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Beauty & Lifestyle

Breves

Então, como passaram os feriados? Era suposto termos ido "desconfinar" para a aldeia mas perante a previsão meteorológica resolvemos adiar.

 

No domingo a minha mais velha faz 8 anos e cá temos mais uma (mini) festa para preparar! Os desejos já estão apontados - bolo de bolacha, mousse de chocolate e gelatina - e a decoração escolhida. Será (mais) uma festa a quatro. As prendas também estão compradas - online! - e prontas a embrulhar à socapa. Adivinham o tema da festa?51c5ePwQS3L._SL1000_.jpgContinuam os dois a crescer à velocidade da luz, estou ansiosa pelos saldos para abastecer os roupeiros e pensar também já na próxima estação. Para mim, não preciso propriamente de nada, sobretudo nesta fase em que há toda uma incógnita em relação aos próximos meses.

 

Ontem numa das contas do Instagram que sigo, contava a autora que já tinha feito convívios em família, ia trabalhar e só tomava café com as colegas e tinha ido uma vez ao shopping mas achava que não podia estar com os amigos porque isso não era respeitar as indicações da DGS. Pensemos no seguinte, cada vez que estamos com alguém, estamos com todas as pessoas que estiveram com essa pessoa. Se vão tomar café com 5 pessoas, estão a tomar café com todas as pessoas com quem essas estiveram. Depois voltam para casa, marcam um jantar de família e a vossa família também janta com as vossas 5 colegas e contactos. Vão ao shopping em lazer e trazem essas pessoas para casa. Entenderam? Vamos a ver, cada um é livre de fazer o que bem entender, até porque nesta fase não há grandes proibições, é um bocado apelar ao bom senso de cada um. MAS, há pessoas que devem ter entendido o fim do estado de emergência como um retorno à normalidade. Nesta última semana, o meu feed de instagram mostrava jantaradas, passeatas, compras, idas a restaurantes, gelatarias e sei lá mais o quê. E não, não acho normal. Porque se cada um de nós resolver regressar à normalidade, nunca mais vamos conseguir colocar a curva em sentido descendente. Vamos a ver se nos entendemos, podemos desconfinar - aos poucos - mas continuamos a ter o dever de cumprir o distanciamento social e de sairmos para o essencial.

 

Já saímos os quatro para dar uma voltinha ao quarteirão, já fui ao dentista, tenho uma consulta marcada para a semana, vamos às compras mas não andamos na nossa vida normal. Também me apetecia ir ao restaurante, acreditem. E de certeza que quando melhorar o tempo vou dar um salto ao Parque da Cidade para os miudos correrem. Mas os quatro e com cuidados.

 

Estou a ser extremista?

 

xoxo

Marta

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Maio

Tenho ideia que os últimos meses foram do outro mundo. Nunca, jamais imaginei uma coisa destas. Mas ela chegou e agora é tentar viver com isto. Estou farta de estar em casa mas enquanto meio mundo parece achar que o fim do estado de emergência é sinónimo de normalidade, eu continuo a sentir necessidade de resguardo em casa.

 

Há imensa coisas que me afligem. Primeiro, a falta de conhecimento sobre o Sr. Covid-19. Todos os dias há novidades sobre efeitos, sequelas, imunidades, reeinfeções e sei lá mais o quê. Em segundo, e por mais que digam que as crianças são a faixa etária menos afetada, acho um total disparate abrir as creches e o pré-escolar. Antes que me caiam em cima e digam que as pessoas têm de trabalhar e precisam de deixar os filhos, digo que sim, compreendo isso mas atentem no outro lado. A minha mãe é educadora de infância, pertence ao grupo de risco e em junho possivelmente terá de regressar à escola onde terá 20 crianças numa sala. Está privada do convívio com os netos mas tem de ir arriscar-se a ser contagiada pelos filhos/netos dos outros. Assim, como as educadoras e auxiliares do meu filho que certamente têm familiares idosos e podem elas próprias desenvolver a doença. Para além disso, eu adorava saber como o Sr. Costa e restante pessoal acha que os bebés/crianças vão respeitar a distância de segurança e adoptar as normas rigorosas de lavagem de mãos e por aí adiante. Se uma vulgar constipação passa por todos, imaginemos o Sr. Covid. Sem falar que basta haver um caso para a creche/escola fechar e mandar tudo para casa. Continuamos no disparate que é este país. Pagamos a creche para irmos trabalhar. Os miúdos adoecem e nós passamos mais tempo em casa que no trabalho. Quem nos paga? O Estado. Finalmente, esta incerteza que vivemos... quando vamos poder estar com os nossos? Como vamos trabalhar em (relativa) segurança? E sobretudo o que mais me aflige... terminadas as aulas da mais velha a 26 de Junho, o que faço às crianças? Não quero de modo algum deixá-los regressar à escola e à creche.

