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Beauty & Lifestyle

A ver se não fico careca...

Há uns dias postei no FB e Instagramsobre o facto de estar com imensa queda de cabelo, ao ponto de ter ido a correr à farmácia mal cheguei de férias e abastecer-me de Ecophane. Fiquei contente com o vosso feedback, há que falar destas coisas e a queda de cabelo nos pós-parto aflige-nos a todas. Nisto da gravidez, uma pessoa esquece-se de (quase) tudo e tive de ir aos confins do blog para ver o que se tinha passado no pós-parto anterior. Pois bem, pelos vistos também tive medo de ficar careca.

 

Tal como da primeira vez, a queda começou depois dos 3 meses e de um dia para o outro. Estava eu de férias quando começo a ficar com mechas de cabelo em queda sempre que passava a mão ou penteava. É horrível e o pensamento é mesmo: VOU FICAR CARECA. A verdade é que durante meses não houve a habitual renovação dos fios e agora dá-se a queda de todo o cabelinho que deveria ter caído durante a gravidez e que graças às nossas amigas hormonas não caiu. E se forem como eu ainda ganharam cabelos novos que agora andam meio espetados... Portanto, vamos pensar positivo e que é apenas uma fase.

 

Mas não é por isso que não devemos apostar na prevenção e como tal, após alguma pesquisa, resolvi apostar no Ecophane, versão pó e champô. O Ecophane Pó é um suplemento alimentar fortificante, composto por vitaminas e sais minerais, tendo em vista reforçar o cabelo e prevenir a sua queda. E têm razão, o sabor do pó não é muito agradável mas misturado com iogurte ou sumo, é perfeitamente suportável. O tratamento em pó deve ser levado a cabo durante 3 meses, o equivalente a 3 latas. Tenho usado também o champô mas como a juntar à queda tenho dermatite seborreica no couro cabeludo (tudo a ajudar!), já tratei de encomendar um champô adequado. Ando a evitar usar a prancha para não potenciar ainda mais a queda, de modo que ando com o cabelo ao natural e tenho dado uso a esta novidade que chegou cá a casa.

 

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Agora é ver resultados! Também vou cortar o cabelo, está enorme e a precisar de cuidados!  Alguém por aí com recomendações?

 

 

3 meses de Baby P.

Este post já vem muito atrasado mas com as férias foi o que se arranjou... Ora vamos lá ver que habilidades este terceiro mês nos trouxe.

 

Primeira novidade: noites cada vez mais longas. Durante as férias geralmente acabava de mamar às 22h e ia seguidinho até às 5/6h o que é muito bom. O único senão é que aprendeu que levantar as pernas e baixá-las era sinónimo de barulho e cama de viagem a abanar. Portanto, pelo meio destas horas em que poderíamos estar todos a dormir, baby P. acahava o máximo praticar esta nova habilidade enquanto dormia... Mas estamos de regresso a casa e as noites têm corrido nos mesmos moldes em termos de intervalos mas sem malabarismos. Ainda não atinámos foi com as horas de mamar/dormir versus jantar/deitar da mana. Acabamos sempre por jantar desfasados e não gosto nada disso...

 

A vacina Bexsero deixou-o murchito e anda meio resmungão. Chorou e chorou, é de partir o coração. Também andou aflito da pele graças ao calor e tenho tido vislumbres de pele atópica como a irmã. Esta parte dispensava-se sinceramente!

 

Agora descobriu as mãos e os pés... as mãos enfia-as até às goelas! Os pés também andam sempre a ser mordidos... e lá vai treinando o colocar-se de lado! Finalmente presta atenção aos brinquedos e já se consegue entreter por períodos mais longos de tempo.

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O segundo filho

Quando somos pais pela primeira vez tudo é novidade e os dias são uma aprendizagem contínua. Lemos imenso sobre o assunto, vamos às aulas de preparação para o parto e tudo fazemos para que esta coisa da parentalidade corra bem.

 

Quando pensamos no segundo, somos já pais mais experientes, com toda uma escola por trás. Seremos até mais descontraídos em relação a algumas coisas mas ainda mais rigorosos em relação a outras. Calculamos que ter dois dê mais trabalho que ter só um. Que teremos o dobro das preocupações e da despesa. Que os primeiros tempos serão difíceis e de adaptação para todos. Imaginamos isto tudo e mesmo assim partimos à aventura.

 

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E o que nos diz o mundo?

