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Do estado do país! by Cindy

Um destes dias li aqui que um trabalhador a recibos verdes que aufira de um ordenado de 1000€ brutos vai ficar na realidade, descontos feitos para a SS e IRS, com 578€.

 

Alguém acha esta situação normal?!

 

Tendo em conta que um trabalhador independente não tem protecção social nenhuma?!

 

Eu não sei onde isto vai parar!

 

xoxo

cindy

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E para fechar o ciclo! by Cindy

Para encerrar esta série de post sobre a nossa visita a Londres devo dizer que me custou voltar à (nossa) realidade.

 

Torno a dizer que pela primeira vez na vida imaginei-me a viver noutro país. Penso que foi o choque entre o que vivemos cá e o que vi lá que me faz ter esta visão cor de rosa de uma vivência.

 

Em contraste com a vida de lá, consigo descobrir o encanto de quem vem cá. O sol, o calor, o mar, as praias, a gastronomia, o agradável acolhimento das gentes. No fundo, a simplicidade das coisas boas da vida.

 

E é essa simplicidade que esta crise nos anda a retirar. Quantos de nós não sabem para onde se virar confrontados com o desemprego, o cortar dos subsídios, abonos etc, a subida dos impostos, tudo aumenta menos os ordenados.

 

Estamos a deixar de ser um país de gentes afáveis e bem dispostas para passar a sermos um país amargo como o fel.

 

 

xoxo

cindy

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Sobre a crise! by Cindy

Sim leram bem, cá vem mais um post sobre a crise, o bicho papão deste país.

 

Que isto vai de mal a pior já todos sabemos, que teremos de apertar ainda mais o cinto também. E eu continuo a dizer que o que nos faz falta, enquanto país, não é ter um défice menor ou maior mas sim haver uma revolução de mentalidades!!!

 

Descontamos todos os meses para a Segurança Social que de segura não tem nada, na esperança de que se um dia nos faltar emprego, possamos usufruir daquilo que descontámos aquele tempo todo, de que se ficarmos doentes, continuaremos a receber o que tanto nos faz falta ao final do mês. Pois, parece que agora, quem tiver um pé de meia no banco, pode não vir a usufruir do subsídio de desemprego. Portanto, meus queridos, é receber e gastar! Assim, podemos receber aquilo que temos direito. Ou então é guardá-lo debaixo do colchão que os (outros) ladrões agradecem! Quanto a quem trabalha por conta própria, não tem direito a NADA! Supõe-se que somos todos empresários bem sucedidos. Se a coisa não corre bem, lá se vai o pé de meia e fica-se a ver passar os navios.

 

Temos um Serviço Nacional de Saúde péssimo. Eu nunca pus os pés na minha médica de família e da última vez que tentei marcar uma consulta teria de aguardar 3 meses. O que vale é que há 3 anos resolvi fazer um seguro de saúde nunca mais pus os pés num hospital público ou centro de saúde. Claro que me sai do bolso mas ao menos não aturo situações ridículas de meses e meses de espera para situações de urgência. E sejamos francos, caso se possa optar, prefiro ser atendida num hospital privado. E sim, já estive internada num hospital público e sei bem do que falo.

 

Pagamos impostos por tudo e por nada. O IVA irá aumentar mais uma vez e continuamos impávidos e serenos.

 

Agora serão as portagens nas SCUT's. Pessoas como eu que transitam de uma cidade para a outra para ir trabalhar terão poucas se não nenhuma alternativa. Pagaremos e pronto.

 

Os nossos investigadores piram-se para o estrangeiro. Os nossos técnicos superiores são sub-aproveitados. O sector público encomenda trabalho ao público, mesmo tendo pessoal competente para o fazer dentro das autarquias. E depois atrasa-se no pagamento. E as pequenas empresas fecham. Há desempregados com competências a mais (?) e que jamais irão conseguir arranjar emprego. Isto dito no Centro de Emprego.

 

Eu quero conseguir trabalhar e para isso preciso de licenças por parte das Câmaras. Espero meses e meses por uma assinatura do Sr. Vereador. Se ligo a reclamar dizem que há poucos recursos humanos. E eu penso, tanta gente sem emprego. A licença não sai, o cliente não paga e nós ficamos a tocar viola.

 

Estamos em crise e eu passo pelo parque da Câmara Municipal do Porto e parece um stand de carros de luxo. A venda de imóveis de luxo tem vindo a aumentar nos últimos anos.

 

A conclusão a que eu chego e que não é novidade para ninguém é que quem aperta o cinto são sempre os mesmos. E nem cinto se pode chamar. Neste momento é mais um cordel.

