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Beauty & Lifestyle

Breves

Por aqui estamos de férias e que bem que nos estão a saber! Estávamos mesmo a precisar deste tempo longe de casa e das rotinas habituais, principalmente depois do que foi o nosso mês de julho... Voces já sabem que  eu sou por natureza otimista mas caramba, nem eu conseguia já animar-me minimamente. E sim, depois de lerem podem pensar que há coisas piores ( e há!) mas custou-nos muito, ao ponto de eu temer pela sanidade mental de todos lá em casa.

 

Então, resumidamente assim foi o nosso mês de julho...

 

No início do mês eu e o S. tomámos a primeira dose da vacina,  para mim foi uma lufada de ar fresco e com cheirinho a promessa de retomarmos em breve a alguma normalidade. Não sei quanto a vocês mas senti-me grata por poder tomar a vacina. E continuo a sentir-me, mesmo depois dos efeitos que senti. Cerca de uma semana depois da toma da primeira dose comecei a sentir algumas dores abdominais que eram constantes, uma espécie de moinha por toda a zona abdominal, sem nenhum foco em especial. Passou-se um dia, dois dias, três dias e comecei a sentir umas pontadas na zona inferior. Resolvi ir à urgência da CUF porque não via melhoras com o passar dos dias. Análises feitas e aparentemente tudo ok, vim de lá com recomendação de fazer 4 dias de "dieta" à base de cozidos, provavelmente teria sido alguma coisa menos fresca que teria comido. Passados esses dias e sem melhoras, regresso à urgência e informo o médico que entretanto associei o início da dor com o início da ovulação. Lá fiz uma eco e as minhas ricas entranhas estavam todas de boa saúde, apenas algum líquido no útero, consistente com a fase do ciclo. Entretanto, consultei a minha GO e fiz mais exames e aparentemente está tudo bem, o que posso ter experenciado foi eventualmente uma ovulação dolorosa. O que é certo é que tomei a segunda dose e voltei a sentir alterações no ciclo, embora menores. E pelo que tenho lido - fontes oficiais, atenção! - houve bastantes relatos de mulheres em relação a alterações no ciclo. 

 

A juntar a isto, tivemos não um mas dois isolamentos lá por casa. Começou no Pedro e acabou na Mariana, foi um fartote. Tinhamos uma semana de férias em julho que tivemos de adiar e felizmente que não íamos para fora senão ia ser pior.  Por uma questão de precaução a Mariana também ficou em casa e foi o mais acertado porque viemos a saber com uma semana de atraso que a  Mariana também teria estado em contacto com um coleguinha positivo. Voltámos ao estado de espírito do confinamente do ano passado e do início deste ano com dois adultos em teletrabalho e duas crianças em casa. Pelo meio, testes covid e um retrato muito mau do acompanhamento prestado pelos delegados de saúde. Num isolamento é assim, nou outro é assado, não chegaram as prescrições dos testes da tempo, enfim, uma completa desorganização. E sim, acredito que estivessem/ estejam assoberbados mas assim não vamos lá.

 

Mas o que mais nos afetou foi uma notícia trágica que recebemos nos últimos dias de julho. Não me vou alongar mas atingiu-nos profundamente... O tipo de notícia que me assola por vezes em sonhos maus e nos faz sentir que realmente a vida muda em segundos.

 

Portanto, a semana de férias transformou-se em mini fim de semana prolongado, demos uma escapadinha à aldeia que nos soube a "pato" e nos deu alguma alento até estas férias ditas " grandes".   Pelo meio o regresso ao trabalho presencial por uma semana que tão bem me soube!

 

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E assim aqui estamos, novamente pelo Douro e ao sabor destes dias de muito calor. Sabem a sensação que tenho? Que depois destes tempos em que passámos tanto tempo juntos por obrigatoriedade, estávamos a precisar de espaço para voltarmos a apreciar a companhia uns dos outros, em modo mais descontraído. Não vou mentir e dizer que foram tempos fáceis e cor de rosa... Aliás, acho que o maior impacto de pandemia se vai fazer sentir ao nível da saúde mental.