 

"Ah, tens uma filha amorosa e bem comportada? Prepara-te que o segundo vai ser um terror."

 

" O primeiro dorme bem? Vão ver que o segundo não vos deixa dormir..."

 

" Agora com dois, esqueçam as saídas e a vida social."

 

E a melhor de todas... dirigida à mais velha " Quiseste um mano? Mas ele vai-te partir os brinquedos todos".

 

Coisas simpáticas, hein? Não vejo qual o prazer que as pessoas têm em dizer estas coisas. É um facto que os filhos não são todos iguais, cada um terá a sua personalidade mas podem-se explicar onde está escrito que têm de ser o oposto um do outro? É alguma regra matemática? Se um é bem educado, o outro será um delinquente?

 

Também não notamos aquela ciumeira exacerbada da mana mais velha de que toda a gente fala. Notamos sim que está mais teimosa e a precisar de mais atenção mas em relação ao irmão não poderia ser mais querida e dedicada, como já vos falei aqui.

 

É a dita sabedoria alheia, certo? A mesma que quando estamos grávidas faz com que as pessoas tenham prazer em contar histórias de terror sobre o parto. O que vale é que tem boa solução: fazer orelhas moucas!

 

Estes dias...

A partir de hoje e até irmos de férias vou ficar com os dois rebentos por casa. Posso dizer socorroooooo?

 

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Socorro porque o bébé precisa de dormir e a M. só quer que ele esteja acordado para o poder estrafegar todo. Socorro porque depois quer que eu vá brincar com ela quando ele está a mamar. Socorro porque se estiver só eu em casa faço as refeições às horas que calhar, com ela em casa não dá!

 

Mas ganho uma ajudante de peso que até coreografias inventa para entreter o mano. E o olhar com que ele a segue? Impagável e vale tudo!

 

Ideias luminosas precisam-se para que os dias corram bem... já planeei fazer bolachas e decorá-las com o kit que veio na Mimobox deste mês, vamos fazer jardinagem também, pinturas...

 

A ver como isto corre... Wish me luck!

Bébé a bordo #17: amamentação

Poucos temas da maternidade são tão controversos como a amamentação. Toda a gente, TODA, mesmo aquelas pessoas que nem são mães, adora opinar sobre o assunto. Deve ser o tema mais falado e também aquele sobre o qual as pessoas emitem mais juízos de valor, muitas vezes sem conhecimento de causa e pura ugnorância. Mas como diz o ditado "vozes de burro não chegam ao céu" e é ouvir e andar. Nem sempre é fácil ignorar mas a maior parte das vezes dá mais trabalho tentar explicar do que respirar fundo e fazer ouvidos de mercador.

 

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A minha experiência tem sido no geral positiva. As aulas de preparação para o parto que frequentei quando estava grávida da M. foram muito importantes para ficar a par dos benefícios e dificuldades da amamentação. E sobretudo desmistificaram coisas como "leite fraco", " o bébé está a chorar, não deves ter leite suficiente", "acorda de noite para mamar? então é porque o leite não o satisfaz" ou a melhor "sempre na mama? isso já é manha"...

 

Sim, a mama não é só alimento, é conforto, mimo e aconchego. Por isso é natural que o bébé procure mamar quando está desconfortável e não apenas quando tem fome. Daí o conceito " amamentação em demanda livre" que promove a amamentação sem horários, no fundo, sempre que o bébé demonstre sinais de querer mamar. Por exemplo, sempre que temos visitas Dom P. parece que não larga a mama, provavelmente porque se sente desconfortável, custa-lhe a dormir com tanta excitação e recorre à maminha para se acalmar.

 

Não é um caminho fácil. Da M. mesmo estando bem preparada não me livrei de uma mastite, curada com antibiótico amigo da amamentação - não acreditem quando vos dizem que para tomarem antibiótico não podem dar de mamar, há vários que não são prejudiciais para o bébé - e mesmo agora volta e meia dou por mim a meio da noite a tomar chuveiro de água quente para desfazer engurgitamentos e nódulos de leite. Custa, dói mas tudo passa e sinceramente são mais os benefícios que os inconvenientes.

