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Beauty & Lifestyle

O segundo filho

Quando somos pais pela primeira vez tudo é novidade e os dias são uma aprendizagem contínua. Lemos imenso sobre o assunto, vamos às aulas de preparação para o parto e tudo fazemos para que esta coisa da parentalidade corra bem.

 

Quando pensamos no segundo, somos já pais mais experientes, com toda uma escola por trás. Seremos até mais descontraídos em relação a algumas coisas mas ainda mais rigorosos em relação a outras. Calculamos que ter dois dê mais trabalho que ter só um. Que teremos o dobro das preocupações e da despesa. Que os primeiros tempos serão difíceis e de adaptação para todos. Imaginamos isto tudo e mesmo assim partimos à aventura.

 

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E o que nos diz o mundo?

 

"Ah, tens uma filha amorosa e bem comportada? Prepara-te que o segundo vai ser um terror."

 

" O primeiro dorme bem? Vão ver que o segundo não vos deixa dormir..."

 

" Agora com dois, esqueçam as saídas e a vida social."

 

E a melhor de todas... dirigida à mais velha " Quiseste um mano? Mas ele vai-te partir os brinquedos todos".

 

Coisas simpáticas, hein? Não vejo qual o prazer que as pessoas têm em dizer estas coisas. É um facto que os filhos não são todos iguais, cada um terá a sua personalidade mas podem-se explicar onde está escrito que têm de ser o oposto um do outro? É alguma regra matemática? Se um é bem educado, o outro será um delinquente?

 

Também não notamos aquela ciumeira exacerbada da mana mais velha de que toda a gente fala. Notamos sim que está mais teimosa e a precisar de mais atenção mas em relação ao irmão não poderia ser mais querida e dedicada, como já vos falei aqui.

 

É a dita sabedoria alheia, certo? A mesma que quando estamos grávidas faz com que as pessoas tenham prazer em contar histórias de terror sobre o parto. O que vale é que tem boa solução: fazer orelhas moucas!

 

Bébé a bordo #17: amamentação

Poucos temas da maternidade são tão controversos como a amamentação. Toda a gente, TODA, mesmo aquelas pessoas que nem são mães, adora opinar sobre o assunto. Deve ser o tema mais falado e também aquele sobre o qual as pessoas emitem mais juízos de valor, muitas vezes sem conhecimento de causa e pura ugnorância. Mas como diz o ditado "vozes de burro não chegam ao céu" e é ouvir e andar. Nem sempre é fácil ignorar mas a maior parte das vezes dá mais trabalho tentar explicar do que respirar fundo e fazer ouvidos de mercador.

 

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A minha experiência tem sido no geral positiva. As aulas de preparação para o parto que frequentei quando estava grávida da M. foram muito importantes para ficar a par dos benefícios e dificuldades da amamentação. E sobretudo desmistificaram coisas como "leite fraco", " o bébé está a chorar, não deves ter leite suficiente", "acorda de noite para mamar? então é porque o leite não o satisfaz" ou a melhor "sempre na mama? isso já é manha"...

 

Sim, a mama não é só alimento, é conforto, mimo e aconchego. Por isso é natural que o bébé procure mamar quando está desconfortável e não apenas quando tem fome. Daí o conceito " amamentação em demanda livre" que promove a amamentação sem horários, no fundo, sempre que o bébé demonstre sinais de querer mamar. Por exemplo, sempre que temos visitas Dom P. parece que não larga a mama, provavelmente porque se sente desconfortável, custa-lhe a dormir com tanta excitação e recorre à maminha para se acalmar.

 

Não é um caminho fácil. Da M. mesmo estando bem preparada não me livrei de uma mastite, curada com antibiótico amigo da amamentação - não acreditem quando vos dizem que para tomarem antibiótico não podem dar de mamar, há vários que não são prejudiciais para o bébé - e mesmo agora volta e meia dou por mim a meio da noite a tomar chuveiro de água quente para desfazer engurgitamentos e nódulos de leite. Custa, dói mas tudo passa e sinceramente são mais os benefícios que os inconvenientes.

