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Beauty & Lifestyle

Bébé a bordo #14: babywearing

Vamos falar de babywearing?

 

O babywearing é a prática de transportar o bébé junto a nós, seja num sling, mochila ou pano. Para além da vantagem de ficarmos com as mãos livres, o que dá imenso jeito, para o bébé é um aconchego que permite regular a temperatura, fazer uma transição mais suave entre a vida na barriguita da mãe e o exterior, transmite segurança e ajuda nas cólicas. Só vantagens!

 

Da M. comprei um sling de pano da Maria Café mas nunca me ajeitei muito com aquilo. O fato de apoiar só num ombro não me dava a estabilidade e confortos necessários para usar regularmente. Também tínhamos uma mochila da Pré-Natal que me metia impressão  por achar que dava pouco apoio na cabeça e que só foi mais usada depois dos 6 meses.

 

Passados estes anos, ouve-se falar muito mais noutras opções - o pano e a mochila. Após alguma pesquisa, pareceu-nos que o pano seria  a melhor opção para nós. Era uma questão de escolhermos onde comprar e de que marca. Julgo que não estou em erro ao dizer que ainda há pouca oferta em lojas físicas, vi alguns panos à venda em farmácias e pouco mais. Entretanto recebi uma newsletter da Vertbaudet e vi que existia um modelo de sling wrap, com críticas bastante positivas e tratei de encomendar. O preço era bastante em conta e parecia promissor. Mas como nestas coisas cada caso é um caso, o pano chegou e eu detestei. Primeiro não era elástico, era um tecido supergrosso que dificilmente poderia ser usado nos dias mais quentes. Depois era muito comprido e pesadão. Enfiei o rapaz lá dentro e ele só berrava. Pudera, nem se consegui mexer! Tratei de o devolver o mais rápido possível, já que não tinha ficado nada satisfeita.

 

Pesquisando online, uma das lojas que nos aparece no imediato é a Pulguinhas, que eu já conhecia de outros blogs. Pedi algumas informações sobre o sling wrap, nomeadamente se seria adequado para pessoas com problemas de coluna, como é o meu caso. Tiradas as dúvidas, foi escolher o padrão e encomendar. Chegou super rápido e vinha ainda acompanhado de uma bolsinha para os documentos do bébé.

 

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O sling vem dentro de uma bolsinha super fofa no mesmo padrão e traz instruções tão elucidativas de como usar o pano, que logo à primeira atinei com a coisa. Tenho usado o sling praticamente todos os dias principalmente quando preciso das mãos livres e o noto mais agitado. É tiro e queda, em pouco minutos adormece e é assim que consigo vir até ao pc, tratar da roupa, arrumar a casa e assim.

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Resumindo: tem feito sucesso! Por aí, são adeptos do babywearing?

1 mês de Baby P.

O tempo passa rápido... sobretudo quando é bem passado! Conheço muita gente que não morre de amores pela fase de recém nascido e bébé mas eu adoro e acreditem que já noto imensas diferenças em relação aos primeiros dias e peço ao tempo para andar de-va-ga-ri-nho...

 

Baby P. come, dorme, chora, faz chichi e cócó e sorri imenso, principalmente para a irmã. Ainda se deve lembrar dos bons dias gritados a plenos pulmões para a minha barriga, durante meses. Aproveitámos esta semana de bom tempo para passear (finalmente!) e só espero que o calor continue para poder colocar os refegos do moço ao léu.

 

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E à velocidade que o gordito cresce e engorda vou precisar de investir não só em roupa mais quente nos saldos ( estamos em modo poupança!) mas também em roupa fresquinha para o calor. Tenho ali peças que já deixaram de servir mas felizmente até agora não ficou nada por estrear.

 

A mana mais velha vai tendo alguns ciúmes e temos tentado fazer programas com ela em modo filha única. Esta semana demos um saltinho à praia, às vezes vamos as duas às compras ou vai jogar futebol com o pai. E claro que se ressente quando cá vêm visitas e só têm olhos para o bébé. Felizmente que há pessoas com bom senso que fazem questão de lhe trazer um miminho e ir brincar com ela.

 

Hoje o pai regressou ao trabalho e resolvi que a M. não ia à escola. Afinal, para o próximo ano letivo não vai poder ter esta flexibilidade já que o primeiro ano já implica mais responsabilidade. Ficar com os dois em casa roça o limite da insanidade mas até que tem corrido bem!

 

Bébé a bordo #11: o parto

Como já vos tinha contado aqui, Baby P. não estava com vontade de vir conhecer o Mundo e como tal teve ordem de despejo. A indução foi marcada para dia 16 de Maio e não sendo o cenário ideal, ao menos sempre deu para deixar tudo orientado na véspera e saber com o que podia contar. Passei a véspera com a M. em casa, numa espécie de "último dia de filha única" e foi o melhor que fizemos. Fomos às compras as duas, fizemos um bolo e pão e brincámos um bocadinho.