 

Claro que é uma prisão para a mãe. Custa-me não poder decidir em cima da hora ir dar um passeio ou tomar um café com as amigas sem levar o baby atrelado. Ou dar uma saltada à praia com a mais velha por mais de 2h que é geralmente a frequência com que o P. mama de dia. Quando consigo combinar com antecedência ou sei que em determinado dia vou ter de sair, tiro leite com a bomba nos dias anteriores. Mas é uma seca e dispensava bem. E só pela trabalheira de lava biberão, esteriliza biberão e por aí fora, não consigo perceber quem acha mais prático dar biberão que mama. A única vantagem é mesmo poder ser o pai ou outra pessoa a dar.

 

Alguns conselhos:

 

- Dar de mamar sempre que reconhecer os sinais de fome do bébé:  abre a boca; faz movimentos com a língua; franze o sobrolho; vira a cabeça à procura da mama da mãe; leva a mão à boca e suga-a;

 

- Esvaziar a mama antes de oferecer a outra e caso mame das duas, na próxima mamada começar pela última mama oferecida. A composição do leite varia durante a mamada e o leite rico em gordura fica para o fim, pelo que é importante que o bébé consiga assimilar esse leite;

 

- Para aliviar mamas demasiado cheias colocar panos quentes ou recorrer ao chuveiro e tentar esvaziar um pouco manualmente. Após o bébé mamar pode-se colocar um pouco de frio para acalmar;

 

- Durante a noite os níveis de prolactina atingem o seu pico, pelo que é fundamental dar de mamar neste período.

 

- Nos primeiros tempos não usar a bomba porque fará aumentar a produção e poderá potenciar engurgitamentos e outros problemas.

 

- O biberão também só deve ser oferecido quando a amamentação estiver bem estabelecida, normalmente a partir do primeiro mês. Mesmo assim, há outras alternativas, como por exemplo a técnica do copinho;

 

A M. mamou até aos 15 meses, foi fazendo um desmame gradual, vamos a ver até onde chegamos com o baby mais pequenino. Gostava que me contassem as vossas experiências, positivas ou não!

2 meses de Baby P.

Neste último mês andamos a tentar definir rotinas. Não é fácil porque um bébé é tudo menos rotineiro. Mas para bem da sanidade mental de todos e segurança da filha que já cá andava, é mesmo necessário ir delineando alguns horários.

 

As noites têm sido relativamente tranquilas, às vezes lá nos presenteia com uma rambóia noturna mas regra geral vai fazendo intervalos maiores e dorme das 22h às 3h/4h, mama, torna a dormir e depois só mama de manhã. Volta a adormecer e eu consigo tomar pequeno-almoço, adiantar qualquer tarefa e dar um saltinho aqui. No primeiro mês ele nem chegava a acordar quando o pousava na cama, agora lá vai abrindo os olhitos, manda um sorriso mas vai conseguindo adormecer sozinho. Outras vezes precisa do embalo especial do pai que é tiro e queda.

 

De dia vai fazendo algumas sestas ao colo ou na cama. Muitas vezes adormece a mamar e acabo por o deixar ao colinho. Sabe tão bem e eles crescem tão rápido que é aproveitar! E não me venham com a história do "eles habituam-se ao colo e depois é que vais ver!", colo é segurança e garanto que a primeira não ficou estraga, pelo contrário. 

 

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Almofada de Amamentação Zippy e Fralda Primark

 

E os sorrisos são a grande novidade por estas bandas, Deliciosos e muitas vezes dedicados à mana, que diz que ele é o maior fofinho e o melhor irmão e só não gosta muito quando ele chora. Eu também não mas que remédio, faz parte do conjunto. Gargalhadas só a domir, é demais!

 

Já se entretém na espreguiçadeira por pequeninos espaços de tempo, lá vai agitando as mãos e fazendo abanar os bonecos. Cansa-se facilmente e toca a fazer soar a sirene - leia-se abrir as goelas. Quando quero mesmo fazer alguma coisa inadiável, é só metê-lo no sling que é soneca certa! Claro que o sling não resolve tudo mas é uma grande ajuda para além de prático.

 

E como esta noite foi de rambóia, vou só ali bocejar um bocado!

Bébé a bordo #15: chuchas

Tema novo  para mim porque a primeira filhota nunca quis chupeta! Por mais que insistíssemos e por mais modelos que experimentássemos, era vê-la a cuspi-la sem hesitação nenhuma. E olhem que nos teria dado jeito com as cólicas... Mas vejamos o lado positivo, não tivemos de passar pelo desmame da chucha. Ontem recebi um PR das novas chupetas da Phillips Avent e lembrei-me de fazer este post, precisamente porque é esta a marca das chupetas que comprei para o baby P.

