a comprovar a amamentação, não compreendo muito bem a necessidade de pedirem às funcionárias este tipo de "prova". Acho que isto não passa de "bulliyng" laboral que pretende desencorajar as mulheres a prosseguirem com o pedido de dispensa, já que de 3 em 3 meses serão chamadas para dar conta se têm leite ou não. Sou só eu que acho isto um atentado à dignidade de qualquer mulher e uma forma de violência? Não há nada na legislação e no Código do trabalho que obrigue as mulheres a submeterem-se a este tipo de humilhação, mas obviamente as chefias não estão minimamente preocupadas com tal.

 

Num país em que a taxa de natalidade cada vez diminui mais, este tipo de atitudes leva-me a pensar que em vez de progredirmos no campo da parentalidade cada vez estamos mais atrasados. Segundo o artigo um terço dos profissionais inscritos na Ordem dos Enfermeiros terão sido pressionados a não gozarem em pleno os seus direitos parentais. Ora isto é grave, muito grave. Já somos um país envelhecido e caminhamos para muito pior. Pergunto-me eu onde andam os incentivos à natalidade anunciados pelo governo? Ficaram em águas de bacalhau? Ou resumem-se ao noticado há uns dias em que pais e avós poderiam trabalhar a part time até aos 12 anos da criança, vendo os seus ordenados reduzidos proporcionalmente? Quem se pode dar a tal luxo?

 

Às vezes tenho vergonha de ser portuguesa.

 

xoxo

cindy

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Coisas que não entendo #13

Ontem estava  a ler uma notícia referente à venda da Casa Manoel de Oliveira e ri-me tanto com os comentários que almas iluminadas fizeram no FB que não resisti a escrever este post.

 

Sugeria que antes de comentarem lessem com atenção a notícia e procurassem informar-se antes de mandarem os vossos bitaites. Comentários do género "ainda o homem foi agora a enterrar e já lhe vendem a casa" puseram-me a rebolar de tanto rir. É que a Casa Manoel Oliveira não era a morada do senhor, nunca tendo sido utilizada por ele (nem por ninguém a bem ver). Depois os comentários do costume acerca da arquitetura dos edifícios que me fazem crer que em cada português há um arquiteto - deve ser por isso que se continuam a fazer obras ilegais e sem projeto. O pobre Eduardo Souto Moura foi completamente cilindrado nos comentários. E finalmente, o debate se a dita casa fica na Foz ou na Boavista (?). Em caso de dúvida bastava ir ao Google mas pelos vistos há quem situe a casa em plena avenida da Boavista e efetivamente quem a conheça na sua verdadeira localização - na Foz.

 

Brincadeiras à parte, não percebo estas "obras" encomendadas a nomes sonantes da arquitetura e que depois não têm utilização. Assim de repente lembro-me do Edifício Transparente, projetado por Sòla Morales e que só cinco anos depois da sua inauguração veio a ser ocupado, não sem antes ter tido obras de reconversão do arquiteto português Carlos Prata. É de ressalvar o dinheiro que se gasta sem haver retorno. No caso da Casa Manoel Oliveira foram 2 milhões de euros, no caso do Edifício Transparente foram "apenas" 15 milhões gastos na obra inicial e na reconversão. Juntemos ao Edifício Transparente a maravilhosa derrapagem orçamental da Casa da Música e temos uma bela quantia gasta no Porto 2001. Claro que depois as pessoas acham que a Arquitetura é cara... Não é a Arquitetura que é cara, é mesmo o mau planeamento financeiro que por cá vigora.

 

xoxo

cindy

 

 

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Coisas que não entendo #12

É de rir ( ou chorar, dependendo da perspetiva) quando determinadas reportagens/artigos/entrevistas começam a ser partilhados nas redes sociais e de repente começa tudo a tomar resoluções de vida. Acredito que seja com a melhor das intenções mas convenhamos que a) ninguém descobriu a pólvora, b) é chato ver a mesma coisa partilhada vezes sem conta, c) a maior parte das vezes são assuntos mais que batidos, que todos sabemos mas que optámos por não lhes dar a atenção que merecem antes.

 

Falo disto a propósito da reportagem da Sic sobre alimentação. De repente, começa tudo, "que horror, ai o ice tea não é chá gelado?", "tanto açucar?", "ai os bolicaos fazem mal?"! Estamos a envenenar as crianças e não sabíamos! A sério, senhores? A sério que acham que um bolo que tem a duração de dois meses e está cheio de "e's" é saudável? Acham mesmo que um lanche completo é um iogurte de pintarolas cheio de corantes, conservantes e açucares? E que é melhor beber ice tea em vez de água? Deixem-se de histórias. Infelizmente, como na maior parte das coisas nesta vida, caímos no facilitismo. É muito mais fácil pegar em coisas embaladas e enfiá-las na mochila dos pequenos. Do mesmo modo que é mais apelativo para nós comer bolachas em vez de um pão. No outro dia escandalizei-me ao ler os rótulos dos suissinhos infantis que tinham TODOS amido modificado, o que não é de todo recomendável consumir com frequência ou mesmo NUNCA. Se ler os rótulos de todos os produtos alimentares infantis a sensação é a de que o corpo dos mais pequenos deve ser 70% açucar. Portanto, acho que seria benéfico deixarmos-nos de tretas e pensarmos que efetivamente o açucar - e tantas outras coisas - é de evitar. Deixem de dar rebuçados e chupas às criançinhas sempre que vão ao café, habituem-nas a beber água e a deixar os ditos refigerantes e "sumos naturais" para os dias de (muita) festa, comprem pão em vez de bolachas e vão ver que ainda poupam muito dinheiro. Não gostam de legumes? Metam-nos na panela e passem o molho no fim, fica delicioso e eles nem suspeitam no que ali vai. 

 

Quando eu era pequena levava um iogurte de aroma, um pão e uma peça de fruta ( que às vezes não comia) à laia de merenda para a escola. Não me lembro de haver refrigerantes, sumos ou bolachas ( sem ser água e sal e maria) em casa. Bolicaos e afins também não faziam parte da lista de compras dos meus pais. Nunca gostei de cereais, exceto os de chocolate mas raramente os comia. E sendo agora mãe, todos os cuidados são poucos com a alimentação da Pinypon. Há sempre sopa, prato e fruta. Prefiro fazer os iogurtes do que comprá-los. Às vezes faço bolachas mas tento sempre reduzir no açucar e gorduras. Claro que volta e meia lá faço uma sobremesa, compro um gelado e adoro chocolate. Mas não como outras tantas coisas que sei que não têm benefício nenhum. E principalmente, não as dou à minha filha. Há uns tempos tive uma dificuldade enorme em explicar porque não queria que a Pinypon provasse gomas. Porque lhe daria eu isso? Não tem valor nutricional nenhum e só tem coisas que fazem mal. O mesmo se aplica a rebuçados, chupa chupas, bolos comprados e etc. Aquela porcaria não faz bem nenhum, eu não os como e vou dá-los à pequenita? Não me parece.

 

O texto já vai longo e só queria terminar dizendo que espero que a reportagem tenha aberto os olhos a muita gente, mas que a mudança não se faz através de desafios no facebook do género "21 dias sem açucar" ou a deixar de comer produtos com glutém porque de repente somos todos celíacos. Temos de mudar porque é uma questão de saúde e de educação alimentar. E já agora, deixava uma questão no ar. Quando começará a mudar a alimentação nas escolas?

 

xoxo

cindy

 

 

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