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Beauty & Lifestyle

Bébé a bordo #20: o sono

Lembram-se deste post? Pois que tratei de meter mãos à obra e estudar o assunto. E agora estou-me a benzer porque estou com medo de me "gabar" e depois a coisa descambar. Mas vamos lá!

 

Para falar de sono temos também de falar de alimentação, seja aleitamento ou amamentação, já que nos primeiros meses estão os dois par a par e se um não corre bem, o outro também sai prejudicado. Do mesmo modo, não podemos falar de noites boas sem sestas boas durante o dia.

 

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Começando pela amamentação... Tanto a M. como o P. nunca foram bébés de acordar de 2h em 2h para mamar. Em recém-nascidos faziam intervalos de 4/5h durante a noite e nunca tivemos problemas de sonos trocados, em que os bébés não distinguem o dia da noite. Após o primeiro mês começaram a espaçar as mamadas noturnas e a fazer intervalos cada vez maiores. Quando escrevi o post acima, estávamos em pleno 4º mês e a título de curiosidade fui consultar os arquivos do blog e pela mesma altura escrevi um post semelhante sobre a M. Acredito que estivéssemos a passar por uma fase menos boa, seja pela regressão do sono aos 4 meses de que tanto se fala, seja pelas vacinas em si.

 

O que é certo é que resolvi começar a fazer aquilo que tinha dado resultado mais tarde com a M. O que eu (nós) notávamos é que quando a qualidade de sono durante o dia era má, a noite também não corria bem, com inúmeros despertares e pedidos de maminha para sossegar. Tornava-se imperativo melhorar a qualidade das sestas durante o dia! Ora baby P. adorava mamar e adormecer no colo da mãe. Também gostava do embalo do pai e se nós nos sentássemos era um "Ai, Jesus!". Nada contra, os primeiros meses são mesmo para estes miminhos extra porque o tempo foge e o colo não vicia, mas o que é certo é que fazia sestas curtas de meia hora no máximo, o que não supria as necessidades de descanso. A solução foi começar a habituá-lo a fazer as sestas na cama dele.

 

A meio de Outubro deixámos o berço e passámos para a cama de grades, embora ainda no nosso quarto. Enquanto ele mamar de noite não faz sentido mudar de quarto e andar num vai e vem, principalmente com o tempo frio. Cama de grades instalada e pais preparados para muito berreiro. Após ler sobre o assunto e tendo plena noção que não íamos deixar o baby Pêpê a chorar desalmadamente, começámos por implementar uma rotina de sestas que atendesse aos sinais de sono que ele fosse dando. E descobrimos que idealmente ele precisa de fazer 3 a 4 sestas, 3 de menor duração e 1 maior. Portanto, andamos numa rotina de acordar, mamar, higiene, brincar, sesta e assim sucessivamente. Acabamos por dissociar a mama do sono porque introduzimos o brimcar ali no meio. E a coisa começou a correr melhor. Mama, brinca e quando começa a dar sinais de rabujice, cama com ele. No início reclamava mas um de nós ficava lá até acalmar e hoje é só deitá-lo, dizer " Pêpê é hora de nanar", ele vira-de para o lado e fica. Claro que há dias piores mas tem corrido quase sempre bem. Nós conseguimos descansar e fazer outras coisas e ele consegue ter o descanso merecido.

 

E com esta nova rotina, não só ele começou a dormir melhor de dia como as noites voltaram ao normal e o mais importante - consegue adormecer sem ajudas de embalanços e cantorias às tantas da manhã. Não nego mimo nem colo a nenhum dos dois mas acho que conseguem imaginar o desespero de às tantas da manhã andar a embalar um bébé que não dá sinais de ir adormecer nos próximos tempos. Principalmente, quando se vai trabalhar no dia seguinte, como o caso do S. Além disso, um bébé que dorme bem é um bébé bem disposto e feliz! E acreditem, se eles adormecem sozinhos é porque se sentem seguros. Não é isso que queremos para os nossos filhos? Segurança e conforto! Um bebé que adormece sozinho é capaz de acordar e voltar a adormecer sem precisar de ajudas ( colo, cantorias, mama, embalo) e se tiverem um "malandro" daqueles que acorda de 2h em 2h durante a noite para mamar, ponderem se não será porque não consegue adormecer sem essa ajuda.

