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life Inc.

Beauty & Lifestyle

Em renovações

Finalmente comprámos as tintas para pintar os quartos! Mas com este tempo desconfio que só para meados de Março é que vamos conseguir fazer as pinturas...

 

A minha escolha em termos de tintas recai sempre na CIN, quer em termos pessoais, quer profissionais. Para além dos vários tipos de acabamentos, é uma tinta de grande qualidade e isso é visível no estado das paredes lá de casa. Basta ir passando um pano húmido e estão sempre impecáveis. O acabamento escolhido foi a Vinyl Matt, à semelhança das restantes divisões.

 

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Em termos de cores, gosto sempre que haja uma cor base comum a todas as divisões. No nosso caso é o bege Siam, um tom neutro mas quente. Depois, há sempre a opção de alguns apontamentos de cor numa ou outra parede que queiramos destacar.

 

No caso do nosso quarto escolhemos o Dolce Vita para a parede da cabeceira da cama.

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No quarto dos miúdos, um verde água a fugir para o menta que vai servir de base para outro tipo de decoração junto às camas - como vos falei aqui. Mas quero primeiro ver a parede pintada para decidir a titulo definitivo stickers.

 

Estou desejosa de ver estas "empreitadas" terminadas de uma vez por todas, detesto fazer as coisas às pinguinhas e além disso o tempo começa a apertar! Se seguem o blog no Instagram ( se não seguem, façam favor!) já devem ter visto que já chegou o carrinho e berço!

 

xoxo

Marta

Já vos disse que detesto obras?

Na eminência da troca de quartos precisamos de uns arranjos de eletricidade. Trata-se de fazer uma puxada da tv cabo para o outro quarto e de tirar dois aquecedores de parede que não usamos e são do tempo do D. Afonso Henriques. Já vos disse que detesto obras?

 

Veio cá a casa um eletricista - recomendado pelos meus pais - com vista a dar-nos um orçamento. Primeiro, o  homem nem nos deixava falar. Segundo, eu dizia o que queria que ele orçamentasse e ele dizia que ia fazer doutra maneira. Eu insistia, ele também. Depois de uma hora a ouvir o senhor a falar do vasto currículo dele em eletricidade, lá combinamos que o orçamento seria apresentado agora no início do ano.

 

Depois de muita insistência, o senhor lá dá notícias a dizer que era uma ótima semana para tratar da obra. Oi?! E orçamento? Após nova insistência lá manda o orçamento. Um valor completamente fora do que se tinha falado. E se eu não estivesse habituada a obras até era capaz de cair na esparrela. Respondo a dizer que o valor é bastante mais elevado em relação ao desejado e que portanto vamos pedir mais orçamentos. Mais um sms no dia seguinte e afinal já só levava x ( que era na mesma um roubo!). O S. ainda faz um esforço para dizer que depois falamos com ele e ainda baixa mais o valor, sempre a insistir.

 

Isto parece-vos uma pessoa profissional? Nem que eu até achasse o novo valor aceitável, jamais quereria fazer a obra com uma pessoa assim! A minha impressão perante o primeiro orçamento é que o senhor não teria qualquer interesse em fazer a obra e portanto tinha dado aquele valor completamente disparatado. Mas perante a insistência dele, deve é achar que somos ricos.

 

Continuo a achar que esta malta da construção civil precisa urgentemente de formação na área de gestão de clientes/ relações públicas. Felizmente para nós chegámos à conclusão que vamos nós remover os aquecedores de parede e já arranjámos quem nos tratasse apenas da puxada.

 

É cada uma...

 

xoxo

Marta

 

 

 

 

 

 

Este nosso Porto #3

Ontem partilhei no facebook o meu "passeio" pelo Porto. A verdade é que ter a maior parte das minhas obras concentradas na Baixa/Centro Histórico faz com que acabe por andar muito por aquela zona, o que é sem dúvida um privilégio.