 

E eu, que felizmente tenho uma situação financeira mais estável do que quando estava a recibos verdes, tenho de me capacitar que não posso gastar o mesmo que gastava há uns anos. Porque nunca se sabe o dia de amanhã e desconfio que qualquer dia vamos voltar a uma agricultura de subsistência, com hortas para consumo próprio nas varandas dos prédios. Assim ao menos poupa-se nas hortaliças. E podemos sempre trocar tomates e pepinos por um franguinho!

 

xoxo

cindy

 

 

 

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Da vida! by Cindy

Os dias vão passando e eu pergunto-me para onde foi o tempo?

 

O fim de semana foi passado a tentar recuperar ainda da crise gripal da semana. A recuperação vai lenta mas vai indo. Umas compritas ali, uma visita à sobrinha acolá e o resto do tempo foi passado em casa a pôr os filmes em dia.

 

A semana passada tive sempre assuntos para resolver depois de sair do trabalho o que fez com que chegasse sempre para lá das 20h00 a casa, o que sinceramente me custa um bocado, porque depois é (tentar) jantar, fazer qualquer coisa e caminha. Parece que os dias se vão passando num acumular de coisas para fazer e tratar e o EU deixa de existir. Esta semana vai pelo mesmo caminho.

 

Os dias no trabalho vão-se arrastando entre lutas constantes com burocracia para conseguir levar a cabo algum projecto e o desânimo pela situação geral que faz com que pareça estarmos a remar contra a maré. Quem quer trabalhar não consegue porque aqueles que não o querem fazer nos cortam as bases.

 

E no meio disto tudo ainda arranjo forças para batalhar por uma vida melhor, por um futuro (mais) estável. É engraçado como as nossas prioridades vão mudando à medida que crescemos. Eu quero sempre mais, não gosto de me acomodar.

 

Depois digo-vos se consegui ou não.

 

xoxo

cindy

 

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E vamos juntar-nos ao rebanho? by Cindy

Às vezes acho que ando a remar contra a maré. Quem me conhece diz que me preocupo muito com coisas que não interessam... Que se as coisas são assim, é porque são, não podemos fazer nada para alterar.

 

O problema é que eu acho que podemos e devemos lutar por aquilo em que acreditamos. Quando deixamos de o fazer é que o caldo está entornado, como diria a minha vóvó.

 

As coisas contra as quais eu geralmente estrebucho mais são aquelas que de um modo geral me tocam pessoalmente, ou seja, aquelas que de facto condicionam o meu dia-a-dia, seja no trabalho ou em casa. Geralmente, são questões relacionadas com a profissão.

 

 

Dizia-me no outro dia o Action Man que eu me devia preocupar menos com os imprevistos profissionais que derivam da cambada de incompetentes que gerem o nosso país. Se não me deixam fazer como acho que deve ser, então devo fazer como os restantes.

 

Ora isto não me parece bem. Devo deixar de lado os meus valores, as minhas crenças e juntar-me ao rebanho? Deverei deixar de ser inconformada? Se calhar é bem mais fácil, mas lamento, não consigo assistir impávida e serena ao desmoronamento da nossa sociedade, dos nossos valores, da nossa moral, das nossas vivências. Só porque ALGUÉM acha que manda em tudo e todos e que a sua palavra é LEI.

 

Há muita coisa que está mal, e a maior parte dos problemas partem da classe política. Quem os pôs lá? Fomos nós? Pois fomos. Uns são melhores que os outros? Não sei, está sempre tudo tão mal...

 

Costumo dizer que se neste país nos deixassem trabalhar então aí sim, veríamos o PIB a aumentar. É que se fosse pelas burocracias que nos põem à frente, nos impedimentos à nossa prática profissional já estávamos fechados à muito tempo...

 

xoxo

cindy

 

PS: não sei se alguém vai perceber o texto... são muitos sentimentos à mistura...

 

 

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Ainda sobre o post de ontem...by Cindy

Já reparei que são poucos os blogs que têm dado algum destaque à preocupante situação económica que o nosso país atravessa. Mas acima de tudo, já temos uma grave situação social e até moral a desenrolar-se há uns anos.

O que é que nos vem faltando já há uns anos? O sentido de responsabilidade como cidadãos. É fácil apontar o que está mal mas não nos darmos ao trabalho de fazer melhor. Era sobre isso o texto que a Ângela me enviou ontem, da autoria de Eduardo Prado Coelho.

