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Beauty & Lifestyle

Bebé a bordo #24: a creche

Os vossos pedidos foram atendidos e cá está o post prometido!

 

Preferia nunca escrever este post e que o baby só entrasse aos 3 anos para a escolinha mas enquanto os nossos governantes não mudarem as políticas em prol da família, é o que temos. E acho que entrar aos 8 meses sempre é melhor que aos 5 ou 6 meses. Já não dependem só da maminha, a alimentação já está (idealmente) mais que estabelecida e portanto já não é preciso andar a fazer malabarismos de tirar leite para garantir a amamentação exclusiva até aos 6 meses. Para mim, que detesto tirar leite com a bomba, é um alívio ter já horários fixos desde que introduzimos a sopa e papa durante os 6 meses. Sei que o baby mama de manhã ao acordar, depois de tarde ao vir da creche e depois do jantar. Às vezes mama de madrugada - pelas 6h da manhã - mas nem sempre. Não há super produção nem ter de andar a tirar leite no trabalho.

 

Mas vamos lá a como baby Pêpê se tem dado na creche. Como comentei no Instagram, começámos a adaptação com duas idas de manhã com duração de cerca de 1h30. Correu super bem... mas depois ficou doente. Quando melhorou, era hora de eu voltar ao trabalho e foi terapia de choque com um dia inteiro passado lá. Claro que primeiro falei com a educadora e ela foi da opinião que, tendo ele estado tão bem naqueles dois dias, podia perfeitamente deixá-lo o dia todo. Imaginam quantas vezes liguei para ver se estava tudo bem? Valha-nos a paciência das funcionárias! Quando o fui buscar com a mana, estava um bocado carrancudo comigo... ria-se para ela mas para mim, nada. Lá lhe passou a telha e nos dias seguintes já não amuou! Nos primeiros dias, tiveram alguma dificuldade em que ele dormisse mas depois de explicar que gostava de dormir com o cobertor bem entalado dos lados, foi remédio santo. E em casa aterra profundamente depois do jantar. Houve um dia que nem sobremesa (leia-se maminha) quis!

 

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Passou muito bem a semana e resta-nos agora esperar que continue a correr bem. Acho que ajudou ter estabelecido os horários em casa - alimentação e sestas - de acordo com os horários praticados na creche. E certamente ajuda ser um bebé bem disposto e sossegadinho. Até as funcionárias dizem que é um amor de bebé! Eu sou suspeita mas concordo plenamente!

Bébé a bordo #19: a licença de parentalidade

Quem já é leitor assíduo aqui no blog, sabe que quando a M. nasceu eu estava desempregada ( não me renovaram o contrato por extinção do posto de trabalho, ainda estava eu grávida!) e depois resolvi começar a trabalhar como freelancer e ficar com ela nos primeiros 3 anos. Isto porque feitas as contas e em plena crise na construção, ter um emprego a recibos verdes e ainda pagar creche não dava com nada por isso foi esta a solução que adotámos e correu super bem. Tive a sorte de ir conquistando clientes e quando finalmente saímos da crise, a coisa estava encaminhada.

 

Quis o destino que em 2016 eu começasse a trabalhar no setor público, pese embora tivesse nessa altura vários projetos em mãos. A decisão foi fácil de tomar... quem não quer um emprego em que sabe que tem segurança a nível remuneratório? Felizmente, pude e posso continuar a projetar fora das horas de trabalho.

 

Mas chegando ao assunto de hoje... Engravidei, o baby nasceu e pedimos a licença de parentalidade - 5 meses para mim, o 6º mês para o pai. Mas pretendendo manter a amamentação até aos 6 meses em exclusivo, começámos a falar de pedir a licença alargada. Não é uma decisão fácil de tomar, os 90 dias possíveis da licença alargada de apenas um progenitor são pagas a 25% apenas. É um enorme rombo no orçamento, principalmente quando já estamos a pagar berçário desde setembro para garantir a vaga. Mas digo-vos que nem sei que me parecia em deixar o baby P. aos 6 meses no berçário, quando a irmã tinha estado comigo até aos 3 anos... Eu sei que são as voltas que a vida dá mas uma pessoa sente-se inevitavelmente culpada nestas coisas dos filhos...

 

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Portanto, neste momento está o pai de licença e eu de férias... Só volto ao trabalho em Fevereiro e a adaptação ao berçário será feita a meio de janeiro, progressivamente e esperamos que corra tudo bem. Ontem tivemos reunião de pais e já conseguimos ter uma noção das rotinas que ele terá nessa altura. Os 6 meses estão quase aí - como é possível?! - e a ideia é começar com a alimentação complementar e ir seguindo os horários praticados na creche.