 

Comecei este post para escrever sobre Maio e saiu este relambório todo um bocado pesado. Desculpem-me mas não consigo (ainda) ver arco-íris e acreditar que #vamosficarbem. A única coisa boa tem sido mesmo estarmos juntos e em segurança.

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às nove no meu blog

 

Que Maio traga alguma luz que estou a precisar!

 

xoxo

Marta

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Então Marta, como corre isso da quarentena #4?

Esta foi a semana que mais custou a passar. Já não posso ouvir o "vai ficar tudo bem!" porque sinceramente não acredito. E eu considero-me uma pessoa otimista. A sensação que tenho é que há pessoas que se recusam a acreditar no que estamos a viver e continuam convencidas que tudo não passa de um a) exagero, b) conspiração chinesa, c) manobra do governo e d) todas as anteriores.

 

Mas dizia eu que a semana custou a passar. Terça começaram as aulas da mais velha. Estou imensamente contente com o esquema que a escola dela adotou, a professora envia alguns trabalhos - 2, 3 páginas - e de tarde às 16h têm reunião pelo zoom para poderem corrigir/conviver/relembrar matéria. Nada de exagerado e conseguimos respirar sem andar numa roda viva entre teletrabalho, escola e bebé.

 

Também nós regressamos ao teletrabalho, depois do fim de semana grande da Páscoa. A impaciência já ronda bastantes vezes por aqui e não tem sido fácil. Estamos facilmente irritáveis e qualquer coisa faz saltar a tampa. MAS temos mesmo de respirar e bem fundo, porque temos pelo menos mais 15 dias disto pela frente. Quinta e sexta foram particularmente complicados, andei mesmo triste e então depois de ouvir que o Costa quer abrir as creches em Maio fiquei a achar que esta treta toda vai ser em vão. Querem-me explicar como vou deixar o meu filho - que tem "n" bronquiolites, que faz medicação preventiva e que o pediatra mandou continuar pelo menos até Maio, mediante a situação - voltar para um sitio onde o contágio é fácil porque obviamente que bebés não respeitam a distância social. Isto faz algum sentido?!

 

Tenho acordado cedo nos dias de fazer pão e isso permite-me ficar a aproveitar o silêncio enquanto toda a gente dorme... Até ouço os passarinhos e com este pouco movimento - pelo menos durante a semana, porque este fim de semana foi para esquecer - ouvem-se imenso e em maior quantidade. Fico estupefacta com a quantidade de pessoas que continua a sair à rua por tudo e por nada. Pensem, se todos resolvermos fazer o nosso passeio higiénico -  e eu não faço - rapidamente temos uma multidão de pessoas na rua. Qual é o propósito?

 

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Esta semana eu e o meu irmão fizemos uma troca no tapete ( que tempos estes!). Ele foi-me comprar essenciais em falta - batatas, ovos e CHOCOLATE. Eu deixei-lhe os produtos comprados na Notino, fermento em pó, um desenho da Mariana para o tio e dois ovos da Páscoa da nossa caça aos ovos. Já me imaginaram sem chocolate de culinária em casa?! Tenho cozinhado bastante e feito coisas de raiz: pão, pizza, biscoitos, bolos... vou sair da quarentena a rebolar mas sinceramente, não estou nem aí. Também voltei ao vinho, agora que o baby Pepê se emancipou e já não liga nenhuma às minhas maminhas hahahahaha.

 

Andamos a ver o Outlander, começámos na primeira temporada, eu só tinha apanhado alguns dos episódios e vamos agora na terceira. Alguém vê/viu?

 

Por aqui continuamos #emcasa.  E por aí?

