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Beauty & Lifestyle

Breves

Entrei no último mês da licença e mais para o final do mês vamos começar a adaptação ao berçário. Vão ser 8 meses em casa com o baby e sei que me posso considerar uma sortuda por ter podido alargar a licença. Mas mesmo assim, tenho a certeza que nos vai custar, mesmo com a redução do horário para as 5h diárias.

 

Ainda não sei como vou gerir o horário... segundo novas regras, mantenho o horário flexível, o que quer dizer que desde que faça as 5h, sempre com um mínimo de meia hora de almoço, posso entrar e sair às horas que entender. Ainda vou ter de pensar nisto, mas gostava de saber como fazem as mamãs aí de casa!

 

Quero muito aproveitar estes dias, abrandar um pouco e deixar de andar agarrada ao computador e telemóvel. Geralmente, só o faço quando o bebé está a dormir mas mesmo assim quero reduzir as horas online para ter tempo para outras coisas que efetivamente são mais importantes. E sobretudo, ter mais paciência.

 

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Posto isto, não estranhem se andar menos por aqui. Não vou deixar de escrever, até porque tenho compromissos a manter, mas provavelmente não serei tão assídua neste cantinho. Aliás, ultimamente ando mais pelo Instagram, adoro as stories e a partilha à distância de um clique.

 

Mas não fujam, ok?

Falta de memória

À conta deste post da Triângulo Perfeito, dei por mim a pensar nas coisas estranhas que vão acontecendo cá por casa.

 

Sempre tive boa memória mas ultimamente não acerto uma. Acho que é um acumular de coisas - cansaço, noites mal dormidas, preocupação e stress. Deixo-vos alguns exemplos, acho que se vão rir mas a mim só me dá vontade de chorar na altura, depois desvalorizo e sigaaaaaaaaa!

 

- apeteceu-me arroz doce, pus a fazer, entretanto o Pêpê acordou e nunca mais me lembrei. Resultado: tacho para o lixo e nada de arroz doce, pois claro!

 

- encomendar pizza para a noite da pizza, achar estranha a demora e constatar que afinal não tinha concluído a compra. Acabámos  a jantar às 22h e a mais velha não parava de reclamar que a pizza estava atrasadíssima.

 

- sair de casa e deixar a chave na porta. Ao voltar, passar-me à procura da chave e ela toda catita na fechadura!

 

- encomendar uma capa para  o telemóvel sem reparar que não é para o meu modelo. A capa chega e o buraco da câmara não tem nada a ver. Pior, o meu irmão seguiu o meu conselho e encomendou igual...

 

- esquecer-me que era dia da miúda ir à horta de serralves e mandá-la para a escola de vestido e merceditas. Imaginam como chegou a casa, certo?

 

Enfim, isto da maternidade deixa-nos com os neurónios queimados. Sem falar daqueles que se perdem misteriosamente quando estamos grávidas!

 

xoxo

Marta

Breves

Ainda no seguimento do post de terça... conseguem imaginar a minha falta de "cabeça" para certas coisas?

 

Pois que esta semana tenho de tratar da roupa da mais velha para a festa do centro e apetece-me logo mandar esta moda de pedirem farpela para a festa à fava. Calham-me sempre coisas que a miúda não tem e acabamos por gastar dinheiro. Enquanto Centro Social e Paroquial deixam muito a desejar nesta parte, acaba por ser um contrasenso esta "exigência" de roupas.

 

Amanhã é a festa da escola, tive de fazer um doce e decorar uma coroa de Natal com a pequena. Eu adoro fazer este tipo de coisas com ela, usámos materiais que tínhamos em casa - cartão, palhinhas e tampas de garrafa - e acho que ficou super gira. Preparei uns queques de iogurte para a festa, espero que os pequenos gostem, pelo menos cheiram bem. Às tantas ainda provo e faço controlo de qualidade!

 

Por esta altura, num outro ano qualquer, eu estaria completamente em modo natalício, a trautear músicas de Natal e a fazer aletria toda contente. E quero fazer isso mas ainda não me consegui libertar deste stress todo e relaxar. Na segunda fomos à inauguração da Pisamonas e soube-me bem esse bocadinho em que consegui arejar e aproveitar a companhia da mais velha. Eu até já fico contente de ir ao supermercado, vejam lá!

 

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Podem mandar um bocadinho de espírito natalício para estas bandas?