 

Não acham que deviamos poder ficar com os filhotes no primeiro ano? Podem-me falar de como foi convosco? Correu bem a adaptação?

Esta coisa das prioridades

Grávida que é grávida tem de falar da questão das prioridades,  certo?

 

Não venho contar nenhuma história escandalosa sobre pessoas que se fingem ceguetas e não vêm uma barriga do tamanho de uma melancia de 10kg nem sobre a falta de civismo de algumas pessoas que alegam que gravidez não é doença. Efetivamente, na maior parte dos casos não é mas experimentem carregar com a dita melancia um dia inteiro e depois digam lá se não queriam que vos cedessem aquele lugar.

 

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A minha questão prende-se com o fato de à luz da nova legislação terem deixado  de existir caixas prioritárias e ter de ser a própria pessoa a pedir a prioridade. Ora vejamos a seguinte situação... Estou no supermercado, estão 4 pessoas à minha frente, umas já pousaram as coisas no tapete e eu tenho de passar com o meu carrinho à frente da malta, exigir o meu direito de prioridade, a malta tem de se apartar, retirar a tralha do tapete e recuar para me ceder a vez?! Mas isto parece exequível?

 

Sempre que vou ao Lidl apanho uma menina na caixa que reclama por eu não exercer a prioridade mas a verdade é que não é fácil e portanto prefiro esperar pela minha vez. Também digo-vos já que os ditos "ceguetas" nunca me disseram para passar à frente. Claro que também cabe à pessoa chegar-se à frente e exercer a prioridade, tenho-o feito em vários sítios e é sempre bem vinda.

 

O que acham desta questão? Já agora, deixo-vos este site muito útil para verem como podem proceder caso se sintam lesados no vosso direito à prioridade.

 

xoxo

Marta

 

 

 

 

Pior que a desgraça...

É o ódio que as pessoas se sentem à vontade para destilar nas redes sociais.

 

A sério que acho que o teclado devia ser considerado a arma do século XXI. Qualquer pessoa que saiba escrever e tenha acesso à internet se transforma num poço de sabedoria sem fim e acha que pode escrever tudo o que lhe der na gana. Não há filtros, não há censura, é tudo despejado em segundos sem ponderação. Tenho lido coisas verdadeiramente terríveis sobre esta tragédia toda e simplesmente acho que há pessoas que perderam a cabeça e o filtro algures no tempo.

 

Sim, o planeamento é uma merda no nosso país, sim, há todo um conjunto de interesses na gestão da floresta mas convenhamos que 84% da floresta é posse de privados e portanto compete-lhes a eles proceder à limpeza dos terrenos e cumprir a lei. Cabe também ao Estado fiscalizar o cumprimento da lesgislação em vigor e aplicar coimas quando a mesma é desrespeitada.

 

Quem ainda tem fôlego para criticar os bombeiros, pode e deve comparecer no quartel mais próximo da residência, voluntários nunca são demais e podem sempre pôr em prática os "conselhos" e opiniões de combate aos incêndios que tanto gostam de escrever. E se os mesmos procedem à evacuação das localidades e as pessoas insistem em ficar, não podem depois vir queixar-se que foram abandonados pelos bombeiros. Haja coerência!

 

E muita atenção às notícias falsas que circulam... nem comento a da queda da avioneta de ontem!

 

Qure raio de Mundo é este?

 

xoxo

marta

Dos estágios

Notícias como esta deixam-me a pensar que realmente as pessoas só vêm um boi quando eles está mesmo em cima delas. Não que não seja lamentável existirem situações destas, porque é. Mas parece-me redundante aparecerem agora "n" notícias relativas a uma situação que se arrasta há anos e anos e que sempre esteve à vista de todos.

 

Há meia dúzia de profissões - advogados, arquitetos, engenheiros e psicólogos - em que só se recebe o título profissional se se fizer um estágio e às vezes prova para depois pertencer a uma Ordem Profissional. Ora as empresas desssa áreas aproveitam-se desse fato para terem mão de obra grátis a suportar todo o trabalho gerado, raramente se dando ao trabalho de contratarem profissionais com experiência porque obviamente não lhe compensa. Porque hão-de gastar dinheiro num ordenado para um arquiteto com cinco anos de experiência quando podem ter dois ou três estagiários de graça? Isto só para falar da realidade que eu conheço. Se passarem os olhos pelos anúncios de emprego os anúncios respeitantes a "estágios de acesso à ordem profissional" são o pão nosso de cada dia, acompanhados nos últimos anos de perto pelos "estágios elegíveis para o IEFP".

 

Ainda sou do tempo em que fui remunerada pelo meu estágio. Nem sequer chegava ao ordenado mínimo mas numa altura em que se começava a ter dificuldade em fazer um estágio remunerado, dei-me por satisfeita. Hoje em dia a realidade é completamente diferente e do meu ponto de vista a "crise" tem as costas largas e serviu de desculpa para todo um conjunto de medidas que só deram azo a um cada vez maior abuso dos trabalhadores pelas empresas.