 

Agora é aproveitar os últimos dias nesta calmaria!

 

xoxo

Marta

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Breves

Tenho andado fugida porque precisava de tempo longe das redes sociais. Precisei de me afastar para tentar arranjar alguma serenidade e limpar  a cabeça.

 

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Numa época em que vivemos constantemente em modo de partilha, mete-me muita impressão que pessoas com milhares de seguidores se desresponsabilizem da mensagem que passam.  Entre comportamentos de risco em plena pandemia, passando por recomendar produtos e suplementes alimentares sem cirtério nenhum, só porque foram oferecidos ( dou-vos um exemplo, de repente todos os bebés das influencers passaram por problemas de dentição e milagre, o Camilia salvou-lhes a vida!) ou destilar ódio e mandar bocas constantemente sobre os mesmo assuntos, tudo isto me cansou a beleza e não preciso destas coisas na minha vida.

 

Andava sobretudo desanimada e a precisar de mudar algumas coisas. Respirei, limpei a cabeça, e ando à procura da vontade que tinha em escrever e partilhar coisas. Fiz uma limpeza no Instagram, porque há coisas e pessoas que dispenso ver. Tenho falado muito disto com a Isabel, que anda no mesmo estado de espírito que eu.

 

Toda esta ansiedade do último ano, provocada pela pandemia e por estes tempos difíceis que vivemos, aliados ao facto de estar a trabalhar em casa, fizeram com que me tenha desleixado com o meu bem-estar, engordei alguns quilos e isso também ajudou a que não me sentisse bem. Não gostei de sentir a roupa mais apertada e de ver que as minhas roupas preferidas já não me assentavam bem. Podia não me importar com esses quilos a mais, mas importo-me. Por isso, tomei também as rédeas desse aspeto e tenho tentado manter uma alimentação regrada. Sobretudo, evitar o chocolatinho diário, as bolachas nas pausas, os doces em geral e as "exceções" de fim de semana, que quando fui a ver eram à sexta, sábado e domingo. Já lá vão mais de 2 quilos, com dia da mãe e aniversário do Pedro pelo meio. Se perder mais 2, já fico próxima do meu peso normal e satisfeita.

 

Esperam-me dias de muito trabalho, esta semana que passou foi a loucura. Tem sido um esforço enorme conjunto para que tudo funcione dentro da normalidade. E por isso mesmo, revolta-me que haja uma grande parte de portugueses que acham que o teletrabalho dos funcionários públicos é passar o dia a ver séries no sofá. O nosso teletrabalho cá em casa não é nada disso, garantidamente. Tenho sido muito exigente com  a minha produtividade e talvez por isso me sinta também tão cansada.

 

Se leram até aqui, obrigada por estarem desse lado. Vou tentar que esta semana o blog entre nos eixos e vou estar mais presente no Instagram!

 

xoxo

Marta

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Relato de um confinamento 2.0 #5

Não tenho passado muito aqui porque os dias parecem todos iguais dentro da loucura que anda para estes lados. O ânimo tem sido pouco e é de mim ou este confinamento está a custar muito mais que o anterior?

 

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As aulas online têm corrido surpreendentemente bem e é de louvar o esforço dos professores para que isto corra bem dentro do possível. De manhã a miss M. tem aulas e de tarde faz alguns tpc's e apoio do ATL. Também tem catequese online, apoio e encontro de ATL. Já fez ioga online, organizado pela Associação de Pais e esta semana houve dança. Muito ocupada. E muito "reclamona" que nós só trabalhamos.Por falar em trabalho, tem sido mais que muito mas quem corre por gosto não cansa, certo? Cansa, cansa mas tem sido recompensador.

 

Claro que o tempo não estica e muitas vezes sinto-me assoberbada por tanta coisa para fazer e tratar. Mas sabem aquela coisa que me tem deixado mesmo desgastada? Para além das mil birras das pessoas cá de casa, claro! COZINHAR! Já não posso pensar em que fazer para o almoço ou jantar, estou FARTA! Também sentem isso?