 

E dia 16 de Maio lá me apresentei eu no CMIN de manhã cedo para a indução. Feita a avaliação inicial, lá me explicaram o procedimento, alertando sempre para o fato de poder demorar até 2 dias ( tortura, só pode!) e de esse tempo não ser considerado trabalho de parto. Este timing apontado como normal deixava-me muito apreensiva, passar 2 dias entre uma cama a ser monitorizada e caminhadas num corredor não me parecia nada simpático, mas enfim. Era rezar que fosse rápido.

 

Primeira medicação dada às 10h da manhã, monitorização, pausas para caminhar e não ficar maluca, almoço, nova avaliação às 16h e tudo na mesma. Mais medicação, monitorização, caminhada e por aí adiante. Algumas contrações, não muito dolorosas, pelo final da tarde, mais uma maratona pelo corredor. Ainda consegui jantar e depois começou a festa! O problema da indução é que por não ser um processo natural, o corpo não progride naturalmente na intensidade, frequência e duração das contrações. Portanto passei de um patamar de dor de 2 para um 8 que me levou a ter vontade de trepar pelas paredes. Ainda fiz uns exercícios na bola de pilates - tenho umas fotos mesmo giras com um ar alucinado! - e mais uma caminhada e quando fomos a ver a dilatação estava finalmente a avançar. Quando não aguentei mais, epidural sff e lá fomos nós para  a sala de partos.

 

Lá se preparou tudo - roupinha do bébé, kit de recolha das células estaminais - veio a anestesista e nisto já eu rebolava com contrações horrendas de 2 em 2 minutos. Socorrooooooooo! Lá levei a epidural mas não ficou no sítio certo, continuava a sentir o pico de dor na mesma e por isso, nova epidural, desta vez mais acima. A anestesista - uma simpatia! - estava muito aflita por não ter ficado bem à primeira e por eu continuar a sentir quase tudo. Felizmente, a segunda dose ficou 5 estrelas e eu passei do inferno ao céu em minutos. Abençoada epidural! E a partir daqui foi muito rápido! A dilatação lá se fez, Baby P. posicionou-se e foi só fazer força. Quando dei por ela tinha uma data de gente na sala a fazer claque hahahaha! Pude ver o bébé a sair e foi mágico! E mal nasceu foi logo para cima de mim, tão mas tão bom! Findos os procedimentos, lá se esvaziou a sala e ficámos só nós os três... no namoro! O bébé mamou logo como se tivesse nascido ensinado... o instinto é maravilhoso! Findo o recobro, seguimos para o internamento. As novas instalações do CMIN estão fantásticas após a remodelação e ampliação da antiga Maternidade Júlio Dinis. Para quem não sabe, o CMIN tem quartos duplos e privativos e eu ainda consegui ficar com um destes. Têm a vantagem de permitir que o acompanhante pernoite, o que é essencial e devia ser para toda a gente.

 

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 Baby P. com 3.295kg e 47.5cm

 

O engraçado é que segundo as ecografias, tudo apontava para um bébé pequenino e afinal saiu-me um badocha com refegos. Menos comprido que a irmã mas praticamente com o mesmo peso.

 

Para terminar só vos posso dizer que, tal como no parto da M., não tenho nada a apontar aos profissionais de saúde que se cruzaram conosco. Foram sempre explicando todos os procedimentos necessários, dispostos a esclarecer e ajudar. Acredito que seja como em todas as profissões - há bons e maus profissionais - mas efetivamente senti-me sempre bem acompanhada e bem entregue.

Bébé a bordo #9: Já nasceu!

Já venho atrasada mas quem segue o blog pelo FB e Instagram já está a par da novidade!

 

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Baby #2 nasceu na passada madrugada de quinta-feira, já estamos em casa desde sábado e podem imaginar o estado de sítio da nossa vida neste momento. Já nem sei quantas horas de sono devo à cama mas um dia de cada vez!

 

Depois conto tudo :)

Revivalismos

Se há coisa que me desespera neste tempo em casa é querer ver alguma coisa de jeito na Tv e estar sempre a dar os mesmos programas de chacha. Os canais portugueses são para esquecer, aliás os programas da manhã e da tarde deviam ser banidos porque são um verdadeiro atentado à inteligência das pessoas. Restam os canais de séries e filmes onde está sempre a repetir as mesmas coisas.

 

Até que vi a anunciar que iam repetir todas as temporadas da Anatomia de Grey! Acreditam que nunca vi a série? Bem, ainda vou a tempo. A temporada 1 já está vista, sigo agora com a 2. Cá para mim, isto vai dar para a licença toda!

 

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Agora digam lá, ao fim destas temporadas todas ainda vale a pena?

