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Beauty & Lifestyle

Quem tem filhos...

Tem sarilhos. Só hoje fui capaz de escrever este post. Quinta-feira apanhámos um grande susto com a pequena. Só de pensar ainda me vem a aflição ao de cima, ainda penso no pior...

 

Final do dia, ela a brincar na sala, nós no quarto. Ouvimo-la a chorar e prontamente acudimos, vemo-la a vir ao nosso encontro, o S. pega nela e ela perde os sentidos. Até me custa escrever isto, não consigo sequer explicar o pânico, a impotência, só consegui pegar no telefone e ligar para o INEM, tentando responder às perguntas e manter a calma (impossível). Nisto, ela já a chorar, nós a vermos se ela tinha alguma coisa partida e a tentar que ela explicasse o que tinha acontecido. Que caiu, bateu com a cabeça, um grande galo a aparecer. Chega o INEM, não a conseguem observar e lá vamos nós para o Hospital de S. João. Ela muito parada, olhos a querer fechar e eu a mostrar-lhe os Minions no Youtube - benditos telemóveis e internet móvel - para ela se distrair. Dois paramédicos 5 estrelas. Nisto ela já estava mais normal, a rir-se das palhaçadas, fomos diretos à urgência de pediatria, triagem, secção de cirurgia para avaliação, observação, comer para ver reação e finalmente o ok, que estava tudo bem. Vigiar apenas nas próxima horas mas deixá-la descansar. Nunca tinha recorrido às urgências pediátricas  do S. João - espero tão cedo não precisar! - mas só tenho a dizer bem. É uma área em que vermos uma cara simpática e um sorriso ajuda e muito a acalmar o nosso coração.

 

Ela cansadíssima, mal a deitámos no nosso meio adormeceu e nem tive coragem de a levar de volta para a cama dela. Sei que quedas são normais em crianças, ela já teve a sua quota mas vê-la a desmaiar foi uma sensação simplesmente horrível. Não ganhámos para o susto...

 

E agora estamos de molho em casa desde sexta-feira graças a uma otite... portanto o fim de semana foi indoor, apesar do bom tempo e dos programas giríssimos que houveram aqui no Porto. Já está a recuperar - ao menos já não lhe dói o ouvido - e amanhã já deve ir à escola.

 

Será que podemos ter uns dias mais descansados, sem doenças e aventuras? A gerência agradece!

 

xoxo

cindy

Ainda sobre a escola

Ontem recebi imensas mensagens e comentários de mães cujos filhos também não entraram, nem na primeira, nem na segunda, nem em nenhuma das escolhas. Mães de todo o país! Crianças que agora vão para o ensino privado, se os pais tiverem condições de pagar a mensalidade, ou que ficarão mais um ano a cargo da família. Continuo a dizer que não há condições para quem quer se pai ou aumentar a família. As creches públicas têm poucas vagas, as ipss estão lotadas e quando vamos a ver o valor da mensalidade, chegamos à conclusão que somos ricos e não sabíamos! Resta o privado, com mensalidades ainda mais absurdas. Depois chega-se ao pré-escolar e mais uma vez é uma odisseia para arranjar vaga. Não há condições, mesmo!

 

Mas falando de coisas boas. O encontro de ontem com a educadora correu super bem, achei-a amorosa e preocupada em conhecer os hábitos e personalidade da Pinypon. Saí de lá bastante satisfeita e descansada, em setembro lá irá ela para a escolinha! Serão rotinas e horários diferentes, mas ela geralmente adapta-se bem às novidades. Desde que tenha os meninos para brincar e as atividades para fazer, vai adorar!

 

E agora, back to work! Bom fim de semana!

 

xoxo

cindy

A odisseia da escola pública

Pois que ontem finalmente saíram as listas de matrículas no ensino público e como era de calcular a Miss Pinypon não teve vaga. Eu não percebo, com tanto professor no desemprego e com tanta falta de oferta de qualidade a nível de escolas porque é que ainda não resolveram criar mais escolas, mais vagas eu sei lá! Ou melhor eu sei, custa dinheiro ao estado não é? Dinheiro que nós lá pomos quando pagamos impostos. E querem aumentar a natalidade. Pois claro que querem.