 

xoxo

Marta

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Maria Melão | sugestões para a nova estação

Ainda não sabemos os efeitos que este maldito virus vai ter na economia, mas seguramente serão nefastos. Quantas pessoas não tiveram de abandonar os seus negócios? Ou tiveram de se adaptar a esta nova realidade? Mais do que nunca, faz todo o sentido comprar localmente e português, mesmo não podendo sair à rua podemos continuar a comprar online e a possibilitar que um sem número de negócios sobrevivam.

 

Já aqui falei muitas vezes da Maria Melão, saída do imaginário de duas primas minhas - a Rita e a Joana. Vendem uma das marcas que eu mais gosto - a Victoria - entre muitas outras, como Camper, Gioseppo e os óculos de sol mais giros da Izipizi. Já a recomendei a imensos colegas de trabalho, amigos e leitores que muitas vezes sentem dificuldade em conseguir comprar calçado para os filhos sem ser nas grandes lojas.

 

A Rita lançou a meio de Março um apelo a todas as clientes e amigas para não deixarem de comprar, a loja está fechada mas as compras online estão à distância de um clique e os envios estão garantidos com portes grátis. Deixo-vos algumas sugestões do que podem encontrar na loja, adoro as Victoria e a Izipizi, são duas marcas cheias de pinta e com ótima qualidade. As Victoria de laço são um modelo incontornável da marca, a Mariana teve várias ao longo dos anos. Para o Pedro, adoro o modelo dos dinossauros!

 

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Os Izipizi são super giros e cheios de pinta e podem combiná-los com toda a família! Têm modelos desde bebé até adulto!

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Para encomendas, podem mandar mensagem privada pela página da Maria Melão no Facebook ou Instagram. A resposta é rápida!

 

xoxo

Marta

 

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5 coisas a fazer para que a quarentena corra melhor!

Para quem está em teletrabalho e ainda por cima com os filhos em casa, têm sido dias desafiantes, certo? Há uns dias desabafava no FB que via e lia toda a gente a pôr em prática mil atividades com os filhos, a pôr a leitura em dia, a cozinhar mil e uma coisas e que eu não percebia como tinham tempo!!! É fácil, não estavam a trabalhar!!! Correndo o risco de me tornar repetitiva - teletrabalho e crianças não é fácil! Requer jogo de cintura, paciência extra+++ e horários! Imensa gente comentou e senti que as pessoas precisavam mesmo de desabafar. Mesmo aquelas que não tendo filhos sentem  na mesma que o tempo lhes escapa pelos dedos entre trabalho e todas as tarefas de casa. Mas sinceramente, acho que está bem pior quem não pode mesmo deixar de trabalhar, por isso vamos aproveitar estes dias em família, mesmo que por vezes tenhamos vontade de fugir ou mandar a descendência para os avós.

 

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Deixo-vos algumas sugestões para seguirem e outras para se ocuparem quando não estão a trabalhar e para sentirem que há vida para além das crianças e do trabalho, eu tenho posto algumas em prática!

 

1 - Manter uma rotina. Isto é especialmente importante se têm crianças... Manter a rotina habitual, mesmo que em casa, vai ajudar a que eles se sintam seguros e tudo fluirá melhor. Continuar a distinguir a semana de trabalho do fim de semana de descanso também é importante. Aqui temos continuado com os nossos pequenos almoços especiais de fim de semana e para os adultos, um jantar mais fancy ao sábado com cinema a acompanhar. E o sábado passou a ser o dia das limpezas agora que não temos a nossa D. Conceição por cá.

 

2 - Aproveitar para colocarem as séries/ filmes em dia. Tem sido o nosso programa depois de jantar e de deitar os miúdos, ver um filme ou uma série. Já era parte da nossa rotina mas agora sinto mesmo a necessidade de espairecer e me distrair com ficção.

 

3 - Experimentar novas receitas. Já sabem que eu adoro cozinhar e até acho que me tenho saído bem nesta coisa de aproveitar tudo e fazer render o que temos entre idas ao supermercado. Comecei a fazer a massa mãe mas desisti porque não estava a resultar. Já encomendei fermento e deverá chegar por estes dias para poder voltar aos pães caseiros. Acho que já o país inteiro deve ter feito o #paodemia da Filipa Gomes e eu quero muito experimentar! Também experimentei esta receita espetacular de massa de pizza da La Dolce Rita e adorámos! Outro achado foi a receita do Bolo de Chocolate sem ovos partilhada pela Mónica Lice, estava cética mas não é que resulta? Só não aconselho a cortarem ao açucar como eu fiz, ficou pouco docinho!