 

Mas o que mais me deixa furibunda é que as ordens - que deviam defender um igual acesso e para as quais pagamos quotas - fecham os olhos a estes abusos e mandato atrás de mandato a situação permanece a mesma. Antes de mais deveriam ser proibidos os estágios não remunerados. Depois, não devia ser permitido ter um estagiário a trabalhar um ano de graça ( para o tal acesso às ordens), propor-lhe estágio profissional e despachá-lo de seguida, passando ao próximo que vai repetir o ciclo. Portanto ler coisas como esta...

 

"Na terça-feira, a secção regional Sul da Ordem dos Arquitectos (OASRS) considerou "inaceitável" a existência de irregularidades nos estágios profissionais. Embora não tenha conhecimento, até à data, de casos concretos de eventuais fraudes ou abusos praticados nos estágios profissionais, apela a todos os que se deparem com situações que configurem um desvio ao cumprimento das regras definidas para que façam chegar a sua queixa aos serviços respectivos, para que todas as diligências necessárias sejam tomadas pelas entidades competentes."

 

Dá-me vontade de rir (para não chorar).

 

xoxo

marta

 

O meu profissionalismo e o dos outros

Depois do stress causado pelas falhas de terceiros de que falei aqui acabei eu a fazer o trabalho dos outros. Ou era isso e ter as coisas prontas para me poder dedicar à festa de anos da mais nova ou protelar e correr o risco de chegar ao dia da entrega dos projetos e andar a tapar buracos nas últimas horas.

 

E esta situação toda pôs-me a pensar numa coisa que um cliente me disse há tempos. Não há falta de trabalho mas sim falta de pessoas competentes. E efetivamente se há coisa para a qual esta crise serviu foi para separar o trigo do joio.  Quem continuou a procurar trabalho, se adaptou, se modernizou e sobretudo soube fidelizar clientes, consegue agora ver os frutos desse esforço. Quem se deixou andar... passou à história. Não é que eu seja o supra-sumo da arquitetura mas caramba! Sou organizada, elaboro planos para conseguir cumprir os timings e sobretudo, sou realista. Não vou dizer que sim a 20 clientes ao mesmo tempo porque depois não consigo dar resposta a todos. Há que saber distribuir o trabalho e não aceitar tudo à toa. Ainda esta semana disse a um cliente que só podia aceitar o trabalho se pegasse nele apenas para a semana. Sim, corro o risco de as pessoas irem bater a outra porta mas até hoje sempre correu bem e até acho que os clientes encaram essa advertência como sinónimo de seriedade e profissionalismo.

 

Eu começo agora a ter retorno de anos anteriores e espero continuar a aumentar a carteira de clientes. A construção também tem visto algumas melhorias em termos de aumento de trabalho e isso é promissor. Nota-se também que as pessoas têm mais dinheiro em mãos e que querem investir no imobiliário, seja para uso próprio ou para alugar. Fazem mais obras e também estão mais informados sobre o papel do arquiteto, muito mais que há uns anos atrás. Juntamente com o boom do turismo surgiu também a especulação e agora qualquer pessoa quer investir em alojamento local e afins. Onde isto vai parar não sei mas que é bom para os arquitetos é. Os problemas que vislumbro no futuro incidem sobretudo com a desertificação dos centros históricos, porque se agora há imenso movimento relacionado com o turismo, tal não é certo daqui a uma década. Ora se para alojamento turistico se aposta sobretudo em T0 e T1, passando a moda ficaremos com tipologias demasiado pequenas para chamar as famílias para o centro.

 

E se há coisa que os promotores imobiliários que apostam no turismo têm em comum é a pressa. Quando compram ou arrendam para investir, querem começar logo a rentabilizar e quando há lugar a projeto as coisas ainda demoram. E infelizmente, as burocracias são tantas que desencorajam até os mais audazes. Ora vejam este disparate de projetos relativos ao centro histórico do Porto terem de ir a Lisboa para serem apreciados. Onde anda o simplex? Curiosamente, passados uns dias da notícia lá vieram garantir que os projetos iam passar a ser apreciados no Porto mas sei de fonte segura que tal ainda não está em vigor nem se sabe quando estará. As coisas não andam para a frente e é uma frustração.

 

E chego agora ao início deste post. Os técnicos - arquiteta, equipe de engenharia e outros intervenientes - sabem que o cliente tem pressa e precisa de cumprir prazos para poder candidatar-se a financiamentos. A maior parte da equipa coordena-se mas uma parte continua a leste e demora semana e meia a dar informações necessárias às outras partes. Para cúmulo, quando envia a informação é às três pancadas e incompleta. É a gozar, só pode. A gozar com quem leva o trabalho a sério e a gozar com o cliente. Não compreendo este método de trabalho (?!) e nem sei onde vai parar.