O instinto maternal

Nisto da maternidade não há certos e errados mas há uma coisa muito importante - o instinto maternal. Sabem quando têm um pressentimento de que algo não está bem com os vossos filhotes, mesmo sem razão aparente? Infelizmente ou felizmente, comigo não falha.

 

Dos 4 aos 5 meses, baby P. esteve doente com uma tosse que não o abandonava. Fez alguma medicação e só com corticóide é que finalmente a tosse passou e ele começou a melhorar. Quando fomos ao centro de saúde para lhe ser administrada a Bexsero aos 5 meses, pedi à enfermeira para o pesar e vimos que tinha aumentado muito pouco de peso nesse mês. Mas como tinha estado doente não era de estranhar e o pouco aumento foi desvalorizado. Fui estando atenta porque fiquei cismada com o pouco aumento de peso mas vendo-o bem disposto e sempre sorridente, sem parar de brincar e a desenvolver-se bem, convenci-me que eram minhoquices minhas...

 

Aos 6 meses nova ida ao centro de saúde para as vacinas do PNV e consulta de seguimento. Ao pesá-lo, pouco aumento de peso novamente. A pediatra do cs fez algumas perguntas e recomendou que na semana seguinte fossemos ao pediatra ver como estava a questão do peso. Assim o fizemos e realmente, embora nessa semana tivesse aumentado satisfatoriamente, estava bastante abaixo do peso para a idade e sem percentil. Em termos de comprimento e perímetro cefálico tudo bem e dentro da média. Face à descida de percentil, o pediatra passou uma série de análises ao sangue e à urina. Claro que ficámos preocupadíssimos e no dia seguinte estávamos na CUF a tratar de tudo. Um obrigada à enfermeira pediátrica que tão bem tratou do nosso baby, tirou o sangue sem o magoar e sempre carinhosa. Os resultados demoraram uma semana por causa da urocultura e deu positivo para infeção urinária, estando explicado o pouco aumento de peso. Foi medicado com antibiótico e agora aguardamos para repetir as análises e fazer uma ecografia renal. Para além da questão do peso, ele não teve mais nenhum sintoma... não o senti irritado, não fez febre, não perdeu o apetite.

 

Mas como se não bastasse, domingo fomos às urgências da CUF porque estava com pieira ao respirar e bastante tosse. Diagnóstico: bronquiolite. Broncodilatador para fazer durante 5 dias e recomendações de nova auscultação no pediatra.

 

Como devem imaginar, ando ( andamos) num estado constante de preocupação. Com a mais velha nunca tivemos destes percalços, foi sempre saudável até entrar no infantário aos 3 anos e foi tendo as viroses próprias das crianças. Com baby P. tenho a sensação que andamos em estado de alerta constante há uns meses, sem descanso pelo meio. A tosse não o deixa descansar nem a ele, nem a nós e as noites têm sido verdadeiramente terríveis. No meio disto tudo, temos um bebé geralmente bem-disposto, com apetite e que todos os dias aprende uma gracinha nova.

 

Podem-me dizer que há coisas piores mas tem sido difícil... E eu só penso que se tivesse valorizado o meu pressentimento, teria ido com ele mais cedo ao pediatra e a ITU teria sido diagnosticada mais cedo.

 

Espero que depois da tempestade venha a bonança e que o início do próximo ano nos traga boas novas.

Dezembro!

Começámos o mês com a nossa tradição de fazer a árvore de Natal no dia 1 de dezembro.

 

Vestimo-nos a preceito - que é como quem diz, enfiámos os barretes de pai natal - e toca a caprichar na decoração. Na verdade, estou a pintar um quadro mais cor de rosa que a realidade que foi mais fazer a árvore com uma criança exitadíssima, um bébé que não estava a perceber nada e dois pais que começaram entusiasmados e acabaram cansadíssimos. Eu sei que não é só aqui que às vezes as expetativas saem goradas mas fico sempre um bocadinho triste.

 

De tarde, fui sair com a filhota para um programa a duas. O plano era irmos ver o concerto da Carolina Deslandes nos Aliados e depois assistirmos ao ligar da iluminação da árvore de natal. Fartámo-nos de andar, fomos beber um chocolate quente, ela ainda comeu algodão doce e ficámos as duas pegajosas... alguém sabe como tirar esta mistela dos casacos? Viemos embora no final do fogo de artifício e do acender das luzes. Estávamos de rastos e fartas de tanta gente mas foi giro.