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E ontem apanhei todos os estados meteorológicos possíveis, só faltou nevar. Chuva, vento forte, sol, trovoada, foi um fartote. Nem achei que estivesse frio, embora quando o vento se tornou mais forte tenha tido de me agasalhar mais. Aproveitei então para tomar um chocolate quente na Casa Grande Chocolatier, conhecem? É um espaço muito giro e muito bem situado, o chocolate quente é ótimo e o restante cardápio - bolachas, muffins, chocolates - também deve ser pelo ótimo aspeto que apresenta! Yummi! Aproveitei a pausa para organizar o trabalho do dia e responder a e-mails, esta é sem dúvida a grande virtude das novas tecnologias, possibilitar um escritório "portátil", para o bem e para o mal.

 

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Para além de passar nas minhas obras ainda fui ao Arquivo Histórico na Casa do Infante fazer de Indiana Jones em busca de uma planta perdida, da qual tenho uma cópia mas nenhuma alminha sabe onde anda! E não foi lá que a encontrei por isso a saga continua! Mistérioooooooooooooooooo

 

xoxo

cindy

Ossos do ofício

Eu detesto alturas... a sério, subir à Torre Eiffel e ao Empire State foram experiências penosas para a minha pessoa. Bem sei que o truque é não olhar para baixo mas fica difícil. E o mais ridículo é que tanto faz que seja uma grande altura como subir como trepar pelo escadote acima ou pôr-me em cima de uma cadeira.

 

Agora vejam o quanto isto complica a minha prestação profissional quando vou a uma obra. Já me aconteceu ter de subir 4 andares pelos andaimes a braços. E o pior não foi subir, foi mesmo descer. Já andei num daqueles elevadores das obras - aberto e arejado - num edifício de 19 andares... a vista era fabulosa e foi o que me valeu - fui sempre a olhar em frente. Há uns tempos tive de fazer verdadeiras acrobacias e enfiar-me por um buraco minúsculo de acesso a uma cobertura que aparentava estar a cair de podre, isto em plena Baixa do Porto e num edifício com 5 andares... Obviamente que não posso dar parte de fraca, já não basta o complexo machista que impera neste mundo da construção civil. Mas fico sempre em pânico e às vezes tenho mesmo de escusar-me de fazer estas acrobacias. No outro dia tive de deixar de aceder a um sotão porque simplesmente as minhas pernocas não alcançavam o acesso à cobertura. Lá teve de ir o engenheiro fazer a reportagem fotográfica e as medições. E eu gostava de saber o que passa ela cabeça quem faz estes acessos aos vãos do telhado com umas medidas de top model. Uma vez vi um empreiteiro preso num deles, o senhor tinha um perímetro abdominal mais generoso e foi um problema. A sério que pensei que íamos ter de chamar os bombeiros... Basicamente só me falta fazer isto:

 

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 Quem mais dispensa alturas?

 

xoxo

cindy

Breves

Que dia chocho... tudo molhado lá fora e um céu bem carregado de nuvens.

 

Logo tenho reunião com um cliente, a ver se ganho este projeto e tenho uma boa notícia. Tem sido difícil mas espero que este ano traga melhorias neste aspeto. O setor da construção está na cepa torta, não ata nem desata. As únicas boas notícias são os incentivos para a reabilitação - que eu insisto ser o caminho - e novas regras comunitárias para a eficiência energética - o que espero que me traga mais obras de reabilitação de fachadas. Incrível a quantidade de gente que pensa que um arquiteto só serve nos casos em que é preciso licenciar alguma coisa... sou constantemente confrontada com verdadeiros atentados à arte de projetar e acho que as pessoas só tinham a ganhar se deixassem de achar que são "artistas" e delegassem em quem realmente percebe do assunto.

 

Não está fácil mas em frente é que é o caminho.

 

xoxo

cindy

Dia não

Hoje escrevo-vos via sofá. Estou tão mal disposta que tive mesmo de me instalar por aqui para ver se ao menos consigo tratar de alguma coisa à distância. É a maravilha das novas tecnologias.