 

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E por isso veio mesmo a calhar a surpresa que chegou cá a casa a tempo do pequeno-almoço de domingo! Mega surpresa do meu irmão e cunhada que fez as delícias de todos!!! Nesta altura do campeonato sabe mesmo bem um mimo destes. Claro que o baby Pêpê ficou a pensar que a tia Sara e o tio Mi também vinham com o senhor da Uber Eats mas mal viu os croissants já não quis saber de mais nada. Já vos disse que o meu rico filho é um comilão?

 

Uma boa semana a todos!

 

xoxo

Marta

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Relato de um confinamento 2.0 #4

Um breve resumo destes dias em casa, com a novidade do ensino à distância!

 

- Miss M no quarto, de porta fechada, a assistir às suas aulas online.

- Baby Pêpê a tentar invadir o quarto;

- Baby Pêpê a chamar pela irmã e admirado de ela não aparecer;

- Miss M lembra-se de vir à sala buscar qualquer coisa, Baby Pêpê corre atrás da irmã para se apoderar da aula online;

- Baby Pêpê diz olá à professora e aos "mininos".

- Baby Pêpê é arrastado até à sala;

- Pais desesperados em teletrabalho tentam ocupar o bebé enquanto tentam trabalhar!

 

Mas claro, facílimo estar em teletrabalho com dois filhos pequenos, um deles com menos de 3 e o outro com aulas online. Como li um destes dias numa caixa de comentários por esse esgoto a céu aberto que é o FB, " Agora é que os pais vão ver o que os professores passam!". Pois, mas sabem que mais? Não sou professora. Se quisesse ser e dar aulas, tinha tirado o curso. E embora já se saiba que as mulheres conseguem fazer duas (três, quatro, etc?) coisas ao mesmo tempo, ainda não arranjei fórmula de conseguir trabalhar, tomar conta de um filho e dar apoio ao ensino à distância do outro.

 

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Vamos ficar todos doidos, certo?

 

xoxo

Marta

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Relato de um confinamento 2.0 #3

Este fim de semana rimou com descanso e comida boa! Espero que desse lado estejam todos bem e com saúde.

 

Sábado demos um pequeno passeio aqui pelo quarteirão e mais uma vez fiquei chocada com a quantidade de carros na rua e pessoas que continuam a circular com a máscara mal posta e até sem máscara. Não se entende a esta altura do campeonato que continuemos a permitir este desleixo. Não percebo como podem estas pessoas continuar indiferentes ao que se passa neste momento. Como podem continuar a fazer-se festas e jantares e perante as denúncias a polícia responda " não podemos fazer nada". Oi?! Enfim, deu para os miúdos e graúdos esticarem as pernas e respirarem ar puro. Tem estado sempre a chover e por isso os passeios têm sido escassos.

 

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Segui a dica da Isabel e encomendei no Minipreço Online. Super rápido, encomendei sexta e sábado de manhã trouxeram, tendo avisado antes que estavam a caminho e quando chegaram. Gostei! Para as compras dos frescos, legumes e fruta, continuo a recomendar o Ponto Bio. Encomendo todas as semanas e sábado de manhã vêm cá trazer a casa. Sei que agora também entregam em Lisboa!

 

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E pela primeira vez resolvi fazer pastéis de nata. Ficaram bons mas para a próxima vou usar a massa folhada de manteiga do Lidl que me parece ser mais apropriada para esta delícia. Querem a receita? Está no destaque FOOD do Instagram. Tive a ajuda da Miss M e mais que pelos pasteis, soube bem a companhia.

 

Sábado perguntei pelo Instagram se recomendavam quem entregasse Brunch em casa, falaram de vários que entregavam via Uber Eats. Mas caramba, os preços são um disparate! Não só se paga a taxa de entrega, como os preços estão inflacionados e muito na plataforma. 4€ por um sumo de laranja? Recuso-me! Portanto, mãos à obra e brunch caseiro no Domingo. Os miúdos têm acordado tarde ( aleluia!) e assim fizemos um pequeno-almoço bastante completo pelas 11h, que deixou todos bem satisfeitos - Panquecas, pão, tostas, queijos, fiambre, ovos, fruta, pastéis de nata, sumo e capuccinos.