 

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Se forem ver as listas do que levar para a maternidade, vão constatar que nos hospitais amigos da amamentação a chupeta não faz parte dos items pedidos. Pois bem, eu levei uma chupeta só por precaução e logo na primeira noite foi o que me valeu. O rapaz estava inconsolável, eu completamente KO e acabou por se acalmar com a chupeta. As que comprei inicialmente foram as Avent Mini (0-2 meses) e têm sido as utilizadas cá em casa. Ele gosta e eu acho-as práticas pelo fato de trazerem uma tampinha que protege a chupeta e facilita o transporte. Sinceramente, não notei nenhuma interferência com a amamentação mas também o nosso P. não usa a chupeta com muita frequência e sobretudo não dorme com ela de noite. Usamos mais para quando está irritado ou com cólicas...

 

A Avent apresenta agora as novas chupetas Ultra Air, que para além de favorecer um desenvolvimento oral saudável, apresenta quatro orifícios amplos, desenhados para uma maior ventilação no rosto do bebé, enquanto a está a usar. Desta forma, a pele sensível do bebé mantém-se mais seca e calma, permitindo que haja um maior fluxo de ar. Fabricada com silicone de alta qualidade, a nova chupeta Ultra Air da Philips Avent não contém BPA, é extremamente confortável, higiénica e prática para o bebé. Mas o que  me chamou a atenção neste novo modelo foi trazer um estojo de transporte e esterilização no micro-ondas, sem dúvida uma mais valia.

 

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O pvp é de 10,49€

 

Quais as chuchas preferidas aí de casa? Os vossos bébés usam?

 

Vamos ao check-up?

Esta semana temos consulta dos 2 no Pediatra! Consulta dos 2 meses de baby P. no pediatra e estou ansiosa por saber se este badochinha bom está a engordar como deve e quanto cresceu. Aparentemente o rapaz está bom e recomenda-se mas nada como ver os números. Já arrumei bastantes peças de roupa, outras doei

 

Também vamos saber quais as vacinas a dar fora do plano nacional de vacinação, provavelmente a Rotarix e a Bexsero, verdadeiros atentados às carteiras dos pais. Menos mal que a Prevnar já faz partedo plano, da M. ainda pagámos. É certo que as vacinas são um descanso mas mesmo assim custa desembolsar umas centenas de euros quando deveriam ser gratuitas. E quem não pode gastar esse dinheiro?

 

A M. vai à consulta dos 6 anos, normalmente porta-se um bocado mal mas consultas mas desta vez diz que vai dar o exemplo ao mano. Já sei que vamos ouvir que está a dever quilos à balança... Não é uma questão de apetite porque ela come bem e de tudo, é mesmo dela. Nem adianta prescrever vitaminas ou afins, o resultado é o mesmo. Anda sempre a segurar as calças quando corre e nem pensar em comprar calças e calções sem os elásticos de adaptar. Também por recomendação médica já fomos ao oftalmologista para despistar qualquer problema de visão e está tudo ótimo.

 

E será que o pediatra me mata se eu perguntar se posso levar o baby um bocadinho de nada à praia ao final da tarde? Ficava dentro da tenda resguardado... é que assim não há praia para ninguém e a mais velha não se cala! É muito mau?

Grupos de mães ou a loucura da maternidade

Sigo vários grupos de mães no Facebook, não por querer tirar qualquer dúvida ( para isso ligo ao médico!), mas porque é o mesmo que assistir a uma comédia ou nalguns casos a um filme de terror. E não, não estou a ser mázinha ou a exagerar.

 

Antes de mais comecemos pelas perguntas e eventuais fotos. Perguntas como " o cócó do meu bébé está assim, acham normal?" acompanhado de foto é o pão nosso de cada dia. Muito frequentes são também fotos de crianças com borbulhas e a inevitável pergunta " será varicela, sarampo, alergia, picada  e o caneco?". Ou então " o meu bébé de 1 semana não dorme a noite toda, como posso pô-lo a dormir?". Pois, alguém lhe deveria ter dito que os recém nascidos e alguns bébés não dormem a noite toda e que dormir 8 horas seguidas ia ser uma miragem durante uns meses (anos?).