 

Voltando à amamentação. Pelas 20h dou maminha pela última vez. Este timing também é importante e suscetível de ser ajustado consoante as estações do ano. Agora com a mudança de hora e como anoitece mais cedo, temos notado que provavemente já é tarde para o deitarmos - mama pouco porque já está KO - e vamos começar a antecipar esta última mamada. Maminha dada, beijinho de boa noite e cama. Às vezes choraminga e precisa de um pouco de companhia mas depois é seguido até às 4h/5h da manhã. Nova mamada e caminha com ele, fica até de manhã.

 

Agora que já leram este testamento, e tendo em conta que não sou nenhuma especialista e estou a relatar a minha experiência, o que eu queria salientar são três coisas:

 

- sem sono de qualidade durante o dia não há sono de qualidade durante a noite;

- ensinar o bebé a adormecer sozinho é complicado mas vale a pena. Não acontece da noite para o dia (ahahahah) mas vai dando frutos e vão notar bem a diferença.

- se durante o dia o bebé espaçar muito as mamadas, vai querer repor o que não mamou durante a noite, por isso, mais vale dar de mamar mais amíude durante o dia e verem se as noites começam a ser mais tranquilas.

 

Recomendo-vos ainda a leitura do livro "10 dias para ensinar o seu filho a dormir" da Filipa Sommerfeldt, que foi lido por ambos os pais e ajudou bastante a perceber algumas questões e a instaurar uma rotina diária de sonos.

 

Só me resta desejar-vos bons sonhos!

Bébé a bordo #17: amamentação

Poucos temas da maternidade são tão controversos como a amamentação. Toda a gente, TODA, mesmo aquelas pessoas que nem são mães, adora opinar sobre o assunto. Deve ser o tema mais falado e também aquele sobre o qual as pessoas emitem mais juízos de valor, muitas vezes sem conhecimento de causa e pura ugnorância. Mas como diz o ditado "vozes de burro não chegam ao céu" e é ouvir e andar. Nem sempre é fácil ignorar mas a maior parte das vezes dá mais trabalho tentar explicar do que respirar fundo e fazer ouvidos de mercador.

 

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A minha experiência tem sido no geral positiva. As aulas de preparação para o parto que frequentei quando estava grávida da M. foram muito importantes para ficar a par dos benefícios e dificuldades da amamentação. E sobretudo desmistificaram coisas como "leite fraco", " o bébé está a chorar, não deves ter leite suficiente", "acorda de noite para mamar? então é porque o leite não o satisfaz" ou a melhor "sempre na mama? isso já é manha"...

 

Sim, a mama não é só alimento, é conforto, mimo e aconchego. Por isso é natural que o bébé procure mamar quando está desconfortável e não apenas quando tem fome. Daí o conceito " amamentação em demanda livre" que promove a amamentação sem horários, no fundo, sempre que o bébé demonstre sinais de querer mamar. Por exemplo, sempre que temos visitas Dom P. parece que não larga a mama, provavelmente porque se sente desconfortável, custa-lhe a dormir com tanta excitação e recorre à maminha para se acalmar.

 

Não é um caminho fácil. Da M. mesmo estando bem preparada não me livrei de uma mastite, curada com antibiótico amigo da amamentação - não acreditem quando vos dizem que para tomarem antibiótico não podem dar de mamar, há vários que não são prejudiciais para o bébé - e mesmo agora volta e meia dou por mim a meio da noite a tomar chuveiro de água quente para desfazer engurgitamentos e nódulos de leite. Custa, dói mas tudo passa e sinceramente são mais os benefícios que os inconvenientes.