 

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E por aí, já estão em modo natalício?

O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem

Assusta-me a velocidade com que o tempo passa. Este ano tem passado a voar e teve tantas coisas boas mas também algumas más - a morte da minha avó e de outras pessoas que de algum modo me tocaram. Entre Março e Maio houve dias negros e tristes mas a partir daí tudo se foi compondo. E não sei como, estamos em finais de Novembro!

 

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Às vezes parece-me que vivemos de acontecimento em acontecimento e os dias pelo meio vão ficando esquecidos e em piloto automático. São as férias, depois o regresso às aulas, o outono, o natal and so on... Os fins de semana passam a correr ou porque temos planos ou porque queremos fazer o que não fizemos durante a semana e vai ficando em lista de espera. São as coisas que ficam por fazer no ram-ram dos dias, no "não tenho tempo", amanhã faço. Muitas vezes dou por mim a prometer, "quando a M chegar da escola, vamos fazer alguma atividade...". E depois ela chega, e na maior parte das vezes acabamos por não fazer nada. Ou porque ela chega e é birra atrás de birra, eu canso-me e desisto. Ou porque entre dar banhos, preparar o jantar, dar mama ao bebé e arranjar as coisas para o dia seguinte... não sobra tempo. Lá volto eu ao tempo... ou falta dele.

 

Tenho a sensação que falta tempo para não fazer nada... simplesmente estar.  Muitas vezes olho para os filhotes e apetecia-me congelar o tempo. Resta-me a esperança que eles se lembrem de quando eram pequeninos e a mãe lhes fazia panquecas para o pequeno almoço ou que a M. recorde de irmos apanhar folhas e paus no Outono e jogar à bola com o pai, tal como eu me lembro de fazer pastés de nata com a minha mãe e avó ou de jogar o mastermind com o meu pai.

 

Dá para ver que estou nostálgica? E ainda nem chegou o fim do ano...

 

 

Bébé a bordo #21: a sopa

Começámos no sábado a introdução dos sólidos na alimentação do Pêpê. Já está quase, quase a fazer os 6 meses e quisemos aproveitar o fim de semana para começar esta nova etapa.

 

Cumprimos assim os 6 meses de amamentação em exclusivo - vitóriaaaaaaaaaa!!! E é tempo de começar com outras paparocas. Por indicação do pediatra começámos pela sopa e para a semana vamos começar a papa. A primeira sopa foi bastante simples - batata, cebola e courgette. Feita na Cici, ficou bem cremosa e ele... não gostou nada. Ou melhor, não sabe para que serve a colher e atrapalha-se todo. Lá foi comendo e cuspindo, sujou-se todo ( e a mana a adorar o espetáculo!) e não insistimos.

 

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Como só podemos ir introduzindo novos alimentos a cada 4 dias no mínimo, só hoje vamos experimentar outros sabores. Vou aproveitar que tenho abóbora caseira para ver se a sopa fica mais saborosa e ele aprecia mais. Tenho ideia que a primeira sopa da M. levava cenoura e abóbora e que ela a devorou todinha! Mas infelizmente já não tenho as "instruções" do tempo dela.

 

Sugestões desse lado? Como correu a primeira sopinha?

Bébé a bordo #20: o sono

Lembram-se deste post? Pois que tratei de meter mãos à obra e estudar o assunto. E agora estou-me a benzer porque estou com medo de me "gabar" e depois a coisa descambar. Mas vamos lá!

 

Para falar de sono temos também de falar de alimentação, seja aleitamento ou amamentação, já que nos primeiros meses estão os dois par a par e se um não corre bem, o outro também sai prejudicado. Do mesmo modo, não podemos falar de noites boas sem sestas boas durante o dia.

 

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Começando pela amamentação... Tanto a M. como o P. nunca foram bébés de acordar de 2h em 2h para mamar. Em recém-nascidos faziam intervalos de 4/5h durante a noite e nunca tivemos problemas de sonos trocados, em que os bébés não distinguem o dia da noite. Após o primeiro mês começaram a espaçar as mamadas noturnas e a fazer intervalos cada vez maiores. Quando escrevi o post acima, estávamos em pleno 4º mês e a título de curiosidade fui consultar os arquivos do blog e pela mesma altura escrevi um post semelhante sobre a M. Acredito que estivéssemos a passar por uma fase menos boa, seja pela regressão do sono aos 4 meses de que tanto se fala, seja pelas vacinas em si.