 

Ontem foi um dia louco, a juntar a tantos outros que tenho tido nos últimos tempos e claro, o corpo ressente-se disso. Tratei de mil e um assuntos. Organizei outros tantos. Estive a decorar as compotas para os cabazes, fruto da produção em massa de domingo à tarde. Deixei a Pinypon com a avó e fui  uma obra. Vim de lá com alterações necessárias que tinham de ser feitas ainda ontem para hoje de manhã estarem em obra. Passei no supermercado enquanto tratava de outra obra ao telefone. Cheguei a casa e bora fazer as alterações. Miss Pinypon começa a chorar porque o Mickey ralhou ao Pluto no episódio de Natal. Vem para o meu colo e a rentabilidade baixa. Como tenho ali abóbora para alimentar um regimento e já não consigo congelar mais, fiz mais uma variante, desta vez com amêndoa e especiarias. Enquanto a compota estava ao lume, fiz as alterações aos desenhos. Finalizei a compota e nisto eram horas de jantar ( à pressa). Hora de enviar e-mails a todos os intervenientes. Deitar a Pinypon e ainda rever os assuntos a tratar hoje. Acordar de madrugada com uma Pinypon chorosa e molhada. Mudar a cama toda, sentir a garganta a doer e voltar para o quentinho da cama. Acordar com uma valente enxaqueca e dores de garganta.

 

E aqui estou eu. Mesmo assim, já tratei dos assuntos necessários, valha-nos o pc, a internet e o telemóvel. Fica a faltar ir aos CTT e comprar a última prenda de Natal. Mas já não vai ser hoje... Vou aproveitar o miminho da minha Pinypon que sabe sempre bem :)

 

xoxo

cindy

 

 

 

 

Só a mim...

A minha vizinha do lado está com a casa em obras. Veio avisar gentilmente na segunda que ia haver um pouco de barulho e tal. Nada de mais. Parece que todos os meus vizinhos fazem obras, pena é não mas terem pedido a mim.

 

Ontem por volta das 18h, comecei a sentir um cheiro fortíssimo a invadir-me a casa. Coisa tal que mal abri a porta de casa ia morrendo sufocada. É indiscritível o cheiro, mas acreditem que não se conseguia respirar de tal modo estava concentrado no átrio de acesso aos apartamentos. Mentes brilhantes que só elas ainda tinham feito o obséquio de fechar a porta da caixa de escadas que geralmente está sempre aberta. Apressei-me a entrar em casa, abri tudo o que era janelas e fui-me barricar no quarto com a Pinypon. A dada altura até no quarto cheirava e eu só pensava que não podíamos estar ali nem sequer dormir ali. Pior, estava com receio de sair de casa porque tinha de atravessar o hall e estava irrespirável. Logo eu que na noite anterior tinha dormido meia sentada porque estava com falta de ar.

 

Liguei ao S. que estava a chegar a casa a explicar a situação, liguei à minha mãe a pedir guarida para a noite e toca a fazer as malas. Por sorte a minha mãe estava na minha avó do outro lado da rua e apressou-se a vir ter comigo e averiguar junto do porteiro e do administrador do condomínio o que se passava. Pelos vistos, toda a gente do prédio se estava a queixar já que o cheiro se tinha espalhado, nisto o adminstrador estava já em contato com a vizinha para lhe comunicar que tinha de vir abrir as janelas e resolver o problema. Pedimos para avisarem os nossos vizinhos que são pessoas de idade e podiam nem se aperceber e ficarem doentes ou com problemas respiratórios. Resumindo, fomos todos recambiados para dormir fora. E eu pergunto, por sorte os meus pais moram perto, agora imaginem que não tinhamos onde ir dormir, íamos para um hotel? Bem que apresentava a conta à vizinha. Enfim, lá fomos passar a noite aos meus pais, felizmente os meus irmãos estão fora e espaço não falta. Mas já viram os transtorno? Deixei o trabalho a meio, fui dar "trabalho" aos meus pais e levei meia casa às costas.