 

Claro que é uma prisão para a mãe. Custa-me não poder decidir em cima da hora ir dar um passeio ou tomar um café com as amigas sem levar o baby atrelado. Ou dar uma saltada à praia com a mais velha por mais de 2h que é geralmente a frequência com que o P. mama de dia. Quando consigo combinar com antecedência ou sei que em determinado dia vou ter de sair, tiro leite com a bomba nos dias anteriores. Mas é uma seca e dispensava bem. E só pela trabalheira de lava biberão, esteriliza biberão e por aí fora, não consigo perceber quem acha mais prático dar biberão que mama. A única vantagem é mesmo poder ser o pai ou outra pessoa a dar.

 

Alguns conselhos:

 

- Dar de mamar sempre que reconhecer os sinais de fome do bébé:  abre a boca; faz movimentos com a língua; franze o sobrolho; vira a cabeça à procura da mama da mãe; leva a mão à boca e suga-a;

 

- Esvaziar a mama antes de oferecer a outra e caso mame das duas, na próxima mamada começar pela última mama oferecida. A composição do leite varia durante a mamada e o leite rico em gordura fica para o fim, pelo que é importante que o bébé consiga assimilar esse leite;

 

- Para aliviar mamas demasiado cheias colocar panos quentes ou recorrer ao chuveiro e tentar esvaziar um pouco manualmente. Após o bébé mamar pode-se colocar um pouco de frio para acalmar;

 

- Durante a noite os níveis de prolactina atingem o seu pico, pelo que é fundamental dar de mamar neste período.

 

- Nos primeiros tempos não usar a bomba porque fará aumentar a produção e poderá potenciar engurgitamentos e outros problemas.

 

- O biberão também só deve ser oferecido quando a amamentação estiver bem estabelecida, normalmente a partir do primeiro mês. Mesmo assim, há outras alternativas, como por exemplo a técnica do copinho;

 

A M. mamou até aos 15 meses, foi fazendo um desmame gradual, vamos a ver até onde chegamos com o baby mais pequenino. Gostava que me contassem as vossas experiências, positivas ou não!

Bébé a bordo #8

Vamos falar de amamentação?

 

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Quando a M. nasceu e a amamentação se consolidou, comprei uma bomba da Medela para ir tirando leite. Na altura optei pela Medela Swing, elétrica, pequena e fácil de usar. Não foi propriamente barata mas pareceu-me um daqueles investimentos a longo prazo. Na altura fui tirando leite, armazenando e congelando, sem grandes stresses porque afinal de contas a M. ia ficar comigo para além da licença de maternidade. O que é certo é que nunca consegui tirar grandes quantidades e sempre tive imenso leite.  A M. mamou até aos 6 meses em exclusivo e depois até aos 13 meses. Portanto, quantidade não era problema.

 

 

Há uns tempos em conversa com a minha cunhada apercebi-me que existem vários tamanhos de funis para a bomba, sendo que por defeito traz o M. Ela comprou o S e diz que notou logo diferença na extração. Seria esse o meu problema inicial? Bem, nada como experimentar. Ela entretanto emprestou-me os funis que comprou - cada embalagem traz 2 - e vamos a ver se realmente noto a diferença.

 

E sobretudo, a ver se o rapaz não se habitua em exclusivo às mamocas mas também fica satisfeito com um biberão de vez em quando!

 

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Bébé a bordo #6

Hoje o tema é relacionado com a amamentação, mais propriamente com a roupa interior. Hoje em dia já há bastante mais variedade em termos de soutiens de amamentação - na altura da M. ainda havia poucos modelos e todos muito básicos/ aborrecidos - e para todas as carteiras.

 

Durante a gravidez, cedo deixei de conseguir usar os soutiens habituais não só pelo aumento do tamanho do peito mas também porque os aros me incomodavam, já que a barriga desta gravidez é bastante subida.

 

Após alguma pesquisa e experimentação comprei dois da Women'secret da linha Maternity e tenho-os usado durante toda a gravidez. Sinto-me confortável, vamos a ver como funcionam na amamentação propriamente dita.

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Women'secret

 

Ontem na H&M comprei um outro, já mais bonitinho mas quero ver como funciona em termos de suporte.