 

O que é certo é que resolvi começar a fazer aquilo que tinha dado resultado mais tarde com a M. O que eu (nós) notávamos é que quando a qualidade de sono durante o dia era má, a noite também não corria bem, com inúmeros despertares e pedidos de maminha para sossegar. Tornava-se imperativo melhorar a qualidade das sestas durante o dia! Ora baby P. adorava mamar e adormecer no colo da mãe. Também gostava do embalo do pai e se nós nos sentássemos era um "Ai, Jesus!". Nada contra, os primeiros meses são mesmo para estes miminhos extra porque o tempo foge e o colo não vicia, mas o que é certo é que fazia sestas curtas de meia hora no máximo, o que não supria as necessidades de descanso. A solução foi começar a habituá-lo a fazer as sestas na cama dele.

 

A meio de Outubro deixámos o berço e passámos para a cama de grades, embora ainda no nosso quarto. Enquanto ele mamar de noite não faz sentido mudar de quarto e andar num vai e vem, principalmente com o tempo frio. Cama de grades instalada e pais preparados para muito berreiro. Após ler sobre o assunto e tendo plena noção que não íamos deixar o baby Pêpê a chorar desalmadamente, começámos por implementar uma rotina de sestas que atendesse aos sinais de sono que ele fosse dando. E descobrimos que idealmente ele precisa de fazer 3 a 4 sestas, 3 de menor duração e 1 maior. Portanto, andamos numa rotina de acordar, mamar, higiene, brincar, sesta e assim sucessivamente. Acabamos por dissociar a mama do sono porque introduzimos o brimcar ali no meio. E a coisa começou a correr melhor. Mama, brinca e quando começa a dar sinais de rabujice, cama com ele. No início reclamava mas um de nós ficava lá até acalmar e hoje é só deitá-lo, dizer " Pêpê é hora de nanar", ele vira-de para o lado e fica. Claro que há dias piores mas tem corrido quase sempre bem. Nós conseguimos descansar e fazer outras coisas e ele consegue ter o descanso merecido.

 

E com esta nova rotina, não só ele começou a dormir melhor de dia como as noites voltaram ao normal e o mais importante - consegue adormecer sem ajudas de embalanços e cantorias às tantas da manhã. Não nego mimo nem colo a nenhum dos dois mas acho que conseguem imaginar o desespero de às tantas da manhã andar a embalar um bébé que não dá sinais de ir adormecer nos próximos tempos. Principalmente, quando se vai trabalhar no dia seguinte, como o caso do S. Além disso, um bébé que dorme bem é um bébé bem disposto e feliz! E acreditem, se eles adormecem sozinhos é porque se sentem seguros. Não é isso que queremos para os nossos filhos? Segurança e conforto! Um bebé que adormece sozinho é capaz de acordar e voltar a adormecer sem precisar de ajudas ( colo, cantorias, mama, embalo) e se tiverem um "malandro" daqueles que acorda de 2h em 2h durante a noite para mamar, ponderem se não será porque não consegue adormecer sem essa ajuda.

 

Voltando à amamentação. Pelas 20h dou maminha pela última vez. Este timing também é importante e suscetível de ser ajustado consoante as estações do ano. Agora com a mudança de hora e como anoitece mais cedo, temos notado que provavemente já é tarde para o deitarmos - mama pouco porque já está KO - e vamos começar a antecipar esta última mamada. Maminha dada, beijinho de boa noite e cama. Às vezes choraminga e precisa de um pouco de companhia mas depois é seguido até às 4h/5h da manhã. Nova mamada e caminha com ele, fica até de manhã.

 

Agora que já leram este testamento, e tendo em conta que não sou nenhuma especialista e estou a relatar a minha experiência, o que eu queria salientar são três coisas:

 

- sem sono de qualidade durante o dia não há sono de qualidade durante a noite;

- ensinar o bebé a adormecer sozinho é complicado mas vale a pena. Não acontece da noite para o dia (ahahahah) mas vai dando frutos e vão notar bem a diferença.