 

E as respostas? Socorro! Cada pérola de sabedoria que é de deitar as mãos à cabeça. Desde respostas que eu acho que só podem ter sido dadas por alguém da idade da minha bisavó, a sugestões verdadeiramente perigosas que me fazem deitar as mãos à cabeça. E quando o tema é amamentação? Valham-nos todos os santinhos! Seguem-se os erros ortográficos que por vezes tornam praticamente impossível discernir o que aquela alminha está ali a perguntar.

 

E poderiamos dizer que estes grupos deveriam servir para comentar a maternidade, os desafios e as dúvidas, num ambiente de partilha mas é inevitável haver conflitos nestas matérias. Principalmente porque hoje em dia vivemos uma maternidade cor-de-rosa através das redes sociais e as pessoas acreditam que o normal é sairmos todas da maternidade em modo fit, passarmos os dias seguintes a ir ao cabeleireiro arranjar as unhas e o cabelo e porque não andarmos sempre maquilhadas? Acordarmos frescas e fofas e prontas para ir passear os rebentos à esplanada mais in da cidade.

 

Pois por aqui há noites complicadas, o peso vai regressando ao normal, há dias em que ando descabelada ( é só irem às stories do Instagram!) e nem tenho saído muito de casa porque primeiro não tenho companhia e depois a meteorologia nem sempre ajuda. A maior parte dos dias é um desafio conseguir tomar banho, fazer refeições em condições, descansar e tratar das coisas normais. A juntar a isto uma mana mais velha que também precisa de atenção e esta casa às vezes parece um manicómio.

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E agora digam lá, qual a pergunta nestes grupos que mais vos escandalizou? A mim foi a do cócó e a de uma senhora que queria "atacar" o marido logo depois de uma cesariana e estava a perguntar se podia!

Bébé a bordo #14: babywearing

Vamos falar de babywearing?

 

O babywearing é a prática de transportar o bébé junto a nós, seja num sling, mochila ou pano. Para além da vantagem de ficarmos com as mãos livres, o que dá imenso jeito, para o bébé é um aconchego que permite regular a temperatura, fazer uma transição mais suave entre a vida na barriguita da mãe e o exterior, transmite segurança e ajuda nas cólicas. Só vantagens!

 

Da M. comprei um sling de pano da Maria Café mas nunca me ajeitei muito com aquilo. O fato de apoiar só num ombro não me dava a estabilidade e confortos necessários para usar regularmente. Também tínhamos uma mochila da Pré-Natal que me metia impressão  por achar que dava pouco apoio na cabeça e que só foi mais usada depois dos 6 meses.

 

Passados estes anos, ouve-se falar muito mais noutras opções - o pano e a mochila. Após alguma pesquisa, pareceu-nos que o pano seria  a melhor opção para nós. Era uma questão de escolhermos onde comprar e de que marca. Julgo que não estou em erro ao dizer que ainda há pouca oferta em lojas físicas, vi alguns panos à venda em farmácias e pouco mais. Entretanto recebi uma newsletter da Vertbaudet e vi que existia um modelo de sling wrap, com críticas bastante positivas e tratei de encomendar. O preço era bastante em conta e parecia promissor. Mas como nestas coisas cada caso é um caso, o pano chegou e eu detestei. Primeiro não era elástico, era um tecido supergrosso que dificilmente poderia ser usado nos dias mais quentes. Depois era muito comprido e pesadão. Enfiei o rapaz lá dentro e ele só berrava. Pudera, nem se consegui mexer! Tratei de o devolver o mais rápido possível, já que não tinha ficado nada satisfeita.

 

Pesquisando online, uma das lojas que nos aparece no imediato é a Pulguinhas, que eu já conhecia de outros blogs. Pedi algumas informações sobre o sling wrap, nomeadamente se seria adequado para pessoas com problemas de coluna, como é o meu caso. Tiradas as dúvidas, foi escolher o padrão e encomendar. Chegou super rápido e vinha ainda acompanhado de uma bolsinha para os documentos do bébé.

 

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O sling vem dentro de uma bolsinha super fofa no mesmo padrão e traz instruções tão elucidativas de como usar o pano, que logo à primeira atinei com a coisa. Tenho usado o sling praticamente todos os dias principalmente quando preciso das mãos livres e o noto mais agitado. É tiro e queda, em pouco minutos adormece e é assim que consigo vir até ao pc, tratar da roupa, arrumar a casa e assim.

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Resumindo: tem feito sucesso! Por aí, são adeptos do babywearing?

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