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H&M

 

Na Zippy recomendaram-me este que vos mostro mas acho o preço algo exagerado...

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Alguém com feedback deste ou outras marcas? 

Há coisas que me tiram do sério...

E uma delas são pessoas fundamentalistas. Daquelas que acham que é tudo preto ou branco e se esquecem dos tons de cinzento pelo meio, que acham que têm sempre razão e que não perdem oportunidade de impôr a sua vontade aos outros.

 

aqui falei da amamentação e perdoem-me as leitoras por voltar a tocar neste assunto que pode não ser tão interessante para elas mas sinto que preciso de voltar a falar sobre isto, principalmente depois das barbaridades que tenho lido escritas a modo de comentário ao post da Pipoca sobre ter decidido não amamentar. Porque é egoísmo, blá blá blá, só se preocupa com a estética, blá blá blá, o leitinho da mama é o melhor que há, blá blá blá, foi aconselhada por médicos ignorantes, blá lá blá. Que filme, parece uma batalha campal. De um lado a seita da amamentação, do outro, as pessoas normais.

 

Antes de mais, cabe à mulher, à mãe decidir se quer amamentar ou não o seu bébé. Ponto final. Não cabe ao pai, à avó, à enfermeira, ao médico, ao vizinho e ao piriquito. CABE À MÃE. Se é o melhor para o bébé? É. Mas a mulher tem a opção de escolha. Seja porque motivos for, tem o direito de escolha.

 

A amamentação pode ser complicada. Eu queria muito amamentar, não o fazer nem me passava pela cabeça. Ao início tive dificuldades, ela não pegava bem, viemos para casa e foi complicado de acertar com a pega. Depois fiz uma mastite com a subida do leite. Podia ter desistido mas tive muita força de vontade e passadas umas duas semanas do parto já estava pro no assunto. Mas foi complicado, torno a repetir. Felizmente a Pinypon sempre engordou muito bem e por isso nunca levei com a história do leite fraco e do suplemento. Mas conheço tantos casos em que logo depois do parto enfiaram o biberão de suplemento pelas goelas abaixo do bébé e claro está a amamentação ficou logo comprometida.

 

Há bébés mais complicados, aqueles que querem mamar noite fora, que fazem da mama chucha, que acordam de hora a hora e só sossegam com a mamoca. Felizmente a Pinypon nunca foi assim, porque se fosse eu teria desistido. Porque o descanso também é importante e convenhamos que meses de noites mal dormidas não fazem bem a ninguém. No outro dia pergunta-me a minha rica sogrinha " mas ainda tens leite ou é só miminho?". Claro que tenho leite, isto não é nenhuma chupeta ambulante. Claro que é um conforto para ela mas é sobretudo alimento.

 

A Pinypon ainda mama de manhã e antes de dormir. Ando a ver se se habitua ao leite de vaca mas está complicado porque ela nem sequer sabe para que serve o biberão. Mas como já bebe iogurtes líquidos pela palhinha, vamos a ver se o leite vai pelo mesmo caminho. Não me sinto obrigada a fazer o desmame mas acho que chegou a hora. O pediatra pôs-me à vontade, não impôs ideias nem opiniões, já não posso dizer o mesmo da médica do CS que me atirou com um " mama depois do ano é mimo". No mesmo CS onde há uma equipa fantástica de apoio ao aleitamento materno.

 

A OMS recomenda a amamentação até aos 2 anos mas eu acho que me fico por aqui. Não imagino andar até aos 2 anos de mamocas ao léu. E diga-se de passagem que as recomendações da OMS se dirigem sobretudo para os países pobres, com taxas de mortalidade infantil elevadas e em que a amamentação é o único alimento de muitas crianças.