- se durante o dia o bebé espaçar muito as mamadas, vai querer repor o que não mamou durante a noite, por isso, mais vale dar de mamar mais amíude durante o dia e verem se as noites começam a ser mais tranquilas.

 

Recomendo-vos ainda a leitura do livro "10 dias para ensinar o seu filho a dormir" da Filipa Sommerfeldt, que foi lido por ambos os pais e ajudou bastante a perceber algumas questões e a instaurar uma rotina diária de sonos.

 

Só me resta desejar-vos bons sonhos!

Welcome November

Novembro chegou e tenho esperança que seja um bom mês!

 

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O frio instalou-se e sabe mesmo bem estar no aconchego do lar com umas malhas quentinhas e umas mantinhas. Só dispensava a chuva que nos tem mantido em casa. Já temos novamente o bébé constipado - isto acaba quando? Vai ser assim todo o Inverno? A verdade é que andamos todos fungosos e ranhosos e não há meio de nos livrarmos destes virus todos.

 

A licença do pai também está a acabar e vai-nos custar o regresso dele ao trabalho. Baby P. tem adorado que o pai esteja em casa, acorda e procura logo por ele para começar a brincadeira... E custa bem menos em termos de logística estarmos dois em casa! O começar das sopas e papas está aí à porta e estou desejosa de ver a reação. O tempo passa muito rápido como sempre... Tenho tentado aproveitar o máximo este bébé bom mas tenho sempre a sensação que o tempo nos foge e receio de mais tarde não me lembrar das pequenas coisas. Lady M. também está uma crescida, entusiasmada com as aprendizagens do primeiro ano e muito dedicada à escola. A adaptação à nova escola e turma tem corrido bem e estamos já embrenhados na rotina do dia-a-dia.

 

O aniversário do blog também é este mês e se tudo correr bem vamos ter um passatempo para premiar os leitores mais fiéis. E começam os preparativos para o Natal, a escolha dos presentes e as compras... por falar nisso, já se inscreveram no Pai Natal secreto 2018?

 

Um bom mês de Novembro a todos!

Bébé a bordo #19: a licença de parentalidade

Quem já é leitor assíduo aqui no blog, sabe que quando a M. nasceu eu estava desempregada ( não me renovaram o contrato por extinção do posto de trabalho, ainda estava eu grávida!) e depois resolvi começar a trabalhar como freelancer e ficar com ela nos primeiros 3 anos. Isto porque feitas as contas e em plena crise na construção, ter um emprego a recibos verdes e ainda pagar creche não dava com nada por isso foi esta a solução que adotámos e correu super bem. Tive a sorte de ir conquistando clientes e quando finalmente saímos da crise, a coisa estava encaminhada.

 

Quis o destino que em 2016 eu começasse a trabalhar no setor público, pese embora tivesse nessa altura vários projetos em mãos. A decisão foi fácil de tomar... quem não quer um emprego em que sabe que tem segurança a nível remuneratório? Felizmente, pude e posso continuar a projetar fora das horas de trabalho.

 

Mas chegando ao assunto de hoje... Engravidei, o baby nasceu e pedimos a licença de parentalidade - 5 meses para mim, o 6º mês para o pai. Mas pretendendo manter a amamentação até aos 6 meses em exclusivo, começámos a falar de pedir a licença alargada. Não é uma decisão fácil de tomar, os 90 dias possíveis da licença alargada de apenas um progenitor são pagas a 25% apenas. É um enorme rombo no orçamento, principalmente quando já estamos a pagar berçário desde setembro para garantir a vaga. Mas digo-vos que nem sei que me parecia em deixar o baby P. aos 6 meses no berçário, quando a irmã tinha estado comigo até aos 3 anos... Eu sei que são as voltas que a vida dá mas uma pessoa sente-se inevitavelmente culpada nestas coisas dos filhos...

 

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Portanto, neste momento está o pai de licença e eu de férias... Só volto ao trabalho em Fevereiro e a adaptação ao berçário será feita a meio de janeiro, progressivamente e esperamos que corra tudo bem. Ontem tivemos reunião de pais e já conseguimos ter uma noção das rotinas que ele terá nessa altura. Os 6 meses estão quase aí - como é possível?! - e a ideia é começar com a alimentação complementar e ir seguindo os horários praticados na creche.

 

Não acham que deviamos poder ficar com os filhotes no primeiro ano? Podem-me falar de como foi convosco? Correu bem a adaptação?

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