 

4 - Arrumar e organizar. Também têm aí por casa a gaveta ou armário onde enfiam tudo o que não sabem onde arrumar? Pois bem, chegou o dia de começar a destralhar e arrumarem tudo no sítio. Este fim de semana íamos arrumar os armários da cozinha que estão a precisar desesperadamente de uma reorganização mas não estive para aí virada e adiámos para o próximo fim de semana! Tenho a certeza que vou descobrir coisas que não usamos há séculos e que não fazem falta nenhuma. Destino: lixo ou dar!

 

5 - Desdramatizar ou praticar o "Let it go" como no Frozen. Hoje correu mal? Amanhã há-de correr melhor! Confesso que já me chateia todo o lado cor de rosa da quarentena publicado! Sou só eu que às vezes sinto que preciso mesmo do MEU espaço? Sem filhos e marido a chamar por mim? Mesmo que ao fim do dia agradeça estarmos todos juntos e com saúde? Ou será que tenho de passar o dia a trabalhar, a inventar atividades, a acompanhar o estudo, a cozinhar, a limpar e outras coisas que tal? Não há mal nenhum em dizermos que as coisas não são sempre perfeitas mas que mesmo assim gostamos da vida, imperfeita como ela é. Outros dias... podemos ter vontade de mandar tudo à fava e está tudo bem na mesma.

 

Boa quarentena!

 

xoxo

Marta

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Então Marta, como corre isso da quarentena #3?

Três semanas disto e avizinham-se muitas mais. Quando será o pico, quando poderemos retomar a normalidade, seja lá o que isso for? Acho que nada será igual ao que era dantes... Vamos andar sempre com medo quando alguém tosse ao nosso lado? Se alguém espirra? Se um dos nossos filhos fizer febre, será apenas uma virose ou algo mais? Tempos estranhos estes...

 

Tento não ver demasiadas notícias e seguir as fontes oficiais mas o que fazer quando até estas parecem não ter segurança nos dados que transmitem? Quando a Ministra da Saúde e a diretora da DGS se desdobram em indefinição e um dia é assim e no outro é assado? Admito que a posição de ambas não é fácil mas nenhuma das duas me transmite segurança e credibilidade nas recomendações. Não é preciso usar máscara, dizem num dia, até podemos usar máscara mas como não há para todos, não podemos dizer que é para usar, dizem no outro. O pico é em Maio, não, afinal é em Abril, vamos andar nisto até Junho... Menos, minhas senhoras.

 

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E o que dizer da clara inércia do governo a norte? Falam de rastreios a lares de idosos, programa  que começa em Lisboa, Évora, Guarda, Aveiro, e Algarve. E o Porto, que concentra cinco dos seis municípios do país com mais mortes e casos confirmados? Felizmente, já o Presidente da Câmara do Porto, que tem sido exemplar desde o início de toda esta pandemia, tinha já acautelado essa situação, lançando um programa de rastreio para todos os lares de idosos e funcionários, contando com 300 camas na Pousada da Juventude e no Pavilhão Rosa Mota. E depois ainda vêm falar sobre um cerco sanitário à cidade? Ah mas afinal não queremos isso, dizem no dia seguinte. Até nos enganámos no número de casos no Porto... Mas alguém ainda acredita no que esta gente diz?

 

O meu problema não é estar em casa... é esta indecisão, esta clara desinformação, esta falta de confiança em quem nos lidera e supostamente representa. Podiamos ter-nos preparado para isto, tivemos tempo mas faltou "tomates" a alguém pelo caminho.

 

xoxo

Marta

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Então Marta, como corre isso da quarentena #2?

Duas semanas disto e é para continuar, certo? Sinto-me a viver num daqueles filmes sobre o fim dos tempos, só faltam ( até à data!) os zombies.

 

Continuamos em modo teletrabalho e homeschooling, ao mesmo tempo que é preciso tratar de refeições da casa,  entreter o bebé, fazer atividades e de tentar descontrair quando eles vão dormir. Mantemos os mesmos horários de deitar - às 20h30 estão os dois na cama. A hora de acordar vai variando, na loucura acordam às 8h30 e ficam a brincar sem nos virem acordar.