 

xoxo

Marta

 

Bébé a bordo #4

Já estou naquela fase em que quase rebolo e em que tenho dores em todos os lados. Durmo mal e tento compensar com umas sonecas pelo meio durante o dia. Levantar-me é um filme mas passo a noite a ir fazer chichi e a dar voltas na cama. Podem chamar uma grua sff?

 

MAS é a melhor das sensações sentir o baby boy aqui às voltas. E é uma delícia vê-lo a reagir tão bem ao som da voz da mana... Ela por sua vez aparece na nossa cama de manhã só para se encostar à barriga e sentir os pontapés. Há lá coisa mais querida? Vamos a ver como reage com ele cá fora mas acredito que vá ser (relativamente) pacífico, desde que também haja bom senso por parte das visitas.

 

E por falar em visitas...não vejo mal em recordar!

 

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Visitas na maternidade só dos pais, em casa as visitas querem-se curtas e combinadas. O primeiro mês é de adaptação e convém não desestabilizar os recém papás. De resto, sintam-se livres em aparecer acompanhados de comida hahahahaha!

 

Contem aí a vossa experiência!

 

xoxo

Marta

 

Novidades em beleza #22

Já aqui falei imensas vezes sobre as vantagens do uso do champô seco - prático, fácil de usar e amigo das pressas!

 

E venho-vos mostrar a grande novidade da Batiste que chegou cá a casa - champô seco com cor! Para já existem duas "cores" para morenas e loiras - Beautiful Brunete e Brilliant Blonde. A maia valia do fator cor é ajudar a disfarçar as raízes e os brancos, para além das virtudes das versões já existentes - remover a oleosidade e dar corpo ao cabelo.

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Eu recebi o Batiste Beautiful Brunete e mal posso esperar por experimentar, se bem que não tenho cabelos brancos. Mas como já li, esta versão por ter cor não deixa resíduos no cabelo, coisa que podia acontecer no uso das outras versões.

 

Ansiosa por experimentar esta novidade!

 

xoxo

Marta

 

Pai Natal Secreto V - recebido!

Na quarta-feira tinha uma surpresa à minha espera na caixa do correio - tinha chegado o meu Pai Natal Secreto! Já sabem que sou a única que sei quem me calha na rifa, mas mesmo assim é uma excitação!

 

Este ano o meu Pai Natal foi a Mia e adorei a surpresa! Um postal com uma mensagem tão querida, uns bombons deliciosos e este decór tão giro! Sou uma sortuda! Já está tudo no sítio, a casinha no aparador e os bombons (quase todos!) na minha barriga hahahahahahaha!

 

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Obrigada!!!

 

E agora vou tratar de embrulhar o meu Pai Natal Secreto que segue viagem na segunda!

 

xoxo

Marta

Gostaram da novidade?

Pois é, temos baby #2 a caminho e eu andava ansiosa por poder contar aqui.

 

Já são 18 semanas bastante atribuladas... e enjoadas. Tal como da M., diga-se de passagem. Portanto quando dizem que as gravidezes são todas diferentes... não deve haver grande evidência científica. Enjoos, vómitos, dificuldade em manter o lanche e jantar no estômago, não conseguir comer coisas como queijos e chocolate... tal e qual. A diferença é que desta vez é tudo mais intenso e tive mesmo de recorrer a medicação. Bendito Nausefe! Andou umas semanas esgotado e foi um horror. Corri as farmácias todas, e graças às minhas amigas do trabalho que moveram mundos e fundos, lá consegui arranjar uma caixinha e picos. Parecia o mercado negro do Nausefe no trabalho, já que para além de mim há mais duas colegas grávidas.

 

Para além disso, tive um pequeno descolamento de placenta inicial que nos deixou super preocupados, como devem calcular. Foram 4 semanas ansiosas entre consultas, com ordens para abrandar e evitar esforços. Não cheguei a ficar em casa e os dias foram passando. Na consulta seguinte, um baby todo mexido e nada de descolamento. Portanto, só pelos 3 meses começámos a contar à família. Até aí só mesmo a malta do trabalho sabia, a partir do momento em que disse que não podia ir ao sushi toda a gente percebeu!

 

De resto, muito sono! As primeiras semanas era terrível. Qualquer sítio onde me encostasse servia para dormir um soninho e a partir das 21h não havia Marta para ninguém. O sono ainda cá continua, o Nausefe também ajuda e só espero que os enjoos abrandem. Não era suposto passarem pelos 3 meses?

 

Só tenho 3 pares de calças "normais" que me servem e portanto já tive de ir buscar as calças do tempo da M. e comprar mais algumas peças. Foi uma das coisas em que senti diferença em relação à gravidez anterior mas acho que está muito relacionado com a moda das skinny jeans que são impróprias para barrigas em crescimento.

 

Podia dizer que não vou escrever posts sobre a gravidez mas podem esperar uns quantos posts sobre o assunto. E ainda não vos disse o sexo :)

 

xoxo

Marta

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