 

Eu vejo as coisas desta perspectiva, a minha perspectiva. Acabei a minha licenciatura, tive de fazer um ano de estágio para ingressar na Ordem dos Arquitectos e poder ser Arquitecta. Tive a sorte de ter um estágio remunerado. Fiquei a trabalhar na empresa a recibos verdes. Um falso recibo verde. Tinha horário de trabalho, local de trabalho, e férias. Apesar de ficar quase sem ordenado sempre fiz os meus descontos como manda a lei - Segurança Social, IRS, IVA. Sempre paguei tudinho. Cheguei mesmo a prejudicar as quotas da Ordem para cumprir as minhas obrigações fiscais. E direitos? Descontava mais que qualquer trabalhador dependente e não tinha direito a fundo de desemprego nem a baixa em caso de doença. Eram 160€ para a segurança social todos os meses. 160€ atirados ao vento. E foi assim durante 4 anos de trabalho. E não foi por falta de procurar melhor.

 

Portanto a mim revolta-me saber que há pessoas que trabalham pouco, recebem muito e ainda fazem as mais variadas aldrabices. O português está sempre a pensar como há de enganar o vizinho, não é assim que se diz? O pior é quando o vizinho somos nós, uma minoria, cidadãos cumpridores...

 

Se cada um pensasse que com a sua mesquinhez e aldrabice está a prejudicar um sem número de pessoas, a prejudicar o futuro dos filhos, a impedir o país de crescer, talvez o mundo fosse um lugar melhor.

 

xoxo

cindy

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Onde vai este país parar? by Barbie&Cindy

Pois que hoje vamos dar asas à nossa veia reinvindicativa!

 

O país está no estado em que nós sabemos! Mas não contentes com o panorama geral, ainda o conseguem por um bocadão pior.

 

Senão vejamos!

 

Vão pôr portagens nas SCUTS. Sim senhora, muitos parabéns. É com o nosso dinheiro que os milhares de milhões de quilómetros de  estradas e autoestradas foram construídos. Pelos vistos agora ainda temos de pagar para ir de casa ao trabalho. Sim, porque a A44 e A29 passam dentro da cidade de Vila Nova de Gaia e vieram susbtituir a antiga nacional 109. Ou seja, não há alternativas de circulação. Digamos que são o mesmo que a VCI do Porto. Aliás nem sei como ainda não se lembraram de pôr portagens na VCI. Portanto a partir de Julho terei de pagar 0,50€ por cada viagem entre Gaia e Porto. Pimba, Cindy, pagas e pronto. Sim, porque a alternativa é ir por dentro de Gaia o que equivaleria a gastar um horror de gasolina e demorar horrores a chegar. Qualquer dia quero ir à padaria e além de ter de pagar o pão que está caro para chuchu ainda tenho de pagar portagem porque resolveram chamar à rua A-2010.

 

O Papa vem passear ao nosso rico País. Há dispensa do trabalho, as escolas vão fechar, uma maravilha. Há consultas adiadas, cirurgias adiadas, um  must. Como se já não bastasse o dinheiro  que vamos gastar nesta visita, ainda vamos literalmente parar o pais de ponta a ponta, em algumas localidades durante 2 ou mais dias para recebermos Sua Santidade. Sim, porque conforme isto está, podemos dar-nos ao luxo de parar de trabalhar para irmos assistir a estes eventos. Bem, se calhar perante tal vassalagem, o Papa vai-nos conceder um milagre que se concretizará num aumento ao PIB que nos fará sair da crise.

 

Alteram a percentagem do subsídio de demprego. Claro tem toda a lógica. Os que trabalham não têm direitos, mas os que não fazem nada vivem dos rendimentos mínimos. Mais uma vez mexem nos bolsos de quem cumpre as suas obrigações sociais e fiscais. Quando os próprios centros de emprego aconselham os desempregados a não aceitarem propostas de emprego porque recebem pelo fundo de desemprego e não fazem nenhum, está o mundo perdido.

 

Ora bem, nós estamos a pensar em emigrar e vocês?

 

xoxo

barbie&cindy

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Mas onde vai este país parar?!by Cindy

Ora bem, leram no post anterior a parte de estar há um mês à espera de um levantamento topográfico?

Acaba de me ligar o topógrafo a pedir desculpa mas que o facto de estar tudo atrasado não é culpa dele. E não é mesmo, é da merda da burocracia e dos pançudos que andam aí a ganhar dinheiro à custa da desgraça e prejuízo dos outros.

Senão vejamos:

O projecto de loteamento é de 1990, ou seja tem 20 anos;

Andou aos tombos na Câmara de Gaia;

Para azar meu, veio cair nas minhas mãos em 2008;

Já se entregaram não sei quantas plantas;

O desgraçado do homem nunca mais consegue fazer as escrituras dos lotes;

 

E porquê?