 

Tinha escolhido duas escolas com pré-escolar, as únicas com boas referências aqui na zona. Imaginem que na escola com mais salas, apenas entraram 8 meninos com 3 anos e foi porque já tinham irmãos a frequentar o estabelecimento. Em 150 alunos, 8 têm 3 anos. O resto ficou de fora. 80 e tal crianças em lista de espera. Para quem não sabe, os de 5 anos têm prioridade na frequência do pré-escolar, depois entram os de 4 e só depois os de 3. Quando fui ver as listas nem imaginam o número de mães inconsoláveis porque os pequenos não tinha entrado. E depois lemos notícias como esta e pensamos onde estão as condições para que isto se realize?! Onde?! Mais uma medida eleitoral a ver se conseguem votos, não é?

 

Dizem os entendidos no assunto que a altura ideal para os pequeninos irem para as escola é a partir dos 3 anos, nessa idade já sabem socializar e por outro lado as defesas estão mais desenvolvidas. E por isso mesmo chegou a altura da mais nova ir para a pré-escola. Pergunta sempre se podemos ir brincar com os meninos e sinto que só lhe vai fazer bem esse convívio e que vai adorar andar na escola. Felizmente, soubemos no início do mês que abriu mais uma sala na IPSS onde a tínhamos inscrito e que ela tinha vaga. Ao menos isso! Não minto se disser que preferia a escola pública, sobretudo pelo aspeto económico, mas ao menos tivemos essa sorte e gosto bastante da escola.Vai ter natação e sobretudo vai poder dormir a sesta, o que já não acontece na pública. Mais logo tenho entrevista com a Educadora, espero gostar dela!

 

Depois para o ano logo se vê...

 

xoxo

cindy

 

 

Nós e a tecnologia

Hoje em dia a tecnologia está em todo o lado e presente na maior parte dos nossos gestos diários. Gostamos de consultar o e-mail no smartphone, postar uma foto no Instagram, entretemo-nos com um jogo enquanto estamos à espera e quando damos por ela passamos muito tempo de olhos postos no ecran, seja ele do telemóvel, tablet, tv ou pc. Contra mim falo, que gosto sempre de estar "online" embora hoje em dia esteja cada vez menos. Já pouco uso o FB, exceptuando a página do blog e o chat que uso para falar com algumas pessoas. Cansou-me a exposição e ter de dar satisfações sobre os meus passos. Continuo a gostar do Instagram porque adoro fotografia e acabo por seguir apenas pessoas que conheço e ter seguidores também conhecidos. Passo muito tempo em frente ao pc porque a maior parte do meu trabalho é feito digitalmente e o fator e-mail e redes sociais acaba por ser também importante.Mas gostava de passar menos, sou sincera.

 

Ontem li este texto que achei muito interessante. Acho assustador ver crianças (bébés) tão pequeninas e já de tablet e telemóvel nas mãos. A verdade é que eles dominam os aparelhos na totalidade, mesmo sem ninguém lhes ensinar. Mas será só a mim que me parece muito precoce ver bébés de um ano e pouco já agarrados ao tablet para estarem entretidos enquanto os pais fazem qualquer coisa? No outro dia estava numa loja, olho em redor e vejo uma criança de 4 anos num carrinho e embrenhada no tablet enquanto os pais examinavam a roupa. Não gosto de ver a minha filha a jogar no telemóvel e não gosto de a ver com o tablet - só usamos quando vamos de viagem e em último recurso. Ou seja, é a excepção e não a regra. Que me perdoe quem o faz, mas acho que é cair no facilitismo recorrer aos tablets e telemóveis para os entreter.