 

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O resto do dia foi passado na ronha, que também sabe bem. E esta semana vou começar a organizar o necessário para as aulas online, que começam já para a semana. 

 

Boa semana a todos e um bom mês de fevereiro!

 

xoxo

Marta

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Relato de um confinamento 2.0 #2

Miúdos em casa e coração mais calmo. Apesar de todo o esforço mental e físico que é estar em teletrabalho com eles em casa, neste momento não há como evitar. Não sentimos segurança em deixá-los ir para casa e nem nos faz sentido estar em casa e eles fora.

 

Vamos esperar que efetivamente seja por pouco tempo e não como aconteceu em Março do ano passado.Vamos TODOS cumprir e fazer a nossa parte por aqueles que têm mesmo de andar na rua e não podem dar-se ao luxo de ficar em casa.

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Como se sentem desse lado?

 

xoxo

Marta

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Férias em 3,2,1... 0!

Chegaram as tão aguardadas férias e resolvi desligar-me completamente deste cantinho. Provavelmente continuarei pelo Instagram e pelo Facebook, onde as partilhas são mais espontâneas e rápidas, mas preciso mesmo de parar por aqui.

 

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Depois destes meses todos em teletrabalho sinto uma enorme necessidade de não pegar no computador, exceto para ver uns filmes ou séries. A ordem do dia é mesmo descanso e vou fazer os possíveis por o fazer. Só espero que me deixem!

 

Volto no final do mês, me aguaaaaaardeeeeem!!!

 

xoxo

Marta

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Férias em tempos de Covid

A semana passada estivemos de férias. Supostamente, era a semana das FÉRIAS de papo para o ar, sem mexer palha, muito necessitadas este ano e já marcadas em Janeiro. Era um dos desejos de 2020 e, tal como a maior parte deles, ficou por terra.

 

Sei que muitos de vós vão fazer férias na mesma, mas perante a situação, nós preferimos cancelar. E sabem o que eu acho incrível? Termos a malta a apelar para fazermos férias cá dentro, e ver a hotelaria a aumentar preços para conseguir gerir a diminuição da capacidade. Andei a ver alguns sítios para fazer uma escapadinha e preços de 200€ por noite, sem sequer pequeno-almoço incluído, estão fora das minhas possibilidades morais, sinceramente.

 

Felizmente, temos a sorte de ter uma casa de férias, um sítio  onde podemos ir arejar e mudar de ares e sabe Deus como isso é tão necessário ultimamente. Sempre me senti privilegiada por isso, agora muito mais. Malas feitas, lá fomos nós e foi bom, embora cansativo, porque já se sabe, mudam-se os ares mas mantêm-se as tarefas e preocupações dos pais. E estou tão farta de cozinhar, credo! Sou só eu que se começa a passar com esta coisa de decide almoço, jantar, outra vez almoço, jantar?!

 

Mas para eles é maravilhoso e estes dias são essenciais para criar memórias em família. Foram dias de muito calor, um temporal desgraçado no dia em que chegámos, muitos banhos de piscina e alguns banhos de sol! Só saímos um dos  dias para ir até à nossa praia fluvial preferida mas estivemos pouco tempo, porque nos pareceu que ia começar a encher e estava muito calor, mesmo junto à água.

 

 

Em agosto há mais! Como vão ser as vossas férias este ano?

 

xoxo

 

Marta

 

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Breves

Então, como passaram os feriados? Era suposto termos ido "desconfinar" para a aldeia mas perante a previsão meteorológica resolvemos adiar.