 

Claro que é uma prisão para a mãe. Custa-me não poder decidir em cima da hora ir dar um passeio ou tomar um café com as amigas sem levar o baby atrelado. Ou dar uma saltada à praia com a mais velha por mais de 2h que é geralmente a frequência com que o P. mama de dia. Quando consigo combinar com antecedência ou sei que em determinado dia vou ter de sair, tiro leite com a bomba nos dias anteriores. Mas é uma seca e dispensava bem. E só pela trabalheira de lava biberão, esteriliza biberão e por aí fora, não consigo perceber quem acha mais prático dar biberão que mama. A única vantagem é mesmo poder ser o pai ou outra pessoa a dar.

 

Alguns conselhos:

 

- Dar de mamar sempre que reconhecer os sinais de fome do bébé:  abre a boca; faz movimentos com a língua; franze o sobrolho; vira a cabeça à procura da mama da mãe; leva a mão à boca e suga-a;

 

- Esvaziar a mama antes de oferecer a outra e caso mame das duas, na próxima mamada começar pela última mama oferecida. A composição do leite varia durante a mamada e o leite rico em gordura fica para o fim, pelo que é importante que o bébé consiga assimilar esse leite;

 

- Para aliviar mamas demasiado cheias colocar panos quentes ou recorrer ao chuveiro e tentar esvaziar um pouco manualmente. Após o bébé mamar pode-se colocar um pouco de frio para acalmar;

 

- Durante a noite os níveis de prolactina atingem o seu pico, pelo que é fundamental dar de mamar neste período.

 

- Nos primeiros tempos não usar a bomba porque fará aumentar a produção e poderá potenciar engurgitamentos e outros problemas.

 

- O biberão também só deve ser oferecido quando a amamentação estiver bem estabelecida, normalmente a partir do primeiro mês. Mesmo assim, há outras alternativas, como por exemplo a técnica do copinho;

 

A M. mamou até aos 15 meses, foi fazendo um desmame gradual, vamos a ver até onde chegamos com o baby mais pequenino. Gostava que me contassem as vossas experiências, positivas ou não!

Bébé a bordo #16: a hora do banho

Vamos falar do cuidado da pele do bébé? Nos primeiros tempos, o recomendado pelos profissionais de saúde é não usar nada a não ser água e hidratar com óleo de amêndoas doces. Isto porque a pele do bébé é frágil e não convém ser agredida por agentes externos. Passado o primeiro mês já se podem ir introduzindo outros cuidados, tendo sempre atenção a enventuais alergias e reações.

 

O momento do banho é uma alegria cá por casa. Geralmente, o banho é dado ao início da noite, depois de jantarmos e antes de deitarmos a M. Ela adora participar nos cuidados do mano e não falta a uma banhoca. Preparativos feitos, é hora do banho!

 

Cá por casa começamos por usar algumas amostras do Óleo de Limpeza para rosto, corpo e couro cabeludo da linha 1er soins da Uriage que  me tinham enviado e como gostamos do resultado e o rapaz não teve nenhuma reação, tratei de encomendar em formato grande na Notino. Após o banho e para hidratar a pele temos usado o Leite Hidratante para corpo e rosto. Faço questão de fazer uma pequena massagem relaxante sempre que o baby boy deixa, às vezes já está a reclamar de fome e temos de saltar esta parte mas a massagem é uma mais valia, alivia cólicas, reforça vínculos e desenvolve os sentidos. Para a muda da fralda e para hidratar o rosto usamos os cremes da mesma linha.

 

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Não sei se os vossos bébés sofrem de crosta láctea mas os meus dois passaram por isso. Para tratar a crosta láctea, nada como o Kelual da Ducray. Usei da M. e nem pensei duas vezes antes de o encomendar desta vez. Se há produto que resolve, é este! Basta aplicar na zona a tratar e massajar suavemente. Deixar repousar 10 a 20 minutos, antes do banho. No banho, retirar com água e depois pentear para retirar as escamas. Com as aplicações vão ver que desaparece num instante. Ah e nada de retirarem com as unhas, correm o risco de infetar.

 

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E por aí, quais os vossos produtos preferidos?

 

2 meses de Baby P.