 

Quando éramos pequenos mal se ouvia falar em computadores e a única coisa que víamos era televisão e mesmo essa em menores quantidades já que a oferta infantil era bem pequena. Passávamos mais tempo na rua (não se ouvia falar dos perigos de hoje em dia) e sobretudo sabiámos brincar. Estarei errada quando digo que a maior parte das crianças hoje em dia não sabe brincar? Não é capaz de se sentar e estar embrenhada nas suas brincadeiras? Enchemos as crianças de brinquedos e depois elas não os usam, ficam encostados a um canto... Felizmente a de cá de casa sabe brincar sozinha, claro que às vezes pede a minha comparência mas regra geral entretém-se bem e adora os seus brinquedos. É capaz de ficar perdida a folhear um livro e isso deixa-me contente. Sempre gostei de ler, continua a ser das minhas coisas preferidas e acho que é uma atividade muito enriquecedora. Incrível o que se aprende quando se lê um livro! Gostamos de a levar ao parque e ir enumerando o que vemos - as folhas, as árvores, as pedras, os animais... mostrar o quanto é bom correr e estar lá fora. Lembro-me sempre de um coleguinha da minha irmã dizer numa aula que o leite e os ovos vinham do animal supermercado. Gosto de a ver brincar ao faz de conta, em que me prepara as maiores iguarias acompanhadas por um cházinho. E de a ver rodopiar na sala a fazer "balé".

 

O fator tecnologia já está tão presente que as crianças já acham que tudo tem ecran touch. Só me lembro dela no Museu de História Natural em Londres a carregar com o dedo em tudo o que era monitor a ver se funcionava!!! Sei que não a posso impedir de querer o tablet e volta e meia apanho-a com o telemóvel. Mas afinal de contas, sou eu (nós) que mando cá em casa e somos nós - pais - que sabemos como queremos educar os nossos filhos. Cabe-nos a nós ter o discernimento e saber o que queremos para os nossos filhos. Já bastam as situações que não podemos controlar e que escapam ao nosso controlo. O ideal é que haja equilíbrio e sensatez.

 

xoxo

cindy

 

PS: atenção que estou a falar de crianças pequenas e bébés, quando são maiorzinhos acho muito bem que explorem as novas tecnologias.

Atenção mamãs ( e futuras)!

Já várias vezes me cruzei com bébés com poucos meses engalanados com o chamado "colar de âmbar". Para quem não sabe, existe a crença de que estes tipo de adorno facilita o rompimento da dentição, aliviando os sintomas dos bébés. Não é sabedoria popular, se perguntarem a alguém mais idoso ninguém ouviu falar e portanto não é daquelas coisas que tem por base algum conhecimento ancestral Tão pouco sei de onde vem a "moda" mas o certo é que costumo ver os ditos colares nos pescocinhos mais abastados.

 

O que é certo é que o dito colar nunca é retirado, e os bébés chegam a dormir com eles. O que sempre me meteu impressão. Portanto, ontem gostei de ler esta crónica do Dr. Mário Cordeiro, um nome que será sonante para a maior parte das mamãs, já que além de pediatra é autor de vários livros, alguns dos quais moram nas prateleiras cá de casa. o artigo surge na sequência de alguma investigação sobre a veracidade da utilização do colar de âmbar e efetivamente não há nada que comprove a sua eficácia (ou ineficácia). Certo é - e para mim sempre foi esta a primeira questão - que é perigoso que bébés de tenra idade andem com colares ao pescoço. Podem ficar presos e não se conseguirem libertar, podendo mesmo sofrer de asfixiação.

 

Deixo aqui a resposta da faculdade de Medicina de Harvard:

 

"Colocar colares de âmbar no pescoço das crianças é uma prática ancestral, mas constitui um equívoco científico e traduz primitivismo, sendo mais vulgar nas tribos pouco desenvolvidas. Além de não fazer rigorosamente nada, a não ser o efeito psicológico sobre os pais que pensam que estão a fazer alguma coisa num assunto em que há muito pouco de preventivo a fazer – a dentição e as suas dores –, comporta um enorme risco de a criança poder prender o colar em algum local e, com os seus gestos repentinos, mesmo um colar com 33 cm, poder enganchá-lo, sobretudo na Primavera e Verão, em que andam mais ‘esgoleirados’ e, com o movimento brusco, causar um estrangulamento ao nível da ‘maçã de Adão’ – ou seja, laringe e osso hióide, e ainda nas veias jugulares e nas carótidas –, podendo sufocar, causar desmaio ou um golpe de extrema gravidade na traqueia.” Os meus interlocutores do espaço cibernáutico foram unânimes: “É desaconselhável colocar colares de âmbar no pescoço das crianças.”