 

No domingo a minha mais velha faz 8 anos e cá temos mais uma (mini) festa para preparar! Os desejos já estão apontados - bolo de bolacha, mousse de chocolate e gelatina - e a decoração escolhida. Será (mais) uma festa a quatro. As prendas também estão compradas - online! - e prontas a embrulhar à socapa. Adivinham o tema da festa?51c5ePwQS3L._SL1000_.jpgContinuam os dois a crescer à velocidade da luz, estou ansiosa pelos saldos para abastecer os roupeiros e pensar também já na próxima estação. Para mim, não preciso propriamente de nada, sobretudo nesta fase em que há toda uma incógnita em relação aos próximos meses.

 

Ontem numa das contas do Instagram que sigo, contava a autora que já tinha feito convívios em família, ia trabalhar e só tomava café com as colegas e tinha ido uma vez ao shopping mas achava que não podia estar com os amigos porque isso não era respeitar as indicações da DGS. Pensemos no seguinte, cada vez que estamos com alguém, estamos com todas as pessoas que estiveram com essa pessoa. Se vão tomar café com 5 pessoas, estão a tomar café com todas as pessoas com quem essas estiveram. Depois voltam para casa, marcam um jantar de família e a vossa família também janta com as vossas 5 colegas e contactos. Vão ao shopping em lazer e trazem essas pessoas para casa. Entenderam? Vamos a ver, cada um é livre de fazer o que bem entender, até porque nesta fase não há grandes proibições, é um bocado apelar ao bom senso de cada um. MAS, há pessoas que devem ter entendido o fim do estado de emergência como um retorno à normalidade. Nesta última semana, o meu feed de instagram mostrava jantaradas, passeatas, compras, idas a restaurantes, gelatarias e sei lá mais o quê. E não, não acho normal. Porque se cada um de nós resolver regressar à normalidade, nunca mais vamos conseguir colocar a curva em sentido descendente. Vamos a ver se nos entendemos, podemos desconfinar - aos poucos - mas continuamos a ter o dever de cumprir o distanciamento social e de sairmos para o essencial.

 

Já saímos os quatro para dar uma voltinha ao quarteirão, já fui ao dentista, tenho uma consulta marcada para a semana, vamos às compras mas não andamos na nossa vida normal. Também me apetecia ir ao restaurante, acreditem. E de certeza que quando melhorar o tempo vou dar um salto ao Parque da Cidade para os miudos correrem. Mas os quatro e com cuidados.

 

Estou a ser extremista?

 

xoxo

Marta

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Querido, mudei a varanda!

Desde que entrámos em confinamento e fomos impedidos de circular à vontade que não temos saído, excepto para o necessário. Vamos agora começar a ir aos poucos, porque efetivamente não podemos continuar enclausurados quando não se avista o fim da situação.

 

Por estes dias, nunca o expaço exterior privativo foi tão valorizado e sorte de quem o tem. Nós temos uma varanda, que não sendo pequena, tem um problema - está voltada para a parte mais ventosa aqui da zona. Gera-se aqui um micro clima que nos impede muitas vezes de usufruir da varanda, como poderíamos. Andamos aos anos a falar de colocar um acrílico ou vidro que protegesse a parte da guarda da varanda mas fomos sempre adiando. Agora, faz todo o sentido avançar com isso. Vai proteger do vento e é uma segurança extra para o pequeno aqui de casa que é bem mais aventureiro que a irmã.

 

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Enquanto não tratamos disso, temo-nos dedicado - eu e a Mariana - à jardinagem! Transplantámos uma planta que tínhamos cá dentro e nunca mais crescia, plantámos flores e umas aromáticas. Agora é esperar que cresçam e não sucumbam ao vento e ao sol que incide em grande parte do dia ali. O nosso plano é colocar uma zona de estar com colchões e uma ou outra cadeira, mas tenho tido imensa dificuldade em encontrar mobiliário de exterior que não custe os olhos da cara.

 

Adoro esta linha do Ikea mas caramba, 70€ por uma cadeira? De resto, é esta onda que pretendo para a varanda. Uma zona relaxante e colorida!

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A Casa também tem coisas muito giras mas a maior parte delas não está disponível para o Click&Collect...

 

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Algum sítio com este género de mobiliário mais em conta? Fico à espera das vossas dicas!

 

xoxo

Marta

 

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