 

Tenho feito uma data de coisas que só com tempo se consegue - pão, iogurtes, massas frescas. E é tão bom comer estas coisas caseirinhas! Para além de ser sinónimo de aproveitamento e economia doméstica. Sei que muita gente tem feito pão em casa mas se tem visto à rasca para arranjar fermento fresco ou fermento em pó de padeiro. Dou duas sugestões - fazer massa mãe em casa ou fazer receitas de pão com fermento químico ( o dos bolos!). Quanto aos iogurtes, desaparecem à velocidade da luz aqui em casa e portanto tenho rentabilizado imenso a iogurteira. Continuamos com as nossas tradições familiares de pequeno-almoços mais compostinhos ao fim de semana e sábado saíram umas waffles bem saborosas!

 

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Sair de casa para o que tem mesmo de ser - compras, levar o lixo - é uma aventura. A nossa entrada de casa parece uma sala de descontaminação, com saco para roupa da rua, sítio para os sapatos e é regularmente desinfetada com lixivia. Quando vamos às compras, desinfeto as embalagens com uma solução de 1 medida de lixivia para 19 de água que passo com um pano. O que não é de plástico fica de quarentena durante 3 dias. Sobre a limpeza da casa recomendo este artigo muito bom da Visão. Quanto às encomendas e ofertas de parcerias, ficam ali na entrada quietinhas de quarentena também.


Se pensei viver isto? Nunca na minha vida! Metade do tempo não me lembro, mas passo a outra metade preocupada. É horrível esta incerteza sobre quanto tempo vamos estar assim e quando a vida irá retomar a normalidade, se é que alguma vez isso vai acontecer. Mas é bastante pior adoecer ou perder alguém querido por isso #staythefuckhome. Ah e prendam os velhotes em casa! Andam todos contentes na rua, enquanto nós nos mantemos em casa para também os proteger a eles!!!

 

xoxo

Marta

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Então Marta, como corre isso da quarentena?

Em minha defesa, já levo uma semana disto. Mas só desde segunda em regime de teletrabalho, com a família toda em casa.

 

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Considerações imediatas:

 

- instaurei um horário. Até hoje ninguém o cumpriu.

- só me apetece cozinhar mas depois penso que se calhar aqueles ingredientes podem fazer falta e lá se vão os bolos e as bolachas.

- é muiiiiitoooooooooooo complicado conciliar teletrabalho + crianças. Nem é pela mais velha, é mesmo pelo bebé que precisa de atenção e de brincadeira.

- estou com receio de que se acabe o chocolate.

- demorei uma manhã inteira a conseguir fazer as compras no continente online para ir levantar ao drive.

- das duas uma, ou os miúdos se tornam inseparáveis ou então vão-se chatear todos os santos dias enquanto isto durar.

- estou orgulhosa da minha cidade e da prestação de todos. A atuação do Presidente da Câmara, das entidades e das pessoas tem sido exemplar, espero que o resto do país acorde e faça o mesmo.

- agradecida por ter comprado um aspirador robot, aka Alfred por estas bandas.

- o meu hall de entrada é toda uma zona de descontaminação. Sinto-me a viver num filme de Scifi! Eu sei que é o meu género preferido mas dispensava viver isto.

- estou arrependida de ter adiado a remodelação da varanda, se tivesse pensado e executado tinhamos agora um espaço exterior livre da ventania que assola esta zona e os míudos podiam brincar ao ar livre.

- a minha filha descobriu que pode falar com os amigo pelo WhatsApp e passam a vida  a fazer house tours e a mostrar o pandemónio da casa, incluindo camas por fazer.

- fiz rissóis de frango e como se acabou o pão ralado resolvi improvisar e panar metade com tostas pulverizadas. Foram ao óleo e ficaram pretos. So long pela economia doméstica!

 

E por aí? Como se estão a sentir com o #stayhome? Aproveito para dizer que vou continuar a publicar os posts do costume, acho que é importante irmo-nos distraindo com as coisas habituais.

 

xoxo

Marta

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Bebé a bordo #29: amamentação depois dos 12 meses

Tenho recebido algumas mensagens pelo Instagram sobre se ainda amamento ou não. E curiosamente, ultimamente parece que esta é a coisa que mais me perguntam. E embora seja uma questão do foro privado, não há porque não responder que sim, ainda andamos em modo "maminha".