 

Acham que os supostos benefícios - para quem acredita - são mais importantes do que este perigo que é bem real? Leiam o artigo e depois tirem as vossas ilações! Como em tudo na vida, são escolhas. Mas fazer uma escolha baseada num perigo real parece-me uma má escolha! Pior, uma escolha baseada na vaidade.

 

xoxo

cindy

 

Coisas que não entendo #14

Acho que esta se vai tornar uma rubrica semanal, tal a quantidade de coisas que não entendo neste Mundo. Mas a notícia que hoje venho comentar deixou-me para além de perplexa... fiquei mesmo revoltada.

 

Parece que há funcionárias que estão a ser chamadas aqui no Centro Hospitalar do Porto para comprovarem in loco se estão a amamentar ou não. O título da notícia "Mulheres forçadas a espremer mamas para comprovar que amamentam" poderia ser sensacionalista mas infelizmente resume mesmo a perseguição que estas mulheres estão a sofrer.

 

Saliento que isto se passa no meio hospitalar - os supostos hospitais amigos do bébé e consequentemente a favor da amamentação. Pelos vistos, deve ser só fomentada a amamentação das utentes e não das funcionárias. E ainda digo mais, a OMS aconselha a amamentação até aos 2 anos pelo menos, logo não é de admirar que muitas mulheres hoje em dia cumpram esta meta ou vão além dela. Se a partir do ano de idade é necessária apresentar uma declaração médica mensal a comprovar a amamentação, não compreendo muito bem a necessidade de pedirem às funcionárias este tipo de "prova". Acho que isto não passa de "bulliyng" laboral que pretende desencorajar as mulheres a prosseguirem com o pedido de dispensa, já que de 3 em 3 meses serão chamadas para dar conta se têm leite ou não. Sou só eu que acho isto um atentado à dignidade de qualquer mulher e uma forma de violência? Não há nada na legislação e no Código do trabalho que obrigue as mulheres a submeterem-se a este tipo de humilhação, mas obviamente as chefias não estão minimamente preocupadas com tal.

 

Num país em que a taxa de natalidade cada vez diminui mais, este tipo de atitudes leva-me a pensar que em vez de progredirmos no campo da parentalidade cada vez estamos mais atrasados. Segundo o artigo um terço dos profissionais inscritos na Ordem dos Enfermeiros terão sido pressionados a não gozarem em pleno os seus direitos parentais. Ora isto é grave, muito grave. Já somos um país envelhecido e caminhamos para muito pior. Pergunto-me eu onde andam os incentivos à natalidade anunciados pelo governo? Ficaram em águas de bacalhau? Ou resumem-se ao noticado há uns dias em que pais e avós poderiam trabalhar a part time até aos 12 anos da criança, vendo os seus ordenados reduzidos proporcionalmente? Quem se pode dar a tal luxo?

 

Às vezes tenho vergonha de ser portuguesa.

 

xoxo

cindy

Um projeto diferente

Muito giro este projeto de fotografia ( e não só) de Johan Bävman. O fotógrafo começou este projeto quando ficou em casa com o seu filho e se lembrou de documentar as licenças de outros pais suecos que tinham escolhido ficar em casa com os seus filhos. Achei isto fantástico!

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Adorei as fotos e fiquei a pensar que realmente ainda temos muitas mentalidades ( e legislação) a mudar até podermos ter a possibilidade da licença de parentalidade ser partilhada equitativamente por ambos os progenitores. Por cá temos apenas 20 dias que o Pai pode usufruir quando nasce o bébé e mais um mês se os pais optarem pelos 6 meses de licença. Cá em casa tenho a certeza que a Pinypon fica tão bem entregue aos cuidados do S. como aos meus, felizmente é um pai presente, dedicado e informado... Pelo que continuo a ouvir por aí, ainda há pais ( e mães) que acham que os filhos devem estar apenas ao cuidado da mãe.