 

Obviamente que a culpa não é da senhora minha vizinha, será certamente de quem dirige as obras e não deve saber que há determinados produtos que não se podem usar em espaços fechados e em obras de apartamentos. Têm de ser substituídos por outros inodoros ou menos tóxicos que regra geral são mais caros. E muito menos se sai de uma obra sem deixar a casa a ventilar. Se eu soubesse que uma equipa minha tinha feito semelhante serviço numa obra, a esta hora estavam com as orelhas a arder de tanto sermão e missa cantada.

 

Estamos agora de volta, a casa ficou aberta a noite toda e está livre de cheiros. Os homens já foram avisados que têm de trabalhar com o espaço ventilado e nada de voltarem a aplicar o mesmo. Quanto à vizinha pelos vistos dormiu em casa, cá para mim hoje vai trabalhar com uma moca de diluente que só visto.

 

xoxo

cindy

 

Breves

Eu gostava de escrever alguma coisa construtiva mas este (mau) tempo tirou-me toda e qualquer inspiração.

 

O dia até começou bem, com uma ida a uma obra na baixa do Porto, é sempre agradável passear por lá, mesmo num dia tão cinzento como o granito dos edifícios. Já vos disse que gosto de cinzento? E engraçado como numa segunda de manhã se via tão pouca gente na rua...Regressei a casa já debaixo de chuva, entretanto pôs-se vento e agora está um autêntico temporal, coisa que não me preocuparia não fosse eu ter de sair novamente ao final da tarde para uma outra obra.

 

A minha vontade é enroscar-me no sofá debaixo de uma manta porque estranhamente estou com frio. Deve ser reflexo das rajadas fortíssimas que me fazem duvidar se as árvores aqui em frente vão sobreviver a mais um inverno. E continuo a achar que não estamos no Outono, mas sim no Inverno, estação que agora parece abranger todo o calendário...

 

Portanto vou calçar as minhas galochas, pegar no barco, perdão no carro e tentar chegar a bom porto. Volto amanhã, mais inspirada, espero eu!

 

xoxo

cindy

Pois que hoje estou irritada! by Cindy

Hoje de manhã o raio do despertador não tocou. A culpa foi minha, claro! Porque como ia directa a uma obra pude ficar na cama mais um bocadinho, alterei o despertador mas esqueci-me de alterar o dia da semana. Modernices!

 

Foi o suficiente para acordar maldisposta e stressada. Não me atrasei, mas tive de andar a correr e não gosto nada. Para cúmulo, o Action Man estava dependente do meu despertador e assim também se atrasou!

 

Depois a porcaria da reunião de obra que não serviu para nada.

 

Depois esta porcaria de tempo. Mas estamos no verão, certo?

 

E depois da barrigada de japonês ontem ao jantar, hoje estou um bocado enjoada...

 

Espero que a tarde corra melhor!

 

xoxo

cindy

Cindy nas obras!

O ser humano está sempre insatisfeito.

 

Eu que queria tanto o calorzinho, ando numa aflição por causa dele. É tensões para baixo, ouras para cima... Sinto-me um bocado condicionada e não gosto de me sentir assim...

 

Ainda por cima nas últimas semanas tenho andado numa lufa-lufa a acompanhar uma obra de interiores num hospital e ar-condicionado é coisa que lá não existe. Habitualmente não iria tantas vezes lá mas neste caso sinto-me na obrigação de acompanhar a obra muito de perto.

 

Pois que as senhoras queixam-se por tudo e por nada e garanto-vos que já não tenho paciência. Primeiro era porque as obras eram um transtorno. Hello, já experimentaram fazer omelette sem partir ovos?!

 

Depois, era porque nunca mais estavam prontas, embora estivessemos perfeitamente dentro do prazo. Depois uma dizia que pintava melhor que o trolha e até lhe esteve a ensinar (!?). E finalmente começaram a reclamar por irem ter mobiliário usado mas gentilmente cedido. Ora bolas!

 

Para a semana ainda lhes vou comprar mobiliário novinho mas de certeza que vão por defeitos entretanto!

 

Porque é que as pessoas nunca estão contentes?

 

xoxo

cindy

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