Neste último mês andamos a tentar definir rotinas. Não é fácil porque um bébé é tudo menos rotineiro. Mas para bem da sanidade mental de todos e segurança da filha que já cá andava, é mesmo necessário ir delineando alguns horários.

 

As noites têm sido relativamente tranquilas, às vezes lá nos presenteia com uma rambóia noturna mas regra geral vai fazendo intervalos maiores e dorme das 22h às 3h/4h, mama, torna a dormir e depois só mama de manhã. Volta a adormecer e eu consigo tomar pequeno-almoço, adiantar qualquer tarefa e dar um saltinho aqui. No primeiro mês ele nem chegava a acordar quando o pousava na cama, agora lá vai abrindo os olhitos, manda um sorriso mas vai conseguindo adormecer sozinho. Outras vezes precisa do embalo especial do pai que é tiro e queda.

 

De dia vai fazendo algumas sestas ao colo ou na cama. Muitas vezes adormece a mamar e acabo por o deixar ao colinho. Sabe tão bem e eles crescem tão rápido que é aproveitar! E não me venham com a história do "eles habituam-se ao colo e depois é que vais ver!", colo é segurança e garanto que a primeira não ficou estraga, pelo contrário. 

 

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Almofada de Amamentação Zippy e Fralda Primark

 

E os sorrisos são a grande novidade por estas bandas, Deliciosos e muitas vezes dedicados à mana, que diz que ele é o maior fofinho e o melhor irmão e só não gosta muito quando ele chora. Eu também não mas que remédio, faz parte do conjunto. Gargalhadas só a domir, é demais!

 

Já se entretém na espreguiçadeira por pequeninos espaços de tempo, lá vai agitando as mãos e fazendo abanar os bonecos. Cansa-se facilmente e toca a fazer soar a sirene - leia-se abrir as goelas. Quando quero mesmo fazer alguma coisa inadiável, é só metê-lo no sling que é soneca certa! Claro que o sling não resolve tudo mas é uma grande ajuda para além de prático.

 

E como esta noite foi de rambóia, vou só ali bocejar um bocado!

Bébé a bordo #15: chuchas

Tema novo  para mim porque a primeira filhota nunca quis chupeta! Por mais que insistíssemos e por mais modelos que experimentássemos, era vê-la a cuspi-la sem hesitação nenhuma. E olhem que nos teria dado jeito com as cólicas... Mas vejamos o lado positivo, não tivemos de passar pelo desmame da chucha. Ontem recebi um PR das novas chupetas da Phillips Avent e lembrei-me de fazer este post, precisamente porque é esta a marca das chupetas que comprei para o baby P.

 

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Se forem ver as listas do que levar para a maternidade, vão constatar que nos hospitais amigos da amamentação a chupeta não faz parte dos items pedidos. Pois bem, eu levei uma chupeta só por precaução e logo na primeira noite foi o que me valeu. O rapaz estava inconsolável, eu completamente KO e acabou por se acalmar com a chupeta. As que comprei inicialmente foram as Avent Mini (0-2 meses) e têm sido as utilizadas cá em casa. Ele gosta e eu acho-as práticas pelo fato de trazerem uma tampinha que protege a chupeta e facilita o transporte. Sinceramente, não notei nenhuma interferência com a amamentação mas também o nosso P. não usa a chupeta com muita frequência e sobretudo não dorme com ela de noite. Usamos mais para quando está irritado ou com cólicas...

 

A Avent apresenta agora as novas chupetas Ultra Air, que para além de favorecer um desenvolvimento oral saudável, apresenta quatro orifícios amplos, desenhados para uma maior ventilação no rosto do bebé, enquanto a está a usar. Desta forma, a pele sensível do bebé mantém-se mais seca e calma, permitindo que haja um maior fluxo de ar. Fabricada com silicone de alta qualidade, a nova chupeta Ultra Air da Philips Avent não contém BPA, é extremamente confortável, higiénica e prática para o bebé. Mas o que  me chamou a atenção neste novo modelo foi trazer um estojo de transporte e esterilização no micro-ondas, sem dúvida uma mais valia.

 

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O pvp é de 10,49€

 

Quais as chuchas preferidas aí de casa? Os vossos bébés usam?

 

Vamos ao check-up?