 

A entrega dos projetos é na quarta, aguardam-se cenas de próximos episódios. Também têm destes empatas na vossa vida?

 

xoxo

cindy

 

Cá por casa!

Estado da situação cá por casa: Caos!!!

 

Miss Pinypon hoje já foi à escola mas estes dois dias foram o suficiente para atrasar o trabalho todo. Por outro lado, ontem divertimo-nos imenso cá por casa a ensaiar pinturas faciais da Elsa e Frozen.

 

Ontem estive até às tantas de volta dos meus projetos porque as datas são para se cumprir e não gosto, aliás, detesto, deixar clientes na mão. E quando depende só de mim isso não acontece mas quando estamos a aguardar coisas de terceiros é um frete se apanhamos pessoas que não cumprem timings. Não gosto e chateia-me imenso. Eu sei que não somos todos iguais mas caramba, há que ser produtivo e diligente! Eu só não faço se não puder e estes dias põem-me a questionar tudo.

 

E eu tanto me esforcei para adiantar tudo por causa dos anos da pequena na terça e agora vejo-me e desejo-me para entregar as coisas por causa da inércia dos outros. Mas não quero saber, terça é dia de pausa!

 

Planos para os próximos dias:

 

- compras para a festa;

- terminar os projetos!

- adiantar os preparativos da festa Frozen!

- tratar dos comes e bebes para a festa da escola;

- tratar das lembranças para os coleguinhas.

- aprimorar as pinturas faciais que ontem deram origem a comentários giríssimos do género "não está assim muito bem, mamã";

 Ainda bem que amanhã é feriado!

 

xoxo

cindy

Coisas que não entendo #23

Eu já sabia que ontem ia ser um dia atarefado, tinha imensas voltas a dar mas estava tudo encaminhado, embora com o tempo contado.

 

E até que correu bem até chegar à parte de ir entregar um processo e avisarem que faltava um relatório... que imagine-se, não estava na lista da documentação a entregar. Claro, eu sou adivinha e tinha de saber. Ah e tal há seis meses houve uma alteração mas como não queremos que isto se torne prática corrente não valia a pena alterar o requerimento. Oi?! Como assim?! 6 meses e acham que não valia a pena dar essa indicação?!

 

 

 

É por estas e por outras que não saímos da cêpa torta.

 

xoxo

cindy

 

 

Sobre as 35 horas

Vai-me cair o carmo e a trindade em cima mas quero lá saber. Muito se tem falado sobre o retorno às 35h da função pública e se há assunto controverso é este. Porque no privado trabalham-se 40h (ou mais), porque é que o público tem regalias que o privado não tem, porque os funcionários públicos não fazem nada e rébéubéu.

 

Para mim a coisa resume-se a esta pergunta - gostavam de receber 35h e trabalhar 40h? Seja no público ou privado. Sim, porque o Sr Pedro Passos Coelho aumentou as horas de trabalho mas não as pagou. Ah e tal é para aumentar a produtividade. Quem não fazia nenhum assim continuou e quem é que gosta de trabalhar mais e receber menos? Ah mas no privado também não se pagam horas extra. Pois, acredito que não (sei-o por experiência própria) mas também não se trabalham horas obrigatórias de graça. Se perguntarem a um funcionário público se se importava de trabalhar 40h desde que as recebesse se calhar a resposta era não, não se importava. Mais 200€ (dependendo dos ordenados) davam certamente jeito para o orçamento familiar.

 

Eu continuo a dizer, não é a função pública que tem regalias irrealistas, é o privado que não as acompanha. Não é a função pública que ganha bem, é o privado que paga mal.

 

xoxo

cindy

 

 

Do estado da nação

Não gosto de falar de política. Não consigo compreender (não quero) os meandros, os interesses, os esquemas que quem governa parece conhecer de cor e salteado. Mas perante o que aconteceu ontem não consigo não escrever, falar, reclamar, seja lá o que for.

 

Basicamente passaram por cima dos votos dos portugueses. A partir daqui vai ser sempre assim? Quem não ganhar junta os trapinhos e acaba por ir para o poleiro? Não estou a defender partidos, simplesmente não me parece correto. E se também não acredito que só se consiga governar com austeridade, também não me venham com balelas a prometer tudo e mais alguma coisa, como se 4 anos de cortes tivessem sido desnecessários. Será que encontraram algumas libras de ouro escondidas?

 

Diz o meu irmão que vai emigrar outra vez. Às tantas vamos todos.

 

xoxo

cindy

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