Porque de cada vez que os fiscais vão à obra embirram com qualquer coisa e inventam outras dez.

Porque os burróides não entendem que o projecto licenciado tem 20 anos e a realidade hpje é diferente;

Porque os técnicos só sabem exigir mas não saem da secretária para irem ao local da obra e andam a fazer planeamento através de imagens de satélite!

Porque os custos da obra e das taxas subiram exponencialmente;

Porque nínguém facilita nada!

 

Estou farta, farta, farta!!!

Merda de gentinha incompetente!

 

Cindy

 

 

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A função pública! by Barbie&Cindy

A semana passada houve aqui uma troca de opiniões relacionada com o "funcionalismo" da função pública. E hoje é dia de expressarmos aqui a nossa opinião!

 

Não se pode generalizar mas quantos de nós foram já mal atendidos/informados ao dirigirmo-nos a um balcão de qualquer organismo público? Ou então testemunhámos situações no mínimo caricatas e pensámos " são mesmo uns incompetentes"? Obviamente que tal não acontece única e exclusiva no sector público. Infelizmente também há muita "cagada" no privado.

 

Então onde reside a diferença? Pressupomos nós que no facto de um erro/omissão/cagada não passar despercebida no sector privado. À custa das promoções e aumentos e etc, os trabalhadores estão muito mais sujeitos a serem chamados à atenção e responsabilizados por tudo o que fazem. E há prazos a cumprir e serões a trabalhar quando é preciso. Não me parece que alguém do sector público fique para além do expediente.

 

O que é certo é que qualquer organismo público ou privado, com atendimento ao público deve ter uma certa qualidade e não andarem todos a fazer que faz. Isto vem no seguimento do que eu, Cindy, passei ontem. Eu tenho prazos a cumprir, clientes a quem dar respostas, processos para despachar. Até hoje nunca deixei ninguém pendurado. E muito menos cheguei à hora de ir embora e sabendo que havia trabalho pendente, virei as costas e fui à minha vida. Além disto, a maior parte de quem trabalha em atendimento ao público acha que nós, utentes, munícipes, temos de esperar. Quantos de nós já não passaram horas em filas a ver os funcionários a conversarem, a escolher o menu para o almoço  (sim já presenciei uma cena destas!) e a "cagarem" em quem está à espera e precisa de ir trabalhar? Ou então quando temos de lá voltar porque se enganaram em alguma coisa? A mim já me aconteceu enganarem-se na minha data de nascimento na SS. Segundo aqueles queridos eu tinha 6 anos. Maravilha não é? E quem é que teve de lá ir de propósito? Eu, claro! Porque a alteração tinha de ser presencial!!!

 

De modo que o que se passou ontem foi a epítome de um acumular de outras que tal, processos perdidos, técnicos aos quais é quase necessário ensinar-lhes a legislação, clientes desesperados porque os técnicos nunca mais respondem aos processos... um rio de dinheiro perdido porque as coisas demoram anos...

 

Eu, Barbie, já trabalhei numa Conservatória. Além do facto de as pessoas terem de esperar imenso para serem atendidas, ainda eram muitas vezes ridicularizadas por não saberem a distinção entre um prédio rústico e urbano ou como se processa um casamento ou divórcio. Será que esses funcionários não estão lá para nos elucidarem? Se todos nós soubessemos de tudo não precisávamos de mais ninguém!

 

E ninguém é responsabilizado no meio disto tudo? Pois não! Têm progressão automática de carreira! E a avaliação, como todos nós sabemos, é uma treta! Além de que a classificação depende muitas vezes do chefe e não da qualidade/quantidade do trabalho.

 

E se hoje em dia é difícil entrar para os quadros da Função Pública, tempos houve em que o "factor C" (leia-se cunha sff)  punha famílias inteiras a trabalharem no mesmo local. E que à custa disto tiraram o lugar a pessoas que efectivamente tinham as competências necessárias ao cargo.

 

E eu, Cindy, que tenho um gajo em casa que trabalha para a função pública, que todos os anos reza para que lhe renovem o contrato, porque senão no privado de certeza que não tem um salário tão bom (e merecido), penso muitas vezes na injustiça disto tudo. De quem trabalha bem e não vê o trabalho reconhecido. De quem não faz nenhum mas mexe os cordelinhos e recebe luvas. E de quem quer é ter salário ao fim do mês mas não quer trabalhar.

 

Ah e outra coisa. Não são os salários da função pública que estão mal e são exagerados. São mesmo os do privado que são absurdamente baixos e miseráveis.

 

xoxo

barbie&cindy

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