Esta semana temos consulta dos 2 no Pediatra! Consulta dos 2 meses de baby P. no pediatra e estou ansiosa por saber se este badochinha bom está a engordar como deve e quanto cresceu. Aparentemente o rapaz está bom e recomenda-se mas nada como ver os números. Já arrumei bastantes peças de roupa, outras doei

 

Também vamos saber quais as vacinas a dar fora do plano nacional de vacinação, provavelmente a Rotarix e a Bexsero, verdadeiros atentados às carteiras dos pais. Menos mal que a Prevnar já faz partedo plano, da M. ainda pagámos. É certo que as vacinas são um descanso mas mesmo assim custa desembolsar umas centenas de euros quando deveriam ser gratuitas. E quem não pode gastar esse dinheiro?

 

A M. vai à consulta dos 6 anos, normalmente porta-se um bocado mal mas consultas mas desta vez diz que vai dar o exemplo ao mano. Já sei que vamos ouvir que está a dever quilos à balança... Não é uma questão de apetite porque ela come bem e de tudo, é mesmo dela. Nem adianta prescrever vitaminas ou afins, o resultado é o mesmo. Anda sempre a segurar as calças quando corre e nem pensar em comprar calças e calções sem os elásticos de adaptar. Também por recomendação médica já fomos ao oftalmologista para despistar qualquer problema de visão e está tudo ótimo.

 

E será que o pediatra me mata se eu perguntar se posso levar o baby um bocadinho de nada à praia ao final da tarde? Ficava dentro da tenda resguardado... é que assim não há praia para ninguém e a mais velha não se cala! É muito mau?

1 mês de Baby P.

O tempo passa rápido... sobretudo quando é bem passado! Conheço muita gente que não morre de amores pela fase de recém nascido e bébé mas eu adoro e acreditem que já noto imensas diferenças em relação aos primeiros dias e peço ao tempo para andar de-va-ga-ri-nho...

 

Baby P. come, dorme, chora, faz chichi e cócó e sorri imenso, principalmente para a irmã. Ainda se deve lembrar dos bons dias gritados a plenos pulmões para a minha barriga, durante meses. Aproveitámos esta semana de bom tempo para passear (finalmente!) e só espero que o calor continue para poder colocar os refegos do moço ao léu.

 

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E à velocidade que o gordito cresce e engorda vou precisar de investir não só em roupa mais quente nos saldos ( estamos em modo poupança!) mas também em roupa fresquinha para o calor. Tenho ali peças que já deixaram de servir mas felizmente até agora não ficou nada por estrear.

 

A mana mais velha vai tendo alguns ciúmes e temos tentado fazer programas com ela em modo filha única. Esta semana demos um saltinho à praia, às vezes vamos as duas às compras ou vai jogar futebol com o pai. E claro que se ressente quando cá vêm visitas e só têm olhos para o bébé. Felizmente que há pessoas com bom senso que fazem questão de lhe trazer um miminho e ir brincar com ela.

 

Hoje o pai regressou ao trabalho e resolvi que a M. não ia à escola. Afinal, para o próximo ano letivo não vai poder ter esta flexibilidade já que o primeiro ano já implica mais responsabilidade. Ficar com os dois em casa roça o limite da insanidade mas até que tem corrido bem!

 

Bébé a bordo #11: o parto

Como já vos tinha contado aqui, Baby P. não estava com vontade de vir conhecer o Mundo e como tal teve ordem de despejo. A indução foi marcada para dia 16 de Maio e não sendo o cenário ideal, ao menos sempre deu para deixar tudo orientado na véspera e saber com o que podia contar. Passei a véspera com a M. em casa, numa espécie de "último dia de filha única" e foi o melhor que fizemos. Fomos às compras as duas, fizemos um bolo e pão e brincámos um bocadinho.

 

E dia 16 de Maio lá me apresentei eu no CMIN de manhã cedo para a indução. Feita a avaliação inicial, lá me explicaram o procedimento, alertando sempre para o fato de poder demorar até 2 dias ( tortura, só pode!) e de esse tempo não ser considerado trabalho de parto. Este timing apontado como normal deixava-me muito apreensiva, passar 2 dias entre uma cama a ser monitorizada e caminhadas num corredor não me parecia nada simpático, mas enfim. Era rezar que fosse rápido.