 

Ah e tenho a dizer que caso não estivesse eu desempregada e decerto não estaria ainda a amamentar nem a amamentação teria durado tanto tempo. Porque eu nunca consegui tirar leite com a bomba, ficava sempre com o peito encaroçado e lá está, não ia andar constantemente com dores para continuar com a amamentação. Porque aí deixaria de ser um prazer e passaria a ser uma obrigação. Como uma amiga minha que na primeira filha passou por um stress imenso porque a miuda não mamava em condições e tinha toda a gente à volta a insistir com ela, a sogra a zucrinar-lhe a cabeça e ela num estado deplorável, desistiu. Agora no segundo, tudo correu pelo melhor, com mais calma e menos intromissão.

 

Sabem uma coisa? Acho que nós mulheres conseguimos ser muito mázinhas umas para as outras...

 

xoxo

cindy

 

 

 

Amamentação - II

Existe muita literatura sobre este assunto, é pena é existir pouca informação, os profissionais de saude além de terem pouca formação, também não estão bem informados (alguns, atenção ñão estou a generalizar.) 

E depois existem as Mães que não querem amamentar. Penso que o melhor neste assuntos (e noutros também!) é não ser fundamentalista. Eu acho que a amamentação é o melhor para a Mãe e para o bebé, em imensos aspectos, sendo um deles o preço, o ser prático, o estar sempre pronto, e claro para o bebé são os benefícios que lhe traz em termos de saúde e imunidades.

Claro que se a mãe quer estar disponivel para por exemplo, sair sem o bebé e não ter que andar com a bomba atrás para tirar leite, quer poder beber e fumar à vontade, etc, então realmente o melhor será o dar ao bebé um leite de fórmula. Mas se a Mãe tem gosto em dar o peito ao seu bebé deve tentar ultrapassar todos os obstáculos, procurar ajuda e apoio, muitas vezes ir contra vozes dissonantes, mas acima de tudo, agir de acordo com a sua consciência, fazendo que pensa ser o melhor para o seu filho.

Voltando ao meu caso, eu amamentei em exclusivo até aos 6 meses, e continuei a dar mama a pedido (sempre que o bebé quer) até aos 13 meses, altura em que, com o rompimento dos dentes de cima, a Lu deixou de conseguir mamar.

Agora, e muitas vezes, ainda me pede mama, que eu dou sempre, mas ela já não mama nada. Penso que ela acha que as maminhas são dela , Hehe.

 

E cá hei-de voltar, é um tema com muito para ser dito.

 

 

Barbie

O cantinho do bebé - Amamentação I

Este post vai ser sobre Amamentação.

É um tema bastante controverso, e como o conheço muito bem, vou dar aqui uns palpites hehe...

Eu decidi, logo da primeira gravidez, amamentar o meu filho. O que fiz com bastante facilidade, durante cerca de 5 meses.

Da segunda vez, já depois de ler imenso sobre o assunto, de assistir a aulas e etc. estava mesmo muito decidida a amamentar . O que fiz também, mas desta vez com algumas dificuldades.

A minha filha foi prematura, logo não tinha força para mamar, e engordava muito pouco. Eu, que não tinha experiência em bebes pouco mamões ( o 1º era muito), ia ao centro de saúde e a enfermeira lá me ia dizendo que se calhar tinha de começar com o suplemento, o que é um erro enorme, pois o leite materno é muito importante no desenvolvimento das crianças, sobretudo das prematuras! E quero com isto dizer que há muita falta de informação por parte dos profissionais de saúde, que deveriam orientar as Mamãs, ajudá-las e ensiná-las para que possam dar o seu leitinho às crias.

Existem muitas técnicas que eu depois fui aprendendo, a maioria das Mães deixa de amamentar por pura falta de informação, conheço muitos casos destes.

Por exemplo, é um mito e totalmente falso que quem toma medicação, por exemplo, anti-inflamatórios ou antibióticos, não possa amamentar: existe imensa medicação compativel, eu própria tomei imensa, infelizmente, desde anestesias gerais, a medicação fortíssima para as dores, a antibióticos, tudo por via venosa, e depois em casa continuei, com 16 comprimidos por dia! e tudo isto era compatível, amamentei smepre em exclusivo sem nenhum problema para a bebé.

 

Continua

 

Barbie

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