 

Gostaram do projeto?

 

xoxo

cindy

Pinypon report

Neste últimos dias de correria, em que sei que nem sempre lhe consigo dar a atenção que ela merece, noto a Pinypon mais crescida. Este último mês tem sido de grandes desenvolvimentos e muitas novidades e eu gosto sempre de as registar aqui, quiçá um dia ela as possa ler.

 

Nada de fralda durante o dia. Assim, em 2 dias estava o desfralde feito. Depois de umas tentativas em meses anteriores, em que ela só fazia no pote se eu a pusesse lá sentada a manhã toda e mesmo assim depois era capaz de fazer pelas pernas abaixo, eu sabia que ela ainda não estava preparada. Há que estarmos atentos ao ritmo dos nossos bébés, como em tudo na parentalidade não há lugar a comparações e nós é que conhecemos os nossos filhos. Há umas 3 semanas pediu-me para pôr as cuecas da Mimi (minnie). E a partir daí foram 2 dias com deslizes e a seguir nada de chichis fora do pote. Ainda me pediu a fralda para fazer cócó mas agora tem feito bem e aguenta bem. Quando tem vontade vai ao pote, faz o que tem a fazer, limpa-se e vem-me dizer. Como em tudo o resto é super autónoma.

 

Fala e fala e fala, é uma tagarela, ainda com muito pinyponês à mistura mas com frases completas que nos deixam perdidos de riso. As frases do dia são "Isso é meu" e " Eu sou a Náni, esse é o papá e essa é a mamã". Sim, resolveu arranjar um diminutivo para o seu nome, admito que é complicado de dizer e ela já devia estar farta de ficar calada quando lhe perguntam como se chama mas também já lhe fazem essa pergunta desde que tem um ano. A sério senhores que estão à espera que um bébé saiba dizer o nome?!

 

Continua viciada na Casa do Mickey Mouse e ontem que foi o aniversário do Mickey foi um loop o dia todo. Não gosto que ela veja demasiada televisão e tento alternar com brincadeiras e trabalhos manuais mas ultimamente nem sempre tem sido possível... Adora ver os catálogos de Natal que vão chegando pelo correio mas felizmente ainda não pede nada :) E continua a adorar livros! E de passear! E de mexer nos cosméticos da mãe!

 

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Estou desejosa de ver a reação dela ao Natal este ano... já vai delirar! Mas cá por casa, árvore de Natal só dia 1 de Dezembro!

 

xoxo

cindy

A culpa

Às vezes leio artigos como este e fico a pensar no efeito que estas notícias, teorias e afins têm nos pais.

 

Nos pais que trabalham a tempo inteiro, que cumprem as 8h diárias muitas vezes prolongadas sem a compreensão dos patrões. Nas famílias em que os filhos só vêm os pais ao início e final do dia, entre pressas para sair de casa a tempo e horas, banhos, sopas e cama. Eu não estou a dizer que não seja verdade, mas é certo que nos dias que correm haverá certamente poucos pais com a possibilidade de irem buscar os filhos ao final de 6h na creche. Simplesmente tal não se coaduna com a nossa realidade laboral e social.

 

Decerto que seria melhor para qualquer criança passar mais horas com os pais mas enquanto não se alterarem as leis atuais por politícas pró-família, não se modernizarem as  mentalidades retrógradas das nossas entidades patronais e dermos um passo em frente em direção a uma lei laboral mais justa e amiga da vida familiar, infelizmente muitos pais não o conseguirão fazer.

 

É fácil lançar estas "postas de pescada" para o ar mas tenho cá para mim que a maior parte dos pais não se importaria em nada de deixar deixar os filhos na creche apenas as tais 6h por dia recomendadas. De poder ir dar um passeio pelo parque, fazer umas compras menos apressadas, chegar a casa e brincar sem pressa... se tal fosse exequível. Não o podendo fazer e ler estes artigos dos ditos "especialistas" só serve para agravar a "culpa".

 

Não sei se concordam...

 

xoxo

cindy

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