 

Primeira medicação dada às 10h da manhã, monitorização, pausas para caminhar e não ficar maluca, almoço, nova avaliação às 16h e tudo na mesma. Mais medicação, monitorização, caminhada e por aí adiante. Algumas contrações, não muito dolorosas, pelo final da tarde, mais uma maratona pelo corredor. Ainda consegui jantar e depois começou a festa! O problema da indução é que por não ser um processo natural, o corpo não progride naturalmente na intensidade, frequência e duração das contrações. Portanto passei de um patamar de dor de 2 para um 8 que me levou a ter vontade de trepar pelas paredes. Ainda fiz uns exercícios na bola de pilates - tenho umas fotos mesmo giras com um ar alucinado! - e mais uma caminhada e quando fomos a ver a dilatação estava finalmente a avançar. Quando não aguentei mais, epidural sff e lá fomos nós para  a sala de partos.

 

Lá se preparou tudo - roupinha do bébé, kit de recolha das células estaminais - veio a anestesista e nisto já eu rebolava com contrações horrendas de 2 em 2 minutos. Socorrooooooooo! Lá levei a epidural mas não ficou no sítio certo, continuava a sentir o pico de dor na mesma e por isso, nova epidural, desta vez mais acima. A anestesista - uma simpatia! - estava muito aflita por não ter ficado bem à primeira e por eu continuar a sentir quase tudo. Felizmente, a segunda dose ficou 5 estrelas e eu passei do inferno ao céu em minutos. Abençoada epidural! E a partir daqui foi muito rápido! A dilatação lá se fez, Baby P. posicionou-se e foi só fazer força. Quando dei por ela tinha uma data de gente na sala a fazer claque hahahaha! Pude ver o bébé a sair e foi mágico! E mal nasceu foi logo para cima de mim, tão mas tão bom! Findos os procedimentos, lá se esvaziou a sala e ficámos só nós os três... no namoro! O bébé mamou logo como se tivesse nascido ensinado... o instinto é maravilhoso! Findo o recobro, seguimos para o internamento. As novas instalações do CMIN estão fantásticas após a remodelação e ampliação da antiga Maternidade Júlio Dinis. Para quem não sabe, o CMIN tem quartos duplos e privativos e eu ainda consegui ficar com um destes. Têm a vantagem de permitir que o acompanhante pernoite, o que é essencial e devia ser para toda a gente.

 

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 Baby P. com 3.295kg e 47.5cm

 

O engraçado é que segundo as ecografias, tudo apontava para um bébé pequenino e afinal saiu-me um badocha com refegos. Menos comprido que a irmã mas praticamente com o mesmo peso.

 

Para terminar só vos posso dizer que, tal como no parto da M., não tenho nada a apontar aos profissionais de saúde que se cruzaram conosco. Foram sempre explicando todos os procedimentos necessários, dispostos a esclarecer e ajudar. Acredito que seja como em todas as profissões - há bons e maus profissionais - mas efetivamente senti-me sempre bem acompanhada e bem entregue.

Bébé a bordo #9: Já nasceu!

Já venho atrasada mas quem segue o blog pelo FB e Instagram já está a par da novidade!

 

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Baby #2 nasceu na passada madrugada de quinta-feira, já estamos em casa desde sábado e podem imaginar o estado de sítio da nossa vida neste momento. Já nem sei quantas horas de sono devo à cama mas um dia de cada vez!

 

Depois conto tudo :)

40 semanas

O fim de semana passou-se em modo caminhar, caminhar e caminhar mas está complicado do rapaz dar sinal de si.

 

Estou farta de lhe assegurar que a temperatura está amena e que já pode sair sem enfrentar tempo de inverno em plena primavera mas ele não me ouve. A mana bem pede para ele se decidir mas nada! Portanto, acho que vamos ter de lhe dar ordem de despejo. Já estou mais que cansada e com este calor ainda pior... Sem falar da parte em que já não tenho roupa que me sirva...

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Hoje tenho consulta, vamos a ver o veredito da médica. Mas para já, vou aproveitar e comemorar o Dia da Mãe na escola da pequena!

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