 

Da M. a amamentação foi também bem sucedida mas quando começámos a introduzir o leite de vaca após os 12 meses, ela foi mamando cada vez menos e pelos 15 meses demos por terminada essa nossa demanda. Foi um desmame bem natural, um dia não lhe dei maminha e ela não pediu e assim continuou sem voltar a pedir.

 

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Quanto ao baby Pepê, continua a mamar 2/3 vezes por dia - ao pequeno-almoço, no segundo lanche quando o vou buscar à creche e depois de jantar, antes de ir para a cama. Às vezes quando andamos fora, o segundo lanche transforma-se em iogurte sem stresses. E assim, ainda não introduzimos outro leite, embora já tenha comido alimentos com leite incluído - panquecas, waffles etc. Das recomendações do pediatra, realça-se o fato de ele ter tendência a bronquilites e como tal, manter a amamentação que sempre dá outra proteção - se sim, se não, não sei. O que eu sei é que quando está mais adoentado e diminui o apetite, nunca perde a vontade de mamar e assim alimenta-se e hidrata-se.

 

Continuo também com horário reduzido no trabalho por ainda estar a amamentar - levo justificação da médica de família todos os meses e entrego nos RH. Esforço-me por produzir o mesmo que quando trabalhava a tempo inteiro mas infelizmente há quem ache que podemos sempre fazer mais ou não entenda que mais vale um funcionário satisfeito a tempo parcial do que um a tempo inteiro a pensar que deixou o filho bebé 8h ou mais na creche e vai passar ao todo 4h com ele em 24h. Também já me apercebi que há pessoas que acham estranhíssimo um bebé de 12 meses ainda mamar mas acho que é uma questão de mentalidade. Sabiam que o aleitamento materno diminui o risco de infeções gastrointestinais, diminui o risco de obesidade nas crianças e adolescentes, melhora o desempenho escolar e reduz o risco de cancro da mama e do ovário na mãe? Claro que a amamentação não são só rosas mas nesta fase está já estabelecida uma rotina e raramente causa problemas e desconforto à mãe e bebé. As recomendações da OMS são para manter a amamentação pelo menos até aos 2 anos, não sei se lá chegaremos, é enquanto (ambos) quisermos e fizer sentido.

 

Podem ler mais sobre amamentação aqui.

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Agora escolha: escrava ou empregada?

Sexta-feira foi o Dia da Mulher e durante o dia foram-se lendo e vendo várias manifestações a favor ou contra o dia. Que o dia existe porque ainda há desigualdades entre homens e mulheres, não há dúvida. Que não devemos (apenas) encarar o dia como dia de soltura para ir numa ladies night com as amigas e para receber flores e chocolates.

 

Segundo um estudo, ainda precisaremos de 200 anos para que as desigualdades se extingam. É muito tempo! E desengane-se quem acha que nós queremos ser iguais aos homens. Não é isso que está em causa, mas sim ter os mesmos direitos e deveres, as mesmas oportunidades. Numa altura em que tanto se fala em violência doméstica e no número de mulheres que foram mortas às mãos dos companheiros, maridos ou ex-maridos, faz todo o sentido que lutemos por nós e que deixemos de compactuar com uma sociedade machista de uma vez por todas que em vez de proteger as vítimas, protege os agressores.

 

E com estes temas ainda quentes, nada como a estreia de dois programas televisivos de elevado conteúdo machista, “Quem Quer Casar Com o Meu Filho”, da TVI, e “Quem Quer Namorar Com o Agricultor”, da SIC. Habitualmente, não consumo este género mas perante o que fui lendo ontem, tive de ir espreitar. Dois programas em que os protagonistas procuram supostamente ao amor, eu atrevo-me a dizer que procuram empregadas e escravas. Pior, temos as mãezinhas a perpetuarem uma imagem feminina e masculina que já deveria estar mais que ultrapassada. Para elas, as candidatas têm de saber cozinhar, limpar e só faltava dizer satisfazer o filho. Já eles, não têm de saber estrelar um ovo. São estes os filhos que andamos a criar? Uns incapazes que continuam a precisar de um elemento feminino que trate deles? Para isso, têm a mãe, não precisam duma companheira.

 

Lixo televisivo e